<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>editorapendragon</title><description>editorapendragon</description><link>https://www.editorapendragon.com.br/blog-do-dragao</link><item><title>TAG: 5 Livros que me inspiraram a escrever - Alessandra Morales</title><description><![CDATA[1 – ANTES DO BAILE VERDE – Lygia Fagundes TelesÉ um livro de contos e desde criança eu sou apaixonada por contos e crônicas. Neste livro, o conto que realmente me inspira é o Venha Ver o Pôr do Sol, que é o mais sinistro e que tem o poder de deixar o leitor angustiado.2 – O SEGREDO – Rhonda ByrneParece bobagem, mas este livro me fez enxergar um jeito diferente de levar a vida. Sou teimosa por natureza, mas com este livro eu ultrapassei o limite da teimosia. Agora eu coloco uma coisa na cabeça e<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_70529fcf6a704f7ea9c49737dad44340%7Emv2.jpg/v1/fill/w_182%2Ch_182/66d6ac_70529fcf6a704f7ea9c49737dad44340%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alessandra Morales</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/08/02/TAG-5-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever-Alessandra-Morales</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/08/02/TAG-5-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever-Alessandra-Morales</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2016 21:21:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_70529fcf6a704f7ea9c49737dad44340~mv2.jpg"/><div>1 – ANTES DO BAILE VERDE – Lygia Fagundes Teles</div><div>É um livro de contos e desde criança eu sou apaixonada por contos e crônicas. Neste livro, o conto que realmente me inspira é o Venha Ver o Pôr do Sol, que é o mais sinistro e que tem o poder de deixar o leitor angustiado.</div><div>2 – O SEGREDO – Rhonda Byrne</div><div>Parece bobagem, mas este livro me fez enxergar um jeito diferente de levar a vida. Sou teimosa por natureza, mas com este livro eu ultrapassei o limite da teimosia. Agora eu coloco uma coisa na cabeça e não desisto de jeito nenhum, RS. Este é o segredo.</div><div>3 – UMA PORTA PARA UM QUARTO ESCURO – Antonio Cestaro</div><div>Um livro de crônicas simples e lindo. Depois deste livro eu desenvolvi uma vontade de descrever sobre tudo o tempo todo.</div><div>4 – O LIVRO DE JOAQUIM – Laura Malin</div><div>Um romance incrível, mas o que me inspira é a viagem que a autora proporciona. Uma aula de pesquisa e estudo. Coisa que todo aspirante a autor deveria saber.</div><div>5 – COMÉDIAS PARA SE LER NA ESCOLA – Luis Fernando Veríssimo</div><div>Será que há necessidade de explicar? Minha escrita é quase o espelho deste livro. Adoro!!!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_79682a5d6b0e46daafa429ae310875fb~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 Obras que me inspiraram a escrever - J.S. Albino</title><description><![CDATA[As cinco obras que me inspiraram a escrever.1 - Perdão, Leonard Peacock ( Matthew Quick)2 - A garota que eu quero ( Markus Zusak) 3 - Alice no País das maravilhas ( Lewis Carrol) 4 - NANA ( Ai Yazawa) 5 - Kimi ni Todoke (Karuho Shiina)<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_445b8775d79b468091921a0b4c1c4394%7Emv2.jpg/v1/fill/w_269%2Ch_269/66d6ac_445b8775d79b468091921a0b4c1c4394%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Jéssica Albino</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/08/01/TAG-5-Obras-que-me-inspiraram-a-escrever-JS-Albino</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/08/01/TAG-5-Obras-que-me-inspiraram-a-escrever-JS-Albino</guid><pubDate>Mon, 01 Aug 2016 03:35:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_445b8775d79b468091921a0b4c1c4394~mv2.jpg"/><div>As cinco obras que me inspiraram a escrever.</div><div>1 - Perdão, Leonard Peacock ( Matthew Quick)</div><div>2 - A garota que eu quero ( Markus Zusak) </div><div>3 - Alice no País das maravilhas ( Lewis Carrol) </div><div>4 - NANA ( Ai Yazawa) </div><div>5 - Kimi ni Todoke (Karuho Shiina)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_3aa8ce9a744f45bfafc8d7cef5328ae6~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 escritores que me inspiraram</title><description><![CDATA[1. Maurício de Sousa. Minha iniciação na leitura foram os quadrinhos da Turma da Mônica, com os quais eu me envolvi e aprendi tanto. O equilíbrio dos personagens do Maurício e principalmente a força de sua protagonista tiveram uma influência enorme na minha personalidade e na escritora que eu fui e ainda estou me tornando.2. Pedro Bandeira. Ele é meu ídolo máximo, minha admiração por seus livros, seus personagens, seus pensamentos e sua pessoa não tem limites! Ele foi o primeiro sopro de<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_a63dd9a981ba4cf5a62b11b9e1082444%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_209/66d6ac_a63dd9a981ba4cf5a62b11b9e1082444%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Déborah Felipe</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/30/TAG-5-escritores-que-me-inspiraram</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/30/TAG-5-escritores-que-me-inspiraram</guid><pubDate>Sat, 30 Jul 2016 11:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_a63dd9a981ba4cf5a62b11b9e1082444~mv2.jpg"/><div>1. Maurício de Sousa. Minha iniciação na leitura foram os quadrinhos da Turma da Mônica, com os quais eu me envolvi e aprendi tanto. O equilíbrio dos personagens do Maurício e principalmente a força de sua protagonista tiveram uma influência enorme na minha personalidade e na escritora que eu fui e ainda estou me tornando.</div><div>2. Pedro Bandeira. Ele é meu ídolo máximo, minha admiração por seus livros, seus personagens, seus pensamentos e sua pessoa não tem limites! Ele foi o primeiro sopro de inspiração que me levou a pegar papel e caneta e dar asas a minha imaginação! Foi segurando em sua mão que eu subi os degraus da leitura e da Literatura!</div><div>3. J. K. Rowling. Ela é uma inspiração pra mim e para milhares de leitores que atravessam gerações. Eu cresci e acompanhei Harry Potter como se fosse um garoto da minha classe, da minha escola. Rowling me fez enxergar potenciais literários nos detalhes mais simples da minha vida e é em si um exemplo de superação pra cada pessoa, pra cada mulher, pra cada escritor. Ela é uma mulher fantástica, que desenvolveu personagens cativantes e histórias emocionantes e me ensinou que um escritor não é nada sem seus leitores!</div><div>4. Machado de Assis. Eu sei que parece bem clichê falar dele, do maior escritor brasileiro que temos, mas eu acho que ainda que sempre se fale de Machado de Assis quando falamos sobre Literatura, falamos muito pouco! Sua obra atravessou os séculos tanto quanto a Shakespeare, Camões, Dante e nós não temos nem um feriado para celebrá-lo! Eu me apaixonei pela escrita machadiana em nosso primeiro contato e continuo me apaixonando cada vez que retorno a ele!</div><div>5. Oscar Wilde. Eu não poderia concluir melhor. O Retrato de Dorian Gray é um dos meus livros preferidos e um dos que eu mais reli ao longo dos anos. Ele trouxe à minha escrita a maturidade e a seriedade, acinzentando um pouco as linhas coloridas da escritora adolescente que eu fui para que eu pudesse seguir em frente no caminho da escrita, me conduzindo pelas ruas da Londres Vitoriana e mostrando complexidades emocionais em suas personagens que ainda não foram resolvidas nos tempos atuais e que alimentam tão bem a literatura moderna!</div><div>“A Arte, felizmente, ainda não soube encobrir a verdade”.</div><div>- Oscar Wilde.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_d0d01148a3f34889b28b7f5b515fcb14~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 Nomes que influenciam a minha literatura - Robson Gundim</title><description><![CDATA[Marcos Rey – Foi o primeiro escritor que eu li, e muito provavelmente um dos maiores nomes da literatura nacional que me influenciou. Alguns de seus livros (Sozinha no Mundo, Um Cadáver Ouve Rádio, Bem vindos ao Rio, etc), lançados pela editora ática nos anos 80, eram acompanhados por ilustrações fantásticas que despertaram em mim o anseio de escrever e ilustrar meus próprios livros.Agatha Christie – A rainha do crime é simplesmente a minha escritora favorita. Eu a descobri através do incrível<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_60330eb333b14aaeb074b77d4fddc4da%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_288/66d6ac_60330eb333b14aaeb074b77d4fddc4da%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Robson Gundim</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/29/TAG-5-Nomes-que-influenciam-a-minha-literatura-Robson-Gundim</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/29/TAG-5-Nomes-que-influenciam-a-minha-literatura-Robson-Gundim</guid><pubDate>Fri, 29 Jul 2016 12:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_60330eb333b14aaeb074b77d4fddc4da~mv2.jpg"/><div>Marcos Rey – Foi o primeiro escritor que eu li, e muito provavelmente um dos maiores nomes da literatura nacional que me influenciou. Alguns de seus livros (Sozinha no Mundo, Um Cadáver Ouve Rádio, Bem vindos ao Rio, etc), lançados pela editora ática nos anos 80, eram acompanhados por ilustrações fantásticas que despertaram em mim o anseio de escrever e ilustrar meus próprios livros.</div><div>Agatha Christie – A rainha do crime é simplesmente a minha escritora favorita. Eu a descobri através do incrível romance O Inimigo Secreto, seguido por Sócios No Crime e O Caso dos Dez Negrinhos (um dos melhores livros que já li na vida). Desde então, não parei de acompanhar as obras da autora, que são carregadas de muita emoção e conhecimento.</div><div>Castlevania – Uma série de jogos dos anos 80, que despertou em mim o desejo de ler o livro Drácula, do Bram Stoker. O enredo, a atmosfera sombriamente fantástica e o folclore romeno me inspiraram a escrever os meus primeiros livros, Uma Odisseia Além do Oceano e Nos Montes da Inocência, que também contam com a influência do Robert Louis Stevenson, James Fenimore Cooper e Jim Harrison.</div><div>Quentin Tarantino – Um dos mais notórios e influentes cineastas da nossa geração. Conheci o trabalho do Tarantino em 2003, no lançamento do seu quarto filme, Kill Bill. Naquele mesmo ano, me vi obrigado a procurar todos os trabalhos do cineasta. A cada roteiro e projeção, me vi cada vez mais fascinado pela sua versatilidade e genialidade. Em sua homenagem, escrevi Sacanas do Asfalto e Vanishing Point. Sem dúvidas, Quentin Tarantino é um dos combustíveis que ajudou a engrenar o meu processo criativo. </div><div>HP Lovecraft – Howard Philips Lovecraft é, na minha opinião, o melhor escritor da literatura de horror de todos os tempos. Após tomar conhecimento das obras lovecraftianas, o terror se tornara um dos meus gêneros literários favoritos. Obras que me influenciaram: O Chamado do Cthulhu, Nas Montanhas da Loucura, A Sombra de Innsmounth, A Estranha Casa Entre as Brumas e Dagon. Com o passar dos anos, após escrever livros de aventura, drama e ação, tomei a iniciativa de fazer algo totalmente voltado para o terror. O livro Enquanto Eles Não Vêm, escrito por mim entre 2012 e 2015, é uma homenagem ao estilo único do Lovecraft.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_cf5252b86dfb42ba883ee0f1bb888203~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: O que um bom conto de terror precisa ter? - Autores do livro Contos Macabros</title><description><![CDATA[Pra você, o que um bom conto de terror precisa ter?Brendo Hoshington, autor do conto O Amigo Imaginário: Na minha opinião não pode faltar aquele clima de suspense. Um bom conto de terror precisa provocar no leitor o seguinte questionamento: “O que diabos está acontecendo aqui?” As respostas devem ser guardadas para o final, e quanto mais perturbadoras elas forem, melhor. Felipe Saraiça, autor do conto Em Nome do Pai: Algumas pessoas, ao escutarem sobre contos de terror, logo pensam em se tratar<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_0fa11684230044e0b80d86814a0fc9c4%7Emv2.jpg/v1/fill/w_269%2Ch_404/66d6ac_0fa11684230044e0b80d86814a0fc9c4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Brendo Hoshington</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/29/TAG-O-que-um-bom-conto-de-terror-precisa-ter-Autores-do-livro-Contos-Macabros</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/29/TAG-O-que-um-bom-conto-de-terror-precisa-ter-Autores-do-livro-Contos-Macabros</guid><pubDate>Thu, 28 Jul 2016 12:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_0fa11684230044e0b80d86814a0fc9c4~mv2.jpg"/><div>Pra você, o que um bom conto de terror precisa ter?</div><div>Brendo Hoshington, autor do conto O Amigo Imaginário: Na minha opinião não pode faltar aquele clima de suspense. Um bom conto de terror precisa provocar no leitor o seguinte questionamento: “O que diabos está acontecendo aqui?” As respostas devem ser guardadas para o final, e quanto mais perturbadoras elas forem, melhor. </div><div>Felipe Saraiça, autor do conto Em Nome do Pai: Algumas pessoas, ao escutarem sobre contos de terror, logo pensam em se tratar apenas da tentativa do escritor em buscar gritos e arrepios de seus leitores. Porém, não se trata somente disso. O terror pode ser caracterizado de diversas maneiras e descrito das inúmeras formas e personagens possíveis, que vão desde os tão aclamados palhaços aterrorizantes, as casas fantasmas, até coisas que não parecem aterrorizantes, mas o autor consegue torná-las sombrias. Por isso, para criar um bom conto de terror é preciso, antes de tudo, ter uma boa imaginação, não ter medo de arriscar e fazer diferente.</div><div>Allison RdS, autor do conto Primum Solstitium: Um bom conto de terror precisa de uma boa ambientação. Seu o ápice deve vir antes do final, esse deve adquirir um desfecho inesperado, e com continuidade. O leitor deve se perguntar: “Mas já acabou?”</div><div>Neto Arantes, autor do conto Na Realidade: Como tudo que se escreve, uma boa história com um enredo bem desenvolvido. Tendo isso, o autor deve se atentar no suspense e mistério, elevar o ritmo da narração e deixar pistas que instiguem o leitor nas poucas páginas de um conto. Um conto de terror precisa ter, acima de tudo, um fim surpreendente, não apenas com sangue e morte, mas com um desfecho satisfatório, que esteja em ressonância com o enredo, e que faça sentido com a narração, que revele os segredos.</div><div>Josué Matos, autor do conto Morte a Marteladas: Para se escrever um bom conto de terror deve-se fugir dos clichês do gênero, trabalhar muito bem o suspense e mistério da trama e focar no terror psicológico. Quem assustará o leitor será sua própria imaginação.</div><div>Milena Plácido, autora do conto Coven: Um bom conto de terror deve ter uma situação comum com algo horripilante em cima, cheio de mistério e suspense que prenderá o leitor até o final da história. Deve ser também rico em detalhes, isso fará toda a diferença.</div><div>Wallace Willian, autor do conto O Som dos Tambores: Verossimilhança. Não importa o quão assustador ou fantástico, um conto de terror deve fazer com que o leitor acredite que aquilo, de alguma forma, poderia realmente ter acontecido, que aquilo poderia estar ocorrendo agora em algum lugar, alguma cidade, ou no quarto ao lado do dele.</div><div>Jessé Diniz, autor do conto Natal Negro: Algo que prenda o leitor. Pode ser um personagem, o mistério sobre um objeto, um local, etc. O leitor precisa se sentir tentado a ler sua história. Você precisa cativá-lo. Um bom conto de terror é como um doce novo que você prova. Você dá uma mordida. Se não gostou, não vai continuar comendo. No caso do conto, lendo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Escritora, Graci Rocha, lança seu primeiro livro de literatura fantástica.</title><description><![CDATA[Autora é nova promessa da literatura fantástica brasileira.Depois do sucesso com o livro em e-book “Uma Canção de Amor”, participações em publicações on-line e impressas, e de prêmios em concursos de contos, a autora Graci Rocha se prepara para lançar seu primeiro livro de literatura fantástica pela Editora Pendragon. A autora, que tem trajetória como leitora crítica e esteve seguidas vezes na lista dos mais vendidos da empresa Amazon, acaba de assinar contrato com a editora e já se revela como<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_288/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Graci Rocha</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/27/Escritora-Graci-Rocha-lan%C3%A7a-seu-primeiro-livro-de-literatura-fant%C3%A1stica</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/27/Escritora-Graci-Rocha-lan%C3%A7a-seu-primeiro-livro-de-literatura-fant%C3%A1stica</guid><pubDate>Wed, 27 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Autora é nova promessa da literatura fantástica brasileira.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1~mv2.jpg"/><div>Depois do sucesso com o livro em e-book “Uma Canção de Amor”, participações em publicações on-line e impressas, e de prêmios em concursos de contos, a autora Graci Rocha se prepara para lançar seu primeiro livro de literatura fantástica pela Editora Pendragon. A autora, que tem trajetória como leitora crítica e esteve seguidas vezes na lista dos mais vendidos da empresa Amazon, acaba de assinar contrato com a editora e já se revela como futuro sucesso e promessa na literatura nacional de fantasia.</div><div>Recomendada por diversos blogs, essa chegada ao mercado editorial era esperada com bastante entusiasmo por seus fãs e seguidores. Agora o livro “A Maldição de Arthur” se prepara para arrebatar corações de fãs de fantasia, aventura e romance.</div><div>A obra tem um elenco de ponta contando com a lendária dupla Rei Arthur e Lancelot, Merlim, Antígona e outros personagens dotados de muita personalidade. A protagonista, Cass, é uma caçadora imortal de demônios com temperamento explosivo e poderes de tirar o fôlego, herdados de um pai nada comum. Grandes reviravoltas são prometidas nessa trama que traz como pano de fundo as relações tortuosas entre pais e filhos, bem como a magia do mundo e o medo da morte.</div><div>A Maldição de Arthur vai além da literatura fantástica direcionada ao público jovem, transportando os leitores a um mundo em plena guerra onde sobreviver é apenas um dos grandes desafios.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_1efcd932b9fe4fc0a00e0eba8a3217d7~mv2.jpg"/><div>Trecho da obra:</div><div>“Ele olhou para o próprio peito e viu que os dedos dela estavam sobre o desenho do medalhão e que uma luz azul forte começava a se projetar de sua pele para a dela. As pessoas ao redor prenderam a respiração, cessando a canção e observando a magia envolvê-los. Em instantes uma imensa chama prateada engoliu Cass e Arthur que a puxou para junto de si uivando...”</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_9dfb9e8634eb44eeab68bc3d12bc75c7~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 livros que me inspiraram a escrever</title><description><![CDATA[Comecei a ler muito cedo, porque não era o tipo de criança sociável (haha!) Costumava virar a madrugada lendo, e lia, lia e lia. Já bati várias metas do tipo “ler 100 livros por ano” ou “ler um livro por dia em 2 meses”. Minha cabeça de bagre guarda muitas histórias e aventuras. Mas algumas me marcaram minha alma, e me fizeram aos 16 anos, pela primeira vez, sentar em frente a um computador e escrever algo ao invés de ficar jogando Counter Strike.Nós três da Lygia Bojunga – Não foi o primeiro<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_649db82dd7b2419eb3e27ceaeaba4754%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_414/be5ce4_649db82dd7b2419eb3e27ceaeaba4754%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Brenda Ripardo</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/26/TAG-5-livros-que-me-inspiraram-a-escrever</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/26/TAG-5-livros-que-me-inspiraram-a-escrever</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_649db82dd7b2419eb3e27ceaeaba4754~mv2.jpg"/><div>Comecei a ler muito cedo, porque não era o tipo de criança sociável (haha!) Costumava virar a madrugada lendo, e lia, lia e lia. Já bati várias metas do tipo “ler 100 livros por ano” ou “ler um livro por dia em 2 meses”. Minha cabeça de bagre guarda muitas histórias e aventuras. Mas algumas me marcaram minha alma, e me fizeram aos 16 anos, pela primeira vez, sentar em frente a um computador e escrever algo ao invés de ficar jogando Counter Strike.</div><div>Nós três da Lygia Bojunga – Não foi o primeiro livro nacional que li, mas esse pequenino que devorei em horas e foi indicação de um professor, fez uma cicatriz em meu coração ao mesmo tempo em que abriu as portas da minha imaginação, e eu me perguntei pela primeira vez “por que não?”.</div><div>GO do Nick Farewell – Esse aqui foi um achado na biblioteca da escola. O tadinho estava esquecido e todo empoeirado. A capa simples me chamou atenção, e senti uma necessidade de levá-lo para casa. Ao ler, me vi em um turbilhão de sentimentos, e acho que nunca me senti tão próxima de um personagem, como se senti próxima de Júnior.</div><div>Fahrenheit 451 do Ray Bradbury – Sabe o aquele livro que indica outro livro? Pois, bem. Fahrenheit entrou na minha vida por causa de GO. E eu não nunca vou me esquecer de como me senti depois de ler essa distopia. Minha primeira distopia, e eu amei com todas as minhas forças.</div><div>Feia da Constance Briscoe – Eu chorei do primeiro capitulo ao fim. Foi um livro que me deixou tão triste, tão triste que eu abraçava minha mãe e agradecia por tê-la comigo. Mas no fim, me encheu de esperanças, e força de vontade. Foi por causa da Constance que eu disse a mim mesma “É isso que eu quero, e eu vou lutar para conseguir”. Essa mulher se tornou minha madrinha, minha fonte de inspiração para quando desanimo.</div><div>As Vantagens De Ser Invisível do Stephen Chbosky – Foi lendo esse livro maravilhoso, que me descobri como escritora de Young Adult e minha paixão pelo gênero. Talvez o Stephen Chbosky seja o meu padrinho!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_6bd9229a523940e5a521d49eab3a1c9c~mv2_d_2008_2835_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Entrevista com autor Diego Romero</title><description><![CDATA[1 – Fale um pouco sobre você, sua história, sonhos, objetivos.Meu nome é Diego Medeiros, sou sargento do Exército Brasileiro. Nasci em Juiz de Fora, MG, morei lá até os 25 anos, me casei e mudei para São Borja, RS, onde nasceu minha filha Sophia, e atualmente trabalho no Rio de Janeiro e voltei a morar em Juiz de Fora por enquanto. Nunca havia pensado em ser militar, mas é uma profissão que eu gosto, embora eu pretenda, depois de ir para a reserva, fazer faculdade e ser professor de história,<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_b904f140b7d74d769a65bc7c7c992da9%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Editora Pendragon</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/25/Entrevista-com-autor-Diego-Romero</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/25/Entrevista-com-autor-Diego-Romero</guid><pubDate>Mon, 25 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_b904f140b7d74d769a65bc7c7c992da9~mv2.jpg"/><div>1 – Fale um pouco sobre você, sua história, sonhos, objetivos.</div><div>Meu nome é Diego Medeiros, sou sargento do Exército Brasileiro. Nasci em Juiz de Fora, MG, morei lá até os 25 anos, me casei e mudei para São Borja, RS, onde nasceu minha filha Sophia, e atualmente trabalho no Rio de Janeiro e voltei a morar em Juiz de Fora por enquanto. Nunca havia pensado em ser militar, mas é uma profissão que eu gosto, embora eu pretenda, depois de ir para a reserva, fazer faculdade e ser professor de história, meu grande sonho de vida. A paixão pela história me ajuda na escrita.</div><div>2 – Como a literatura e você se tornaram íntimos?</div><div>Leio desde bebê. Aprendi a ler com os quadrinhos da turma da Mônica com 3 anos, fui adiantado na escola quando estava no antigo 2º período do pré primário para a 1ª série porque lia mais rápido que as outras crianças da minha idade. Embora quando criança eu sempre preferia quadrinhos, meu primeiro contato real com a literatura foi com a série Harry Potter.</div><div>3 – Quando decidiu ser escritor? Alguém o incentivou?</div><div>Como eu disse, eu gostava mais de quadrinhos e adorava desenhar. Por volta de 2003 eu comecei uma fanfic da turma da Mônica adolescente, muito antes dessa Turma da Mônica Jovem ser lançada, com uma temática mais adulta. E desenhei isso por anos, criei quase mil páginas, até que passei no concurso do Exército. Lá, por falta de tempo e material para desenhar, me aventurei pelo mundo da escrita, usando alguns personagens que tinha criado no fanfic, como a vampira Capitu.</div><div>4 – Como funciona seu processo criativo? Você tem hábitos ou manias?</div><div>A única coisa diferente que faço é colocar uma motivação para o vilão e dividir o livro mais ou menos em um roteiro. Mas a medida que vou escrevendo, novas ideias vãos surgindo e a história vai mudando. Tento escrever todo dia, mas o trabalho não deixa.</div><div>5 – O que te inspira no momento da construção de suas obras?</div><div>Seriados, filmes e desenhos. Procuro sempre assistir algo sobre o tema quando estou escrevendo um capítulo em particular.</div><div>6 – Quais são suas influências literárias?</div><div>J.K. Rowling, Tolkien, George R. Martin, Lovecraft, Dan Brown, Eduardo Spohr e Richelle Mead são as principais.</div><div>7 – Alguma técnica para criar personagens e trama?</div><div>Como o mundo de Luz da Lua é baseado no RPG do World of Darkness, que eu jogava muito, eu crio uma ficha básica dos personagens antes de inserir na trama. Depois faço modificações para deixar com a cara do meu mundo, poderes e essas coisas.</div><div>8 – Existe alguma mensagem específica que você tenta transmitir aos leitores?</div><div>Meus livros são mais para diversão, tem muita ação e aventura. Mesmo assim, tento transmitir mensagens como trabalho em equipe, perseverança, acreditar até o último momento na vitória e que o mundo pode ser cruel, mas com pequenas atitudes nós fazemos a diferença.</div><div>9 – Fale um pouco sobre seu livro e personagens.</div><div>Luz da Lua – A Caçada do Imortal, é o primeiro de uma série que conta a história de duas garotas distintas. Milena, uma jovem normal, se vê tragada para um mundo de monstros quando sua família e amigos são mortos por vampiros na festa de formatura, e lá ela acidentalmente descobre ser uma lobisomem, uma raça antiga cujos poderes são hereditários e vieram de sua mãe, uma lendária lobisomem desaparecida. A outra é Capitu, uma jovem que viva no Brasil do século XIX e foi transformada à força em vampira. Inconformada, ela começou a caçar a absorver os poderes de seus semelhantes, tornando-se cada dia mais forte e uma ameaça aos vampiros de todo o mundo, até que inexplicavelmente… não posso falar mais nada, leiam.</div><div>10 – Deixe um recadinho para seus leitores e suas páginas de contato.</div><div>Escrever, desenhar, andar de skate, pular de paraquedas… Nada neste mundo é impossível, se você tem vontade e coragem! Lute por seus objetivos, ninguém vai cumprir eles por você.</div><div>Facebook: facebook.com/serieluzdalua</div><div>Blogger: sagaluzdalua.blogspot.com.br</div><div>Instagram: @sgtmedeiros</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 personagens Femininas que me marcaram</title><description><![CDATA[Oi Pessoal tudo bem?Então, nesta TAG quero contar um pouco sobre as personagens femininas que me marcaram no decorrer desses anos como leitora. Como a personagem principal do livro A Maldição de Arthur é uma mulher, achei super pertinente o tema da TAG e ao pensar bastante sobre isso percebi que em meu repertório tive mais contato com mulheres fortes do que eu realmente imaginei.Vamos nessa...1 - Scarlett O'hara de o Vento Levou - Essa personagem foi uma das que mais me ensinou sobre leitura e<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_288/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Graci Rocha</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/22/TAG-5-personagens-Femininas-que-me-marcaram</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/22/TAG-5-personagens-Femininas-que-me-marcaram</guid><pubDate>Fri, 22 Jul 2016 16:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1~mv2.jpg"/><div>Oi Pessoal tudo bem?</div><div>Então, nesta TAG quero contar um pouco sobre as personagens femininas que me marcaram no decorrer desses anos como leitora. Como a personagem principal do livro A Maldição de Arthur é uma mulher, achei super pertinente o tema da TAG e ao pensar bastante sobre isso percebi que em meu repertório tive mais contato com mulheres fortes do que eu realmente imaginei.</div><div>Vamos nessa...</div><div>1 - Scarlett O'hara de o Vento Levou - Essa personagem foi uma das que mais me ensinou sobre leitura e vida. Com ela aprendemos que ser vilão ou ser mocinho é apenas uma questão de ponto de vista e que todos temos um pouco de bem e mal em nós. Vale muito a pena conhecer esta obra e esta marcante protagonista.</div><div>2 - Clara de A Casa dos Espíritos - Clara tinha tudo para ser uma personagem rasa, uma mera figurante na longa e turbulenta história de Esteban Trueba, mas ela ganhou força e proporções que simplesmente não é possível não amá-la. Uma clarividente que nos emociona mesmo sem a pretensão disso.</div><div>3 - Elizabeth Bennet de Orgulho e Preconceito - Claro que esta determinada e linguaruda personagem não poderia faltar. As pessoas erram, as pessoas amam, julgam... Ninguém é perfeito e Elizabeth demonstra que julgar as aparências é mais um dos grandes erros dos seres humanos.</div><div>4 - Molly Bloom de Ulisses - Uma das personagens que mais me cativaram nesses anos. Apesar de aparecer mais como &quot;personagem citada&quot; é ela quem define a obra e a torna tão complexa e completa. Definitivamente, James Joyce me fisgou com Molly.</div><div>5 - Macabéa de A Hora da Estrela - Definitivamente uma poderosa criação da autora Clarice Lispector. Uma mulher que nos ajuda a exprimir aquele grito que prendemos na garganta sobre tudo que há de horror nesta nossa sociedade. Um livro e uma personagem que, ao meu ver, jamais deixará de ser atual.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_9dfb9e8634eb44eeab68bc3d12bc75c7~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 4 livros que tem semelhança com Lendárias - Cristy S. Angel</title><description><![CDATA[Olá lendárias e legionários! Hoje eu vim falar de alguns livros que gosto muito e que tem alguma semelhança com Lendárias ou me inspiraram na hora de escrever. Tag Livros. Vamos começar?#1 O Senhor dos Anéis: Terra média, um mundo criado especialmente para a trama dessa saga maravilhosa, criaturas fantásticas por todo lado, guerreiros e batalhas épicas. Amo!Como escritora o cenário de O Senhor dos Anéis foi muito inspirador, amo o fato de ter criaturas como Gollum. E isso foi fundamental para<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_b3f1c7bf770643c597d3ca8245d5300b%7Emv2.jpg/v1/fill/w_238%2Ch_238/66d6ac_b3f1c7bf770643c597d3ca8245d5300b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Cristy S. Angel</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/22/TAG-4-livros-que-me-inspiraram-a-escrever-Cristy-S-Angel</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/22/TAG-4-livros-que-me-inspiraram-a-escrever-Cristy-S-Angel</guid><pubDate>Fri, 22 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_b3f1c7bf770643c597d3ca8245d5300b~mv2.jpg"/><div>Olá lendárias e legionários! Hoje eu vim falar de alguns livros que gosto muito e que tem alguma semelhança com Lendárias ou me inspiraram na hora de escrever. Tag Livros. Vamos começar?</div><div>#1 O Senhor dos Anéis: Terra média, um mundo criado especialmente para a trama dessa saga maravilhosa, criaturas fantásticas por todo lado, guerreiros e batalhas épicas. Amo!</div><div>Como escritora o cenário de O Senhor dos Anéis foi muito inspirador, amo o fato de ter criaturas como Gollum. E isso foi fundamental para construir a minha história, Lendárias tem seu universo único, chamado Aurorya, também tem criaturas inéditas como Gourgons e não poderia deixar de mencionar uma criatura pequena e esquelética como o Carniçal em referência ao nosso querido e danado Sméagol.</div><div>#2 Harry Potter: A série do bruxo mais famoso do mundo que com seus dois amigos Hermione e Rony, passam por situações difíceis e por diversas vezes a amizade deles foi fundamental para vencer os obstáculos impostos.</div><div>Gosto disso, desses laços de amizade que podem dar força para seguir adiante, caindo e levantando. No clã guerreiro, você querido leitor, vai encontrar esse tipo de amor e amizade, Kahlan a líder lendária, é respeitada e suas ordens nunca questionadas, mas o que mais impera entre elas é a amizade, suficiente para confiarem à própria vida se necessário.</div><div>#3 Trono de Vidro: Não é segredo para ninguém que Sarah J. Maas é minha autora favorita, sou apaixonada pela escrita da Sarah, e fiz questão de manter essa linguagem jovem e de fácil entendimento, os personagens em sua maioria são jovens, Celaena a protagonista de TdV, assim como Kahlan, também perdeu os pais quando ainda era criança e foi treinada para ser uma assassina letal.</div><div>#4 Trono de Vidro - Coroa da meia noite: Chaol Westfall, na minha opinião, ganhou mais espaço neste segundo livro da saga, e assim como o nosso querido comandante da Legião Lian Ruthven, ele é jovem e bonito, a lealdade é algo fundamental para ambos, atos de heroísmo não faltam da parte deles, e claro, como &quot;guardiões&quot; das beldades mais letais existentes, não poderia faltar conflitos e confusões para eles.</div><div>Lian busca provar ser merecedor da grande honra que é ser o comandante da Legião, sem medo, enfrenta qualquer desafio a sua frente, e acaba se deparando com a encantadora bruxa lendária. Essa bela jovem chegou para bagunçar tudo, e agora comandante, o que será?</div><div>Essas foram as histórias que conheço e achei mais parecidas com meu livro, entre cenários e personagens, Espero que você goste de ação, romance e mistérios com uma linguagem divertida e agradável, pois é isso que te espera em Lendárias - A Legião.</div><div>Beijos carinhosos da Cristy.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_698c957f394a4a9f8d49b188d73e56c4~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>05 músicas que inspiraram a criação de Etéreo</title><description><![CDATA[A música sempre me inspira, em todos os momentos e em todas as oportunidades sempre tenho uma boa playlist estourando os meus ouvidos... rsrsrs... Na composição da história de Etéreo usei muitas destas músicas como aliadas, as cinco abaixo representam algumas das bandas que ouvi bastante durante o trajeto da história de Darius e companhia:1 - Storytime:Excelente música do fascinante Imaginaerum, o sétimo disco da banda finlandesa Nightwish, lançado em 2011... Para formar eventos fantásticos e<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_eb2207287c5044d9956768ddd1a36945%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_281/be5ce4_eb2207287c5044d9956768ddd1a36945%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Allison RdS</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/21/05-m%C3%BAsicas-que-inspiraram-a-cria%C3%A7%C3%A3o-de-Et%C3%A9reo</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/21/05-m%C3%BAsicas-que-inspiraram-a-cria%C3%A7%C3%A3o-de-Et%C3%A9reo</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_eb2207287c5044d9956768ddd1a36945~mv2.jpg"/><div>A música sempre me inspira, em todos os momentos e em todas as oportunidades sempre tenho uma boa playlist estourando os meus ouvidos... rsrsrs... Na composição da história de Etéreo usei muitas destas músicas como aliadas, as cinco abaixo representam algumas das bandas que ouvi bastante durante o trajeto da história de Darius e companhia:</div><div>1 - Storytime:</div><div>Excelente música do fascinante Imaginaerum, o sétimo disco da banda finlandesa Nightwish, lançado em 2011... Para formar eventos fantásticos e colocá-los no papel ouço muito metal sinfônico e este disco definitivamente é o meu preferido... Se ainda não o ouviram, fica a dica..</div><div>2 - Seventh Son of a Seventh Son:</div><div>Como não ouvir uma das minhas bandas preferidas ao escrever um livro novo? Seventh Son é um disco conceitual do Iron Maiden lançado em 1987 e que aborda uma série de aspectos filosóficos complexos, como profecias, vida após a morte e outros fatos intrigantes, é um dos meus discos prediletos por tudo o que ele apresenta, fora a excepcional musicalidade de Steve Harris e companhia...</div><div>3 - The Scarecrow:</div><div>Nunca ouviram Avantasia? Como assim??? É fantástico! Este super disco lançado em 2008 está na minha prateleira de favoritos e me ajudou bastante, principalmente na segunda parte do livro, também é um disco conceitual e traz toda a genialidade de Tobias Sammet em seu projeto de trazer um novo conceito de ópera... Repito... É fantástico! =)</div><div>4 - Secret Garden:</div><div>O incrível disco lançado pelo Angra em 2015 e na minha humilde opinião: Só o melhor disco de power metal lançado nos últimos 10 anos... Rafael e Kiko Loureiro encheram minha cabeça de idéias com seus solos fantásticos. Recomendo a todos que queiram criar uma boa história e principalmente, que acham que brasileiros não podem estar entre os melhores do mundo no que sonham em fazer...</div><div>5 - Insular:</div><div>O trabalho de retorno do melhor baixista do rock nacional... E o melhor, eu tenho esse disco autografado! \o/ \o/... Humberto Gessinger é fantástico e sempre me ajuda no processo de escrita de um novo livro, seja lendo o seu blog ou ouvindo tudo o que ele fez com o Engenheiros do Hawaii ou em seus trabalhos solos... Além de letras fantásticas, ele voltou a tocar de forma surpreendente seu Rickenbacker...</div><div>Espero que tenham gostado na minha lista... Nos vemos em breve...</div><div>Allison RdS.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_f9e4f5ff2caf4c58a1b2d1bcde70e461~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 personagens da ficção que me marcaram</title><description><![CDATA[Já li muitas obras, e muitos personagens me marcaram e influenciaram, porém os 5 listados abaixo transcendem a simples leitura.Obs.: Essa lista pode conter spoilers.1 – Dr. Abraham Van Helsing (Drácula - Bram Stoker): Mesmo que o foco do livro seja o Drácula e a perspectiva dos acontecimentos seja mostrada pela visão de vários personagens, o Dr. Helsing se destaca; quando li esse livro me senti dentro da trama, mas tudo ficou mais palpável com a chegada do doutor, a mistura de misticismo e<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_55d10ba504c94eb5995c63621735b911%7Emv2.jpg/v1/fill/w_131%2Ch_194/be5ce4_55d10ba504c94eb5995c63621735b911%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lucas Barbosa</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/20/TAG-5-personagens-da-fic%C3%A7%C3%A3o-que-me-marcaram</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/20/TAG-5-personagens-da-fic%C3%A7%C3%A3o-que-me-marcaram</guid><pubDate>Wed, 20 Jul 2016 16:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_55d10ba504c94eb5995c63621735b911~mv2.jpg"/><div>Já li muitas obras, e muitos personagens me marcaram e influenciaram, porém os 5 listados abaixo transcendem a simples leitura.</div><div>Obs.: Essa lista pode conter spoilers.</div><div>1 – Dr. Abraham Van Helsing (Drácula - Bram Stoker): Mesmo que o foco do livro seja o Drácula e a perspectiva dos acontecimentos seja mostrada pela visão de vários personagens, o Dr. Helsing se destaca; quando li esse livro me senti dentro da trama, mas tudo ficou mais palpável com a chegada do doutor, a mistura de misticismo e ciência que o personagem apresenta não apenas me cativou como também fez com que eu levasse isso para as minhas histórias. (Todos os personagens desse livro são incríveis e mesmo que eu tenha escolhido o Dr. Helsing, outros personagens como Renfield, Jonathan Harker, Mina Murray e o próprio Drácula estão entre os meus personagens preferidos na literatura).</div><div> 2 – Thomas Cale (A mão esquerda de Deus – Paul Hoffman): Thomas Cale é o próprio anjo da morte, isso já é um motivo bem grande para que seja um dos meus personagens favoritos, no entanto, a profundidade do personagem vai além, um dilema que vive e o impede de ser feliz foi um dos pontos mais marcantes que me fizeram guardar esse personagem no hall dos meus preferidos.</div><div>3 – Yuuko Ichihara (xxxHolic – Grupo Clamp): Yuuko é um ser atemporal e talvez a melhor junção de personalidade carismática e misticismo, suas frases e atitudes são incríveis. Também a vejo como a personagem que melhor representa o grupo Clamp.</div><div>4 – John Constantine (Hellblazer - Vertigo): Fumante, bêbado, trapaceiro e com uma origem maldita que precede seu tempo. O mago Constatine é sem dúvida um dos personagens mais carismáticos que já vi; mesmo com todas as coisas sobrenaturais que acontecem na série Hellblazer é impossível não ver John como um cara normal que apenas tenta ajeitar as coisas ao seu jeito, no mundo bizarro de Alan Moore, Constantine representa o que é ser humano.</div><div> 5 – Lelouch Vi Britannia (Code Geass – Ichiro Okouchi e Heki Kawahara): Code Geass é o mangá/anime mais emocionante e inteligente que eu já vi, e boa parte disso se deve ao grande Lelouch, um personagem complexo que fez com que o próprio Deus o obedecesse, e mesmo com todo esse poder e inteligência, seu lado humano era o que o tornava tão próximo dos leitores, sem dúvida assim como sua parceira C.C é um personagem perfeito.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_e0af27f8deef42c8899541c1e5447ebf~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 10 Manias de Escritor</title><description><![CDATA[1- Só escrevo escutando música. (Não tem jeito, se não tiver nenhum cantor berrando nos meus ouvidos, eu não funciono).2- Escrevo em qualquer hora do dia e em qualquer lugar, mas prefiro que seja no meu quarto, com pouca luz, sentada na cama, e vestindo meus pijamas frufrus.3- Quando não estou inspirada, vou tomar um banho demorado. (Minhas melhores ideias surgem debaixo do chuveiro).4- Sempre me ponho no lugar do personagem. Por isso, choro, rio ou fico com raiva, e touché, várias caretas<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_649db82dd7b2419eb3e27ceaeaba4754%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_414/be5ce4_649db82dd7b2419eb3e27ceaeaba4754%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Brenda Ripardo</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/21/TAG-10-Manias-de-Escritor</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/21/TAG-10-Manias-de-Escritor</guid><pubDate>Wed, 20 Jul 2016 12:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_649db82dd7b2419eb3e27ceaeaba4754~mv2.jpg"/><div>1- Só escrevo escutando música. (Não tem jeito, se não tiver nenhum cantor berrando nos meus ouvidos, eu não funciono).</div><div>2- Escrevo em qualquer hora do dia e em qualquer lugar, mas prefiro que seja no meu quarto, com pouca luz, sentada na cama, e vestindo meus pijamas frufrus.</div><div>3- Quando não estou inspirada, vou tomar um banho demorado. (Minhas melhores ideias surgem debaixo do chuveiro).</div><div>4- Sempre me ponho no lugar do personagem. Por isso, choro, rio ou fico com raiva, e touché, várias caretas faciais em frente ao computador.</div><div>5 - Sou uma pessoa de águas, acho. A única coisa que consigo ingerir quando escrevo é água natural ou gelada. Nada de comida, café com leite ou toddynho. Qualquer coisa que tenha um gosto razoável consegue distrair minha atenção.</div><div>6- Anoto ideias repentinas em uma agendinha. Tenho uma especialmente para isso.</div><div>7- Não escrevo na ordem. Minha cabeça não entende que o certo é “começo, meio e fim”.</div><div>8- Repito mentalmente em inglês os diálogos que escrevo nos livros.</div><div>9 - Associo todos os meus personagens com pessoas reais, baixo várias fotos e fico fazendo montagem. (Isso me ajuda a me sentir próxima deles).</div><div>10- Gosto de camuflar minhas aventuras, experiências e desejos nas minhas histórias.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_6bd9229a523940e5a521d49eab3a1c9c~mv2_d_2008_2835_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 Livros que me inspiraram a escrever</title><description><![CDATA[1 - Os 13 porquês, de Jay asher. -Com uma escrita leve e fluída, o livro narra as decisões que levaram Hazel, a personagem principal, ao suicídio. É uma história que me fez refletir sobre a vida, a dor, o julgamento e sobre as mensagens que eu poderia passar com a escrita2 - A menina que roubava livro, de Markus Suzak. - Foi um dos primeiros livros que li em minha vida e lembro que o havia comprado em um sebo. A história de uma jovem órfã, que vive na Alemanha Nazista, e que tem seus passos<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_4e6d7a8d9d564047a6b30c6dd8e19e30%7Emv2.jpg/v1/fill/w_307%2Ch_307/be5ce4_4e6d7a8d9d564047a6b30c6dd8e19e30%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Felipe Saraiça</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/20/TAG-5-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/20/TAG-5-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2016 16:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_4e6d7a8d9d564047a6b30c6dd8e19e30~mv2.jpg"/><div>1 - Os 13 porquês, de Jay asher. -Com uma escrita leve e fluída, o livro narra as decisões que levaram Hazel, a personagem principal, ao suicídio. É uma história que me fez refletir sobre a vida, a dor, o julgamento e sobre as mensagens que eu poderia passar com a escrita</div><div>2 - A menina que roubava livro, de Markus Suzak.  - Foi um dos primeiros livros que li em minha vida e lembro que o havia comprado em um sebo. A história de uma jovem órfã, que vive na Alemanha Nazista, e que tem seus passos narrados pela morte é algo incrível. Foi esse livro que me fez ler muitos outros e isso fez com que, anos depois, eu desejasse também fazer com que as pessoas ganhem interesse pela leitura após ler um livro meu. </div><div>3 - Extraordinário, de R.J.Palacio.  - É um livro extraordinário, como já diz o título. A história fala sobre bullyng, preconceito e como cada um de nós julgamos uns aos outros pela aparência. É um livro que me inspirou como autor e me fez rever ainda mais o modo com que observo o problema das pessoas.</div><div>4 - A cidade do sol, de Khaled Hosseini - Esse livro é agoniante por tamanho realismo. O escritor usou a história para retratar a realidade das mulheres mussulmanas que são negociadas pela própria família e obrigadas a se casar. É um livro triste, mas inteiramente real. Por muitas vezes tive que parar e respirar ao finalizar alguns capitulos. Esses sentimentos me inspiraram a tentar descrever mais a realidade de minhas histórias e trazer proximidade entre o real e o irreal.</div><div>5 - Delitos obsessivos: quando o crime compensa, de Hosmany Ramos - O livro reune inúmeras crônicas de crimes que deram certo. Porém, o que me trouxe inspiração foi, ao pesquisar sobre o autor, descobrir que ele escreveu a história de dentro da cadeia. Essa observação me fez notar que a literatura não possuí fronteiras.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_d95d9ddf7c224a818d6b53e3a188b457~mv2_d_1713_2539_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: Oito coisas que odeio em livros</title><description><![CDATA[É extremamente difícil para eu falar sobre coisas que odeio em livros, pois de uma forma geral amo muito eles. Existem alguns pontos, entretanto, que me incomoda o suficiente para atrapalhar a leitura de uma boa história.1 - Deus Ex Machina: não há nada pior do quando o autor lança mão deste artificio. É quase como se ele admitisse que, perdeu o controle do seu roteiro, não existindo resposta melhor do que “se levantar da cadeira” e amarrar todas as pontas soltas, através de uma explicação nada<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_894c2ee937624c938977ae2c2e57506a%7Emv2.png/v1/fill/w_296%2Ch_307/be5ce4_894c2ee937624c938977ae2c2e57506a%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Lucas Fernandes</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/19/TAG-Oito-coisas-que-odeio-em-livros</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/19/TAG-Oito-coisas-que-odeio-em-livros</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_894c2ee937624c938977ae2c2e57506a~mv2.png"/><div>É extremamente difícil para eu falar sobre coisas que odeio em livros, pois de uma forma geral amo muito eles. Existem alguns pontos, entretanto, que me incomoda o suficiente para atrapalhar a leitura de uma boa história.</div><div>1 - Deus Ex Machina: não há nada pior do quando o autor lança mão deste artificio. É quase como se ele admitisse que, perdeu o controle do seu roteiro, não existindo resposta melhor do que “se levantar da cadeira” e amarrar todas as pontas soltas, através de uma explicação nada plausível. Livros fantásticos podem perder credibilidade, se não oferecerem respostas consistentes aos problemas que geram em sua trama.</div><div>2 - Livros Genéricos: todos os escritores são fortemente influenciados por outros escritores. É uma tendência natural. A linha, no entanto, que separa a “influência” da “cópia descarada” não é nada tênue. Basta um “best seller” estourar nas vendas e temos centenas de autores pegando carona numa onda de tendência. Até ai aceitável, mas é preciso dar ao livro suas características únicas.</div><div>3- Plot twist mal feito: uma mudança repentina na trama é a melhor forma de surpreender o leitor e mantê-lo preso a história. Uma reviravolta mal feita ou sem qualquer sentido também pode quebrar as expectativas do publico, fazendo com que deixem a obra imediatamente. Não vou dar exemplos, para evitar spoillers, mas todos nós temos em mentes narrativas que preferiríamos que tivessem continuado a seguir por bons ventos, ao invés de singrar em direção a um mar turbulento.</div><div>4- Mortes desnecessárias: a menos que um livro seja sobre assassinatos, deve-se tomar muito cuidado ao ceifar a vida de um personagem importante. A morte pura e simples, sem objetivo, apenas para chocar o leitor dissocia-se da trama e pode enfraquecê-la. Leitores se afeiçoam por personagens. A morte não deve ser tratada de forma leviana.</div><div>5- Livros sem marcador na contracapa: algumas pessoas não gostam de usar a contracapa para marcar o livro, pois fazer isso a deixa toda estropiada. Eu adoro! Ver a capa toda estropiada é a forma de saber que eu li determinado livro até o fim. Pode parecer um crime, mas tenho centenas de livros em casa e a capas estropiadas são meus indicadores de quais foram lidos e quais ainda não.</div><div>6- Jornadas sem impacto na trama: desde o Senhor dos Anéis que aprendemos uma lição: o mais importante é a jornada. Por isso quando leio um livro e percebo que, toda jornada de evolução dos personagens, de nada impactou no fim da história é bem frustrante. Um autor que vende milhões de cópias no mundo inteiro fez isso, em um livro relativamente recente. Não vou citar nomes novamente, para não dar spoillers, mas deixa claro que todos nós estamos suscetíveis a esse tipo de erro.</div><div>7- Série de livros que muda de editora: eu particularmente gosto de um padrão e acho irritante quando uma série de livros que acompanho muda de editora, o que consequentemente muda o estilo da capa, às vezes até o tamanho do livro em si. Sei que às vezes é uma decisão editorial necessária, mas que incomoda, incomoda.</div><div>8- Série de livros que demoram em sair: existem autores que realmente escrevem muito. Algumas séries chegam a ter 20(vinte) continuações. Infelizmente elas chegam a nós a conta gotas, às vezes por conta da editora, por vezes por conta do autor (que neste caso escreve de menos ou é muito perfeccionista). Não vou ficar cobrando os autores que estão devendo continuações, ainda mais porque um deles prometeu matar mais “Starks” caso isso acontecesse.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_222b281ab86d4ea4a0d7b00793845193~mv2_d_1654_2480_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 livros com criaturas fantásticas que marcaram minha vida de autor</title><description><![CDATA[1- Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban: O primeiro da saga que eu li, adoro os dementadores e o quanto eles são sombrios.2- A Batalha do Apocalipse: Foi o livro nacional de fantasia que me deu um grande impulso e ânimo para ser escritor.3- Academia de Vampiros; Beijo das Sombras: Apesar de ser livro de menina tipo Crepúsculo (rs), as personagens são melhores, mais sensuais e os vampiros são mais bem tratados.4- Frankenstein: O primeiro clássico antigo que eu li, a tensão e o terror em cima<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_b904f140b7d74d769a65bc7c7c992da9%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_263/be5ce4_b904f140b7d74d769a65bc7c7c992da9%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Diego Romero</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/18/TAG-4-livros-com-criaturas-fant%C3%A1sticas-que-marcaram-minha-vida-de-autor</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/18/TAG-4-livros-com-criaturas-fant%C3%A1sticas-que-marcaram-minha-vida-de-autor</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2016 16:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_b904f140b7d74d769a65bc7c7c992da9~mv2.jpg"/><div>1- Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban: O primeiro da saga que eu li, adoro os dementadores e o quanto eles são sombrios.</div><div>2- A Batalha do Apocalipse: Foi o livro nacional de fantasia que me deu um grande impulso e ânimo para ser escritor.</div><div>3- Academia de Vampiros; Beijo das Sombras: Apesar de ser livro de menina tipo Crepúsculo (rs), as personagens são melhores, mais sensuais e os vampiros são mais bem tratados.</div><div>4- Frankenstein: O primeiro clássico antigo que eu li, a tensão e o terror em cima do monstro de Frankenstein são incríveis.</div><div>5: Dracula: O que dizer? Bram Stoker é o rei do terror. Dracula é uma obra prima.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_333165e291254db6a36820c080a7a667~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 livros que superaram minhas expectativas</title><description><![CDATA[1 – O hobbit.Eu assisti ao primeiro Senhor dos Anéis sem ter lido nenhum livro do Tolkien e depois disso um colega de cursinho disse para eu ler todos os livros disponíveis e me instruiu a começar pelo O Hobbit. Segui o conselho esperando um livro meio sem graça já que os hobbits pareciam crianças bobas no primeiro filme da trilogia. E foi pro isso que eu me surpreendi, Bilbo Bolseiro me deixou boquiaberto ao matar aranhas gigantes, lutar contra goblins e orcs sem ser um estorvo para os anões.<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_31ab9c4d5ff64cfeb55100d4257e96c4%7Emv2.jpg/v1/fill/w_272%2Ch_307/be5ce4_31ab9c4d5ff64cfeb55100d4257e96c4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Saulo Moreira</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/18/TAG-5-livros-que-superaram-minhas-expectativas</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/18/TAG-5-livros-que-superaram-minhas-expectativas</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2016 13:01:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_31ab9c4d5ff64cfeb55100d4257e96c4~mv2.jpg"/><div>1 – O hobbit.</div><div>Eu assisti ao primeiro Senhor dos Anéis sem ter lido nenhum livro do Tolkien e depois disso um colega de cursinho disse para eu ler todos os livros disponíveis e me instruiu a começar pelo O Hobbit. Segui o conselho esperando um livro meio sem graça já que os hobbits pareciam crianças bobas no primeiro filme da trilogia. E foi pro isso que eu me surpreendi, Bilbo Bolseiro me deixou boquiaberto ao matar aranhas gigantes, lutar contra goblins e orcs sem ser um estorvo para os anões. Acabou se mostrando muito útil ao grupo de aventureiros. Vale ressaltar que a batalha dos cinco exércitos foi o meu primeiro contato com batalhas campais na literatura e me deixou bem tenso e emocionado.</div><div>2 – Encarnação de José de Alencar</div><div>Livro que eu fui obrigado a ler por causa de trabalho escolar e era muito difícil que eu lesse algo na época do colégio. Pensei que seria só mais romance nacional chato e idiota (na minha cabeça vazia de adolescente todos eram). Me surpreendi com toda a tensão criada em torno das figuras e manequins que haviam na casa de Hermano e ao final eu fiquei torcendo para que não fosse um romance trágico e que o casal terminasse junto.</div><div>3 – Macunaíma</div><div>Livro que novamente fui obrigado a ler, desta vez por causa de vestibular. Mais um livro chato de índio apaixonado, pensava eu. Já não basta ter que aturar o Márcio Garcia falando um português melhor que o meu? Fiquei espantado com o nosso herói sem nenhum caráter. Não era todo dia que se via um índio que “brincava” com a própria cunhada, se vestia de mulher pra enfrentar um gigante e percorria todo o território nacional correndo como se não houvesse amanhã.</div><div>4 – A Batalha do Apocalipse</div><div>Mais um livro nacional nesta lista, sim eu tinha um preconceito enorme com literatura nacional e sei que muitos ainda tem, mas a verdade é que muita gente escreve coisa boa por aqui. Este livro eu não fui obrigado a ler. Vi um colega de faculdade com ele em mãos, anotei o nome da obra e o nome do autor, Eduardo Spohr. Tive a impressão que não era nacional de tão bom que achei a narrativa, pensava: Spohr, este sobrenome não deve ser brasileiro, está bom demais pra ser nacional. Felizmente era nacional sim e eu estava apenas exercendo nosso complexo de vira-lata.</div><div>5 – Convite para um Homicídio</div><div>O livro mais importante a passar na minha vida, na época que eu só lia se fosse obrigado e foi este romance policial da nossa rainha do crime, Agatha Christie, que me fez tomar gosto pela leitura. Nunca fui um viciado em literatura, um leitor voraz, mas se hoje em dia gosto de ler e crio minhas próprias histórias para contar para vocês foi por ter visto neste livro como que a literatura era tão emocionante e marcante quanto o cinema.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_9b4d2c906e644f6ab6e617a916f3d928~mv2_d_2008_2835_s_2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Entrevista Alessandra Tapias</title><description><![CDATA[A editora Pendragon tem um enorme orgulho de seus talentosos autores e por isso nos dedicamos muito a conhecê-los. Hoje entrevistamos a talentosa escritora Alessandra Tapias, um nome que promete muito sucesso.Vamos lá.EP – Fale um pouco sobre você, sua história, sonhos, objetivos.Eu sou apaixona por livros. Dos clássicos aos mais modernos. Não tenho preconceito com a idade dos livros, muito pelo contrário. Os autores sempre tem algo a dizer. Seja há duzentos anos quanto hoje.Cresci no meio dos<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_12a04d9a722044a48fa2b4a598163a04%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_263/be5ce4_12a04d9a722044a48fa2b4a598163a04%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Editora Pendragon</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/14/Entrevista-Alessandra-Tapias</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/14/Entrevista-Alessandra-Tapias</guid><pubDate>Thu, 14 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A editora Pendragon tem um enorme orgulho de seus talentosos autores e por isso nos dedicamos muito a conhecê-los. Hoje entrevistamos a talentosa escritora Alessandra Tapias, um nome que promete muito sucesso.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_12a04d9a722044a48fa2b4a598163a04~mv2.jpg"/><div>Vamos lá.</div><div>EP – Fale um pouco sobre você, sua história, sonhos, objetivos.</div><div>Eu sou apaixona por livros. Dos clássicos aos mais modernos. Não tenho preconceito com a idade dos livros, muito pelo contrário. Os autores sempre tem algo a dizer. Seja há duzentos anos quanto hoje.</div><div>Cresci no meio dos livros e por isso tenho tanta afeição por eles. Meu sonho é que toda criança tenha essa mesma oportunidade no Brasil; ou que pelo menos tenham acesso a eles. Já participei de alguns projetos que levam os livros para as crianças e quero muito que isso se perpetue.</div><div>EP – Como a literatura e você tornaram-se intimas?</div><div>Como eu disse os livros e eu sempre fomo um pouco íntimos. Já a arte de escrever é mais recente. E essa intimidade surgiu depois do contato com outros autores. Foram eles que me despertaram a vontade de escrever.</div><div>EP – Quando decidiu ser escritora? Alguém a incentivou?</div><div>Por causa do blog (Tô Pensando em Ler) eu fiz alguns trabalhos para outros autores, como leitura beta por exemplo. E isso aguçou minha curiosidade sobre o processo de escrita. Então decidi fazer um curso de Escrita Criativa para entender melhor o que eujá estava fazendo, mas eis que surgiu essa vontade de escrever. Mesmo sem acreditar em mim e na minha capacidade, meus dois professores (Giulia Moon e Walter Tierno) e os outros alunos me incentivaram.</div><div>Postei alguns contos no blog e os leitores também me incentivaram muito. E já que todos estavam gostando de “me ler”, resolvi arriscar. E tem sido uma agradável surpresa.</div><div>EP – Como funciona seu processo criativo? Você tem hábitos ou manias?</div><div>Tenho muitas ideias o tempo todo, e gravo todas elas na minha agenda.</div><div>Quando decido que uma delas está pronta para ser desenvolvida, eu começo a literalmente a conversar com os protagonistas, e deixo que eles me contem o que querem fazer. Coloco essas ideias em bilhetes e vou separando como se fossem capítulos. Cada bilhete é um plot. E quando acho que todos os plots já estão prontos, começo a escrever.</div><div>Parece confuso. E é mesmo. Mas tem funcionado.</div><div>EP – O que te inspira no momento da construção de suas obras?</div><div>As pessoas e as músicas. Conversas alheias no ônibus (Sim, eu fico prestando atenção na conversa dos outros), fofocas dos artistas na televisão, histórias que o povo conta. As músicas sempre inspiram muito. Cada personagem teve sua música tocada. Dessa mistura saiu cada uma das histórias.</div><div>EP – Quais são suas influências literárias?</div><div>Desde que descobri essa veia literária, minhas maiores influências tem sido Leila Rego e Walter Tierno. Me inspiro muito nesses dois.</div><div>EP – Alguma técnica para criar personagens e trama?</div><div>Não que eu saiba. (risos). Vou dar um exemplo: A Marieta (personagem do ebook disponível na Amazon, “Vai Que é sua, Marieta”), nasceu de uma história de uma mulher que perdeu a mala no aeroporto. Pronto. Aí imaginei uma moça que viveu a vida toda na roça e de repente ganha um sorteio de uma viagem para New York com tudo pago. Claro que ela perde a mala no aeroporto, mas não é só isso que acontece, Marieta passa por poucas e boas.</div><div>EP – Existe alguma mensagem específica que você tenta transmitir aos leitores?</div><div>Rir. Divirta-se. Tá faltando isso. Ler não tem que ser uma coisa séria o tempo todo. É bom pegar um livro e rir. Assim como é bom rir da vida também. O mundo tá ficando muito chato. Tá faltando diversão.</div><div>EP – Fale um pouco sobre seu livro e personagens.</div><div>CONTOS AMARGOS é um livro escrito junto com três amigos que escrevem muito! Não é porque são meus amigos, não; mas eles são feras mesmo!</div><div>Nos juntamos para escrever dezesseis histórias que tem o intuito de emocionar o leitor. Cada uma traz uma emoção diferente. É impossível o leitor não se afeiçoar a pelo menos uma das histórias. Essa é a intenção. Que ela toque o coração do leitor e arranque algumas lágrimas.</div><div>EP – Deixe um recadinho para seus leitores.</div><div>CONTOS AMARGOS está chegando para que vocês nos conheçam melhor, espero que gostem do que preparamos.</div><div>Mas enquanto o livro não vem, eu convido todos para irem até o blog http://topensandoemler.blogspot.com.br/ , toda quarta-feira tem um conto inédito escrito por um de nós no blog. Esses contos publicados no blog são exclusivos e não foram publicados.</div><div>Então, se quiser nos conhecer e conhecer a escrita de cada um, basta nos fazer uma visita. Toda quarta, sem falta, um conto novo.</div><div>Espero vocês lá!</div><div>Entre em contato com a autora:</div><div>Facebook: https://www.facebook.com/topensandoemler</div><div>Página do blog: https://www.facebook.com/blogtopensandoemler/</div><div>Página do livro: https://www.facebook.com/contosamargosBlog: http://topensandoemler.blogspot.com.br/</div><div>Twitter: https://twitter.com/leletapias</div><div>Instagram: https://instagram.com/leletapias</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Poema do Sonho</title><description><![CDATA[Olá fieis leitores do Blog do Dragão, essa semana trago a vocês um poema que escrevi meio sonambula e que foi baseado num sonho que tive. Fiquei meio receosa de compartilhá-lo, pois gosto muito dele e tenho medo das críticas. O que me levou a publicá-lo foi o pedido de um amigo que me encorajou. Espero que gostem.Poema do SonhoO medo rondava minha almaComo uma serpentePronta para o dar o bote final,Mas algo me mantinha calma,Tinha que salvar aquela genteDo meu âmago surgia uma chama fatal.E eu<img src="http://static.wixstatic.com/media/d9d1200a9db0d059bddfcd7b25ccb929.jpg"/>]]></description><dc:creator>Amanda Novachi</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/11/Poema-do-Sonho</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/11/Poema-do-Sonho</guid><pubDate>Wed, 13 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Olá fieis leitores do Blog do Dragão, essa semana trago a vocês um poema que escrevi meio sonambula e que foi baseado num sonho que tive. Fiquei meio receosa de compartilhá-lo, pois gosto muito dele e tenho medo das críticas. O que me levou a publicá-lo foi o pedido de um amigo que me encorajou. Espero que gostem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/d9d1200a9db0d059bddfcd7b25ccb929.jpg"/><div>Poema do Sonho</div><div>O medo rondava minha alma</div><div>Como uma serpente</div><div>Pronta para o dar o bote final,</div><div>Mas algo me mantinha calma,</div><div>Tinha que salvar aquela gente</div><div>Do meu âmago surgia uma chama fatal.</div><div>E eu seria capaz!</div><div>Nada poderia me derrubar!</div><div>Esse era o meu destino...</div><div>Uma tentativa audaz</div><div>Me faria lutar</div><div>Como se eu soubesse meu caminho.</div><div>A tempestade se aproximava.</div><div>Raios destruiriam inocentes.</div><div>E eu não poderia recuar.</div><div>Muita coisa que amava</div><div>Esqueceria completamente,</div><div>A grande onda tem poder de matar.</div><div>Eu também tenho o poder.</div><div>Sei que posso me sacrificar.</div><div>Vidas inocentes serão resgatadas.</div><div>Eles têm medo de morrer...</div><div>A Tempestade vai chegar...</div><div>A cada contagem mais almas amedrontadas.</div><div>Ninguém confia que poderei.</div><div>Ninguém acha que terei sucesso.</div><div>Ninguém mais acredita em mim,</div><div>Mas sua confiança obterei.</div><div>Sei que verão meu progresso.</div><div>Não posso culpá-los por serem assim...</div><div>É chegada a hora.</div><div>Não sei se me despeço.</div><div>Que bela última visão...</div><div>E é agora!</div><div>Talvez não tenha regresso...</div><div>Adeus ao horizonte, ao clarão...</div><div>Adeus, o problema está tão longe,</div><div>Mas cada vez mais perto.</div><div>Posso sentir a vibração pulsante.</div><div>A varanda de madeira do templo</div><div>Talvez não seja suficiente,</div><div>Não há tempo para testes.</div><div>Não há espaço para falhas.</div><div>Sei o que me espera.</div><div>Se sobreviver, sei o que me aguarda.</div><div>Não me darei ao luxo de chorar.</div><div>Lágrimas podem desconcentrar.</div><div>Estou proibida de errar.</div><div>Será?</div><div>Será mesmo que conseguirei?</div><div>Nunca saberei se não tentar...</div><div>Sou a única esperança</div><div>De um mundo condenado,</div><div>De um povo desamparado.</div><div>É um mistério</div><div>A condenação desse mundo.</div><div>Não há um só culpado.</div><div>Sinto a chama me consumir</div><div>A cada segundo...</div><div>Sinto raiva, medo e tristeza...</div><div>Não me sinto mais incapaz.</div><div>E se tiver que ir</div><div>Assim será.</div><div>O céu é uma festa de cinza e roxo,</div><div>Os raios são holofotes prateados.</div><div>O tsunami completa o magnífico e catastrófico quadro.</div><div>A descarga é lançada.</div><div>Se aguentar três: vitória!</div><div>Senão, morte certa...</div><div>São lançados os dados da sorte.</div><div>Com sua foice aguarda a morte,</div><div>Mas meu coração permanece forte.</div><div>Todos torcem por mim agora,</div><div>Perceberam que sou sua última chance.</div><div>Alguns vibram, outros choram...</div><div>Primeiro raio, diga não à derrota!</div><div>Segundo raio, diga não à fraqueza!</div><div>Terceiro raio... Vitória!</div><div>O tsunami ainda aguarda</div><div>Sua vez de causar mal.</div><div>Revida, violentamente, sentindo-se o tal.</div><div>Todas as forças que me restam</div><div>Uso para manter a gloria.</div><div>Evitei outro desastre.</div><div>A batalha fora intensa,</div><div>Sinto o corpo desabar.</div><div>Feliz, porém, por conseguir</div><div>Ao mal derrotar.</div><div>O céu agora clareia,</div><div>Mostra o lindo pôr do sol,</div><div>Minha alma se incendeia,</div><div>Mas se apaga ao final...</div><div>Ao contrário do esperado</div><div>Não estou morta, mas bem viva</div><div>E agora me aprontam, dando vivas.</div><div>Um casamento me aguarda</div><div>Por ter salvo aquele mundo.</div><div>Não é amor, é algo imundo,</div><div>Que me querem por ganância.</div><div>Estou chorando no altar,</div><div>Mas não é felicidade.</div><div>É tristeza absoluta.</div><div>Obrigada a me casar.</div><div>Era belo e charmoso.</div><div>Era forte, musculoso.</div><div>Era rico, endinheirado.</div><div>E rude, um mal-amado.</div><div>Era pobre de alma,</div><div>Miserável de coração,</div><div>Não possuía qualquer calma,</div><div>Por qualquer coisa gritava “Não”.</div><div>Pobre coitado, casava também por obrigação.</div><div>Já calculava como fugir,</div><div>Quando arrancaram minha esperança.</div><div>Agora só haveria ilusão...</div><div>Moraria num palácio</div><div>Ou talvez numa mansão,</div><div>Teria sempre o quisesse</div><div>Menos o amor de um bom coração...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>TAG: 5 livros que me inspiraram a escrever</title><description><![CDATA[Oi gente tudo bem?Bom estar aqui com vocês de novo.Muitos livros fizeram parte da minha no decorrer dos meus muitos anos como leitora, mas alguns me marcaram de forma tão significativa que se tornaram parte de mim, tanto como leitora quanto como autora.Então, desde pequena eu leio muito e poderia facilmente criar uma lista de pelo menos cem livros que ainda hoje me fazem pensar: "Uau, eu quero mesmo fazer isso..." Mas como são apenas cinco, vamos lá, né...1 -> A Casa dos Espíritos de Isabel<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_288/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Graci Rocha</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/12/TAG-5-livros-que-me-inspiraram-a-escrever</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/12/TAG-5-livros-que-me-inspiraram-a-escrever</guid><pubDate>Tue, 12 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Oi gente tudo bem?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_2f6908bb852b434d91ef7db17b8995d1~mv2.jpg"/><div>Bom estar aqui com vocês de novo.</div><div>Muitos livros fizeram parte da minha no decorrer dos meus muitos anos como leitora, mas alguns me marcaram de forma tão significativa que se tornaram parte de mim, tanto como leitora quanto como autora.</div><div>Então, desde pequena eu leio muito e poderia facilmente criar uma lista de pelo menos cem livros que ainda hoje me fazem pensar: &quot;Uau, eu quero mesmo fazer isso...&quot; Mas como são apenas cinco, vamos lá, né...</div><div>1 -&gt; A Casa dos Espíritos de Isabel Allende: Foi o primeiro livro mais denso que li. Estava saindo daquela conhecida coleção Vagalume e lendo livros um pouco mais trabalhados e então descobri aquela obra maravilhosa. O livro me tocou de uma forma que nunca o esqueci e eu que já amava escrever, tive certeza de que um dia, quando crescesse, queria ser como Allende. Rsss. Vamos ver se chego lá, ne?</div><div>2 -&gt; Um copo de Colera de Raduan Nassar: É um livro que me transtornou. Um dia um professor leu um conto meu e pediu que eu o lesse, pois ia gostar muito do autor e da obra. E foi verdade, Raduan Nassar é um monstro da escrita, provoca muito e sabe como envolver. Esse livro me deu um up, uma vontade louca de escrever de forma tão deliciosa.</div><div>3 -&gt; A Outra Face de Sidney Sheldon: Costumo dizer que sou cria do Sheldon. Li a coleção toda dele, inclusive a biografia e além de me tornar fã incondicional do autor, tambpem aprendi muito com ele.</div><div>4 -&gt; As crônicas de Narnia de C.S. Lewis: Esse livro é um dos que me fez saber que era possível viver grandes aventuras, viajar para outros mundos através de guarda-roupas. Foi a obra que me despertou para a fantasia e me fez descobrir muito sobre mim como autora e leitora.</div><div>5 -&gt; Admirável mundo novo de Aldous Huxley: Já estou relendo a obra e é como Itálo Calvino disse uma vez: “Reler um clássico é sempre uma nova descoberta”. Acho que sempre que o ler vou descobrir o potencial do mundo, dos seres humanos e da literatura. É um dos meus livros favoritos e um dos que mais me mostra a riqueza da literatura.</div><div>Com obras assim tem como não amar a literatura?</div><div>Beijos</div><div>Graci Rocha</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_9dfb9e8634eb44eeab68bc3d12bc75c7~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sonhos</title><description><![CDATA[E ai, qual o seu sonho?“Não me diga que o céu é o limite, quando existem pegadas na lua.”Jannette McCurdyOlá leitores da Editora PenDragon, tudo bem vocês? Aqui novamente Allison RdS...No post de hoje resolvi falar com vocês sobre os nossos sonhos e a importância de tê-los sempre vivos em nossas vidas. Eu trabalhei muito tempo com doentes graves e terminais em uma unidade de terapia intensiva de um grande hospital de Ribeirão Preto e nas madrugadas infindáveis conversávamos bastante com<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_d2076a365be4427191aeb571887981b4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Allison RdS</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/11/Sonhos</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/11/Sonhos</guid><pubDate>Mon, 11 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>E ai, qual o seu sonho?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_d2076a365be4427191aeb571887981b4~mv2.jpg"/><div>“Não me diga que o céu é o limite, quando existem pegadas na lua.”</div><div>Jannette McCurdy</div><div>Olá leitores da Editora PenDragon, tudo bem vocês? Aqui novamente Allison RdS...</div><div>No post de hoje resolvi falar com vocês sobre os nossos sonhos e a importância de tê-los sempre vivos em nossas vidas. Eu trabalhei muito tempo com doentes graves e terminais em uma unidade de terapia intensiva de um grande hospital de Ribeirão Preto e nas madrugadas infindáveis conversávamos bastante com pacientes... E a lição que ficou foi uma reclamação comum entre os doentes mais graves... Eles se arrependiam de muitas coisas! Mas não de coisas que fizeram ou do que viveram, era exatamente o contrário...</div><div>A maioria tinha medo de morrer sem nunca terem feito algo significativo em suas vidas, alguns diziam que não correram os riscos necessários na profissão que escolheram, outros que não se casaram com a pessoa amada, já outros diziam que há anos não conversavam com irmãos ou com filhos por algumas desavenças, ou que não tinham pedido perdão pelos erros que cometeram...</div><div>Mas a grande maioria das queixas era de que não puderam realizar seus grandes sonhos. Alguns até choravam e isso me trazia uma sensação de total impotência, como se remedia uma dor desta?</div><div>Não há nada que um enfermeiro ou um médico possa fazer pra aliviar uma dor que vem da alma de alguém e não de seu corpo. Uma vez conheci um paciente com um câncer em fase terminal que dizia que queria ter escrito um livro com seus poemas e ter se formado médico... “Estes eram o meus maiores sonhos...” Ainda me lembro dele, disse que estudou direito por ser a profissão de seu pai e nunca publicou seus livros... Na época não existia a possibilidade de se autopublicar e mostrar seu trabalho de forma rápida... Ele morreu duas semanas depois sem tê-los publicados, sem ter estudado medicina e sem ter visto nenhum de seus sonhos concluídos. </div><div> A frase que coloquei no início do texto, expressa bem o que eu sinto em relação a isso... “Se existem passos na lua, não me digam que o céu é o limite.” Eu, Allison, nunca desisti dos meus sonhos, não quero ficar velho e chorar na frente de um garoto por ter deixado os meus problemas serem maiores que a minha vontade de realiza-los...</div><div>Concluí a universidade com mais de trinta anos, adoro minha profissão, trabalho em um hospital que é referência no país e até mesmo no exterior! Escrevi e continuo escrevendo todos os dias, consegui publicar um livro em uma editora que cresce a cada dia e este ano vou à Bienal Internacional do Livro como autor... Casei-me com a mulher mais linda desse mundo e a amo a cada dia mais...</div><div>Claro que tenho os meus problemas e estressores, mas eles NUNCA serão maiores do que a vontade que eu tenho de ver meus sonhos sendo realizados a cada dia. E você, como será a história que vai contar? Como estão seus sonhos? Engavetados? Vamos... Levante e procure realizar todos os seus projetos enquanto ainda há tempo, não depende de mais ninguém... A vida é uma só e é extremamente curta. Estão esperando o que?</div><div>Um grande abraço a todos e até os próximos posts...</div><div>Allison RdS.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>tag: Os Cinco Livros que me inspiraram a escrever – Amanda Novachi</title><description><![CDATA["Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro" - Henry David Thoreau.Os livros dessa lista me inspiraram a escrever por vários motivos, mas o principal deles será citado abaixo.1 – Trilogia de Coração de Tinta, Cornleia Funke: As citações desse livro são maravilhosas, assim como a maneira que lidam com a relação leitor-autor-personagem. É incrível!2 – Fala Sério, Thalita Rebouças: Foi o primeiro nacional que li (sem contar aqueles que lemos na escola) e sua<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_3237b237a8c641eba8648e6985a5afa8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_495%2Ch_245/66d6ac_3237b237a8c641eba8648e6985a5afa8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/09/tag-Os-Cinco-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever-%E2%80%93-Amanda-Novachi</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/09/tag-Os-Cinco-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever-%E2%80%93-Amanda-Novachi</guid><pubDate>Sat, 09 Jul 2016 15:51:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> &quot;Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro&quot; - Henry David Thoreau.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_3237b237a8c641eba8648e6985a5afa8~mv2.jpg"/><div>Os livros dessa lista me inspiraram a escrever por vários motivos, mas o principal deles será citado abaixo.</div><div>1 – Trilogia de Coração de Tinta, Cornleia Funke: As citações desse livro são maravilhosas, assim como a maneira que lidam com a relação leitor-autor-personagem. É incrível!</div><div>2 – Fala Sério, Thalita Rebouças: Foi o primeiro nacional que li (sem contar aqueles que lemos na escola) e sua escrita divertida me inspirou bastante, principalmente quando descobri que a autora fazia sucesso. Ou seja, ainda era possível tentar ser escritor no Brasil.</div><div>3 – Turma da Mônica, Maurício de Souza: Desde pequena as histórias em quadrinho dessa turminha me inspiravam a ler, quando surgiram os mangás com certeza eu continuaria a acompanhar a trajetória de Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão. Sou apaixonada pelo trabalho dele e de sua equipe. São todos muito criativos!</div><div>4 – A Série House of Night, P C Cast e Kristy Cast: A maneira moderna e diferente com que retratam os vampiros me fez ter várias ideias para escrever, mesmo tendo lido a saga toda quando já estava escrevendo Fantasy.</div><div>5 – Harry Potter, J K Rowling: Acho que nem preciso dizer nada sobre HP ter me inspirado. É uma história incrível e mesmo a história da autora também te faz ter esperanças de conseguir alcançar seus sonhos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Entrevista com Allison RDS</title><description><![CDATA[Falar de livros é sempre muito bom, mas é claro que uma obra ao chegar para o leitor já passou por muitas etapas. Surgindo na imaginação do autor e percorrendo um caminho longo de muita dedicação e trabalho, para finalmente poder transportar o leitor ao seu mundo e sua trama.A editora Pendragon traz hoje uma entrevista para que possamos conhecer um pouco melhor um de nossos talentosos autores e seu processo criativo. Allison RDS.Que tal descobrirmos um pouco mais desse mundo misterioso e mágico<img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_eb2207287c5044d9956768ddd1a36945%7Emv2.jpg/v1/fill/w_350%2Ch_281/be5ce4_eb2207287c5044d9956768ddd1a36945%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Editora Pendragon</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/07/Entrevista-com-Allison-RDS</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/07/Entrevista-com-Allison-RDS</guid><pubDate>Thu, 07 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Falar de livros é sempre muito bom, mas é claro que uma obra ao chegar para o leitor já passou por muitas etapas. Surgindo na imaginação do autor e percorrendo um caminho longo de muita dedicação e trabalho, para finalmente poder transportar o leitor ao seu mundo e sua trama.</div><div>A editora Pendragon traz hoje uma entrevista para que possamos conhecer um pouco melhor um de nossos talentosos autores e seu processo criativo. Allison RDS.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/be5ce4_eb2207287c5044d9956768ddd1a36945~mv2.jpg"/><div>Que tal descobrirmos um pouco mais desse mundo misterioso e mágico da literatura através do Allison e sua escrita maravilhosa?</div><div>Vamos nessa...</div><div>EP – Conte-nos um pouco sobre você.</div><div>Olá, tudo bem? Bom... Vamos lá, o meu nome é Allison, tenho 35 anos, sou enfermeiro de um grande hospital de Ribeirão Preto, cidade onde nasci e vivo até hoje, sou casado há 1 ano e meio com uma moça muito linda chamada Jacqueline, também enfermeira... Escrevo há dois anos e agora faço parte da família da editora PenDragon, onde o meu livro novo foi lançado no final de Junho...</div><div>EP – Como a literatura se tornou parte da sua vida?</div><div>A literatura sempre fez parte da minha vida, desde muito pequeno sou um leitor assíduo, tive bons exemplos na família, meu avô sempre estava com algum livro em mãos e tinha em sua casa uma vasta biblioteca, na qual eu podia ler qualquer um, desde que o colocasse no exato lugar de onde o tirei... Rsrsrs... Aprendi desde cedo a ler Agatha Christie, Tom Clancy e Sidney Sheldon, entre muitos outros... No colégio li praticamente toda a coleção Vagalume (Pra quem não conhece, a coleção trazia somente livros nacionais e eram excelentes...). A paixão pelos livros fez naturalmente com que a vontade de escrever aparecesse.</div><div>EP- O que a escrita significa para você?</div><div>Pra mim a escrita é uma grande terapia, quando fico dois dias sem escrever é como deixasse de comer... Preciso escrever ou as vozes que ficam em minha cabeça não me deixam em paz, rsrsrs...</div><div>EP – Conte um pouco sobre seu processo criativo, seus hábitos, manias e como você desenvolve personagens e histórias.</div><div>Normalmente o tema da história “aparece” do nada, quando eu menos espero tenho uma nova idéia, acho que sopram no meu ouvido... Rsrsrs... Como os meus horários no hospital não são fixos e tenho muitos compromissos, procuro reservar pelo menos uma hora por dia para escrever, não sigo uma meta de numero de paginas ou palavras, apenas me sento em frente ao computador, coloco os meus fones de ouvido e escrevo... A música é uma necessidade para escrever bem, não consigo escrever uma frase sequer sem os fones de ouvido. Já os personagens não necessariamente começam de forma complexa, alguns são baseados em alguém que conheço, outros são uma mistura de personalidades com as quais tive contato, tenho muita sorte neste aspecto, pois trabalhei e continuo trabalhando com pacientes e profissionais da saúde muito complexos e cheios de histórias pra contar...</div><div>EP – O que te inspira no momento da construção de suas obras?</div><div>Nossa... Várias coisas, um filme, uma imagem, uma música, algo que vi no trabalho, alguma história que ouvi de alguma pessoa, enfim... Infinitas fontes. Já no momento de escrever a música que estou ouvindo influencia diretamente, se quero escrever alguma cena mais enigmática, ouço Nightwish, algo mais tenso ouço Sepultura ou Slipknot, algo mais divertido sempre ouço AC/DC... Mas sempre ouço rock... Acho que é basicamente isso.</div><div>EP – Quais são suas influências literárias?</div><div>Várias, de Julio Verne à Machado de Assis, mas as principais sem dúvidas são: Ken Follet (pra mim o melhor autor do mundo), J.R.R.Tolkien, não preciso explicar sobre esse e toda a sua genialidade, não é? Rsrsrs... Stephen King, Tom Clancy e André Vianco...</div><div>EP – Algum outro tipo de influência como pessoas reais, locais, músicas?</div><div>Sempre, como disse a minha profissão me leva ao encontro de histórias e personalidades incríveis, tenho muita sorte neste aspecto.</div><div>EP – Existe alguma mensagem específica que você tenta transmitir aos leitores?</div><div>Não necessariamente específica, acho que talvez a resiliência seja um aspecto comum em tudo que eu faço. Em quase tudo o que escrevo, os personagens tem uma grande capacidade de adaptação e superação de problemas, mas coloco isso de forma inconsciente, não escrevo uma história já pensando em uma mensagem específica.</div><div>EP – Agora conte-nos mais sobre seu livro e personagens.</div><div>Etéreo se passa em três momentos, a primeira parte acontece em 2012 com eventos entre o Brasil e a Antártica, onde uma pirâmide é encontrada por dois pesquisadores brasileiros e todo o potencial de pesquisa de uma nova civilização se torna incrível, o problema é que uma poderosa organização procura por esta pirâmide há muitos séculos e por todo o poder contido nesta pirâmide. A segunda parte acontece na guerra entre o Egito e o império persa no ano de 525 AC, onde eu explico a origem desta organização e de todos os personagens milenares, o motivo pelo qual a organização é formada, também coloco algumas alianças entre homens comuns e deuses e claro, falo sobre a guerra entre o Egito e a Pérsia, que pra muitos é totalmente desconhecida e quase acabou com civilização egípcia. Para concluir a história volta ao Brasil no ano de 2015, onde se encerram as alianças e as últimas batalhas são travadas. Os personagens principais são Darius, Iaret, Layla e Naviid, mas se contar o que cada um é, acabo dando spoilers de todo o universo do Etéreo, então é melhor não contar essa parte... Rsrsrs...</div><div>EP – Deixe um recadinho para seus leitores.</div><div>Bom... Primeiro eu gostaria de agradecê-los... Obrigado por lerem meus trabalhos e espero que gostem do Etéreo, espero que a história de Iaret e Darius os encante e que eu possa passar um pouquinho de informação com livro, espero vê-los nos próximos trabalhos...</div><div>Gostou de conhecer este talentoso autor e quer saber mais? </div><div>Entre em contato e acompanhe-o pelas redes sociais:</div><div><a href="https://web.facebook.com/allisonrds/?notif_t=page_fan&amp;notif_id=1467518701283553;">Allison RdS</a></div><div><a href="https://web.facebook.com/Et%C3%A9reo-1497519533889998/?fref=ts">Etéreo</a></div><div>Instagram: @allisonrds </div><div><a href="https://www.skob.com.br/autor/16209-allison-rds.">Skoob do autor</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ah! Os Clássicos...</title><description><![CDATA[Eu comecei a ler e tomei gosto pela leitura por meio de livros nacionais, em especial livros da coleção vagalume. Meu passo seguinte, não foi comprar os livros best sellers ou ir atrás de autores contemporâneos famosos. Eu só fui ter contato com Harry Potter, Bernard Cornwell ou meu atual escritor favorito Stephen King muito tempo depois, no meu segundo ano da faculdade.Antes de ler os autores atuais eu li uma quantidade generosa de autores clássicos. Existem muitas editoras, principalmente no<img src="http://static.wixstatic.com/media/2182b252fdcc4274bf0a3feddbba1df8.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lucas Fernandes</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/06/Ah-Os-Cl%C3%A1ssicos</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/06/Ah-Os-Cl%C3%A1ssicos</guid><pubDate>Wed, 06 Jul 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2182b252fdcc4274bf0a3feddbba1df8.jpg"/><div>Eu comecei a ler e tomei gosto pela leitura por meio de livros nacionais, em especial livros da coleção vagalume. Meu passo seguinte, não foi comprar os livros best sellers ou ir atrás de autores contemporâneos famosos. Eu só fui ter contato com Harry Potter, Bernard Cornwell ou meu atual escritor favorito Stephen King muito tempo depois, no meu segundo ano da faculdade.</div><div>Antes de ler os autores atuais eu li uma quantidade generosa de autores clássicos. Existem muitas editoras, principalmente no formato de bolso, que publicam livros clássicos.</div><div>Eu aconselho a todos vocês, sejam leitores, sejam escritores, que deem uma boa olhada nos clássicos. Não se fiem naquela impressão antiquada de que, os livros de antigamente são chatos. Sim, eles são um pouco mais densos e mais descritivos, mas isso é tanto um defeito quanto uma qualidade.</div><div>Em tempos de Harlan Coben, é necessário entender a raiz desses livros. Edgar Alan Poe nos deu os primórdios do detetive intuitivo, refinado com maestria por Sir Arthur Conan Doyle. A inteligência das historias de Sherlock Holmes ultrapassa a velocidade dos thrillers que temos hoje. Se você gosta de livros de investigação, pode ir buscar ótimos exemplares nesses autores. Não irá se arrepender. Poe também pode lhe fornecer contos de terror de ótima qualidade. O Corvo é um poema genial. (existem diversas traduções, a melhor feita por Homer Simpson no primeiro episodio do dia das bruxas, segunda temporada).</div><div>Acredite em mim quando digo que você não leu um livro denso se ainda não leu as obras de Fiódor Dostoiévski. Confesso que achei Irmãos Karamazov um pouco chato, tanto que o li em duas etapas, mas é um livro fantástico de toda forma. Crime e Castigo é uma obra prima sobre culpa e crime. Altamente recomendável para aqueles que apreciam o lado mais psicológico de um assassinato. Existem obras menores desse autor, como o Jogador.</div><div>Passei por muitas obras enquanto investigava os clássicos, que só conhecia por fama. Fiquei impressionado com Frankenstein de Mary Shelley. Muito mais do que as diversas obras cinematográficas que representam esse monstro, temos no livro uma história humana, um genuíno relacionamento entre pai e filho, criador e criatura. Esqueça os pregos enormes no pescoço, as bobinas de tesla e a testa proeminente. Leia o livro e descubra o verdadeiro Frankenstein.</div><div>Perca um tempo também para conhecer realmente os outros monstros da literatura. O Médico e O Monstro é uma obra poderosa de Robert Louis Stevenson sobre o bem e o mal que reside dentro de cada um de nós. O Drácula de Bram Stoker é Vlad Tepes em sua melhor forma, muito antes dos vampiros começarem a brilhar no sol.</div><div>Mas nem só de livros densos e psicológicos vivia a literatura clássica. Temos obras infanto-juvenis de qualidade altíssima, que faria qualquer moleque se apaixonar pelo mundo das palavras. Os livros de Julio Verne são ótimos exemplos. Viagem ao centro da terra, 20.000 Léguas Submarinas, Volta ao Mundo em oitenta dias, para citar apenas os mais famosos.</div><div>A verdade é que muitos clássicos são poderosos demais. Foram escritos em épocas diferentes, onde não havia globalização, internet ou whatsapp para incomodar ou auxiliar esses escritores. A grande maioria foram filhos da necessidade, escreviam a realidade que viviam e escreviam para poder comer, embora, segundo alguns só desse para o pão e não para manteiga. Viviam em épocas diferentes. Escreviam livros diferentes.</div><div>Nossos clássicos nacionais também possuem grande valor, mas talvez carreguem o estigma de serem chatos muito mais do que os clássicos estrangeiros. Eu sempre gostei de Machado de Assis e José de Alencar. Li várias de suas obras. Acompanhei um ou outro livro de outros autores mais conhecidos e não me arrependi de dedicar meu tempo a eles. Cheguei a mestrar uma aventura de RPG de terror baseada num desses livros clássicos.</div><div> O roteiro era simples. Numa cidadezinha pessoas começam a desaparecer misteriosamente. Meus jogadores descobriram, pasmados, que o dono do manicômio local estava internando pessoas sãs e fazendo experimentos bizarros com elas. O nome do manicômio era Green House. Conseguem adivinhar o autor e o nome do livro em que essa historia foi baseada?</div><div>Por fim, não posso deixar de falar de Vitor Hugo. Não me envergonho de dizer que chorei lendo Os Miseráveis. É uma obra muito forte, que destrincha a alma humana, mostrando todas as suas minucias. É uma fonte que muitos autores bebem até hoje, inclusive a TV Globo. Trabalhadores do Mar foi um livro que me deixou completamente sem palavras em seus capítulos finais. Uma demonstração sublime de perseverança e honestidade. E é claro, o Corcunda de Notre-Dame é muito mais que um desenho da Disney.</div><div>Descubram os clássicos por si próprios. Não os recebam adaptados para os dias de hoje porque eles não foram escritos nos dias de hoje. Descubram autores novos, porém antigos, que não estão mais entre nós, mas nos deixaram mensagens importantes.</div><div>Suas melhores e mais íntimas ideias.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>tag: Os Cinco Livros que me inspiraram a escrever - Lucas Fernandes</title><description><![CDATA["Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro" - Henry David Thoreau.Cada livro que eu leio não serve apenas como entretenimento, mas também como um professor exigente. Cada autor tem um estilo próprio e é essa bagagem literária que carregamos que o define. Série Torre Negra (Stephen King): Como mestre de RPG eu sempre mestrei campanhas contando histórias épicas, onde os personagens se desenvolvem em um cenário amplo, com vilões marcantes e muitas<img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_3237b237a8c641eba8648e6985a5afa8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/05/tag-Os-Cinco-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever-Lucas-Fernandes</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/07/05/tag-Os-Cinco-Livros-que-me-inspiraram-a-escrever-Lucas-Fernandes</guid><pubDate>Tue, 05 Jul 2016 15:48:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> &quot;Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro&quot; - Henry David Thoreau.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/66d6ac_3237b237a8c641eba8648e6985a5afa8~mv2.jpg"/><div>Cada livro que eu leio não serve apenas como entretenimento, mas também como um professor exigente. Cada autor tem um estilo próprio e é essa bagagem literária que carregamos que o define.</div><div><div>Série Torre Negra (Stephen King): Como mestre de RPG eu sempre mestrei campanhas contando histórias épicas, onde os personagens se desenvolvem em um cenário amplo, com vilões marcantes e muitas reviravoltas. A Série Torre Negra foi a primeira série de livros que realmente me mostrou que eu podia escrever algo assim e não apenas narrar. É uma série completa com humor, terror, fantasia, aventura, drama e romance. É mestre King em sua melhor forma. </div><div>Os Miseráveis (Victor Hugo): Eu chorei lendo os Miseráveis e foi onde aprendi como um autor pode despertar sentimentos apenas com a escrita. Vitor Hugo não me ensinou apenas a escrever, mas também as minucias da natureza humana.</div><div>Os Sete (André Vianco): Com certeza não sou o único que foi inspirado por André Vianco. Ele mostrou que é possível ser um escritor de sucesso na literatura nacional, escrevendo ficção. É claro que vieram muitos outros escritores fantásticos desde então. Tenho todas as obras de Raphael Draccon e Eduardo Spohr, mas Vianco foi o primeiro com quem tive contato. Sempre vou me lembrar com muita vivacidade daqueles vampiros portugueses.</div><div>Vampiro, A Máscara (Mark Rein Hagen): Não é exatamente um livro de literatura. É um livro de regras, mas foi meu primeiro livro de RPG. Foi ele quem começou a me ensinar a contar histórias, fossem elas escritas ou simplesmente narradas.</div><div>O Código Da Vinci (Dan Brown): Talvez seja meio óbvio constar aqui um dos maiores best sellers da literatura, mas foi o meu primeiro romance policial de aventura e foi muito intenso. Entre perseguições e uma história milenar, aprendi muito sobre trabalhar as expectativas do leitor e alternar entre capítulos.</div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Entardecer</title><description><![CDATA[Olá queridos leitores, gosto muito de escrever poesia e hoje trago para vocês uma ainda mais especial. Esta foi escrita para um senhor, meu vizinho, com o intuito de deixá-lo um pouco mais feliz. Ele reclamava que recebia apenas contas e que não gostava do escuro, por isso escrevi para ele esta poesia e enviei para ele como uma carta.Poema do EntardecerO sol se deita no horizonte E a luz o segue sem tardar. O escuro da noite bate em tua fronte E a tristeza vem lhe tocar.É tão triste quando a luz<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_8927bf48ffac4bcda36242f3875956fa.jpg"/>]]></description><dc:creator>Amanda Novachi</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/12/Entardecer</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/12/Entardecer</guid><pubDate>Thu, 12 May 2016 14:04:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_8927bf48ffac4bcda36242f3875956fa.jpg"/><div>Olá queridos leitores, gosto muito de escrever poesia e hoje trago para vocês uma ainda mais especial. Esta foi escrita para um senhor, meu vizinho, com o intuito de deixá-lo um pouco mais feliz. Ele reclamava que recebia apenas contas e que não gostava do escuro, por isso escrevi para ele esta poesia e enviei para ele como uma carta.</div><div>Poema do Entardecer</div><div>O sol se deita no horizonte E a luz o segue sem tardar. O escuro da noite bate em tua fronte E a tristeza vem lhe tocar.</div><div>É tão triste quando a luz se apaga, Ouvi alguém dizer, E a noite escura então propaga O escuro onde não posso ver.</div><div>No escuro não há qualquer claridade E tem quem pense que não há vida,</div><div>Mas existirão criaturas por toda a eternidade Que esperam a noite para sua saída.</div><div>E não são criaturas malvadas, Têm apenas um costume diferente, De vagar no escuro, caladas, Enquanto dorme a gente.</div><div>E quando a luz se esconde no céu, Temos uma bela e nova visão, A luz noturna estende seu véu Em forma de lua e estrelas, constelação.</div><div>Mas se mesmo assim ainda não gostar, Pense então mais profundo, Que quando aqui a noite chegar, É amanhecer do outro lado do mundo.</div><div>Então quando entardecer, Tente com outros olhos olhar, Basta sempre lembrar Que em algum lugar alguém vê o amanhecer.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Amigos</title><description><![CDATA[A poesia que eu vim dividir aqui hoje é muito forte pra mim porque ela fala sobre meu avô Geraldo. Ele era um grande exemplo pra mim e alguém em que eu tento sempre me inspirar, ele era bom e gentil e um grande contador de histórias! Eu aprendi a contar histórias ouvindo atentamente todas as aventuras que ele tinha vivido! Ele me ensinou lições valiosas e me guiou como se fosse a minha consciência. Era meu maior amigo e aliado em tudo o que eu quisesse fazer! Ele me ensinou não só que eu poderia<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_122e06fefff24dda90a4d064ba4a2a0c.jpg"/>]]></description><dc:creator>Déborah Felipe</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/11/Amigos</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/11/Amigos</guid><pubDate>Wed, 11 May 2016 13:51:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_122e06fefff24dda90a4d064ba4a2a0c.jpg"/><div>A poesia que eu vim dividir aqui hoje é muito forte pra mim porque ela fala sobre meu avô Geraldo. Ele era um grande exemplo pra mim e alguém em que eu tento sempre me inspirar, ele era bom e gentil e um grande contador de histórias! Eu aprendi a contar histórias ouvindo atentamente todas as aventuras que ele tinha vivido! Ele me ensinou lições valiosas e me guiou como se fosse a minha consciência. Era meu maior amigo e aliado em tudo o que eu quisesse fazer!</div><div>Ele me ensinou não só que eu poderia ser tudo o que eu quisesse, mas também a acreditar que um dia todos os meus sonhos poderiam se tornar realidade!</div><div>Ainda hoje, eu sinto a falta dele todos os dias! Não tem um dia em que eu não pense nele, no que ele me diria, se ele aprovaria a adulta que eu tenho me tornado, nas palavras de sabedoria que fazem tanta falta nos momentos mais difíceis... Essa poesia foi feita exatamente um mês depois da morte dele. Esse ano, completou 10 anos de seu falecimento... E seria o centenário do nascimento dele... E por isso &quot;pra você esses versos dediquei...&quot; Poesia de 8 de agosto de 2004 (domingo)Amigos<div>Já faz tempo que você foi embora E eu ainda não me acostumei com a solidão. Eu me pergunto a toda hora Se sem você, minha vida tem razão. Às vezes me pergunto O que a vida faria se eu pedisse? Ele me permitiria ir junto Ou não deixaria que você partisse? Ainda me pego chorando No vazio que você deixou E fico, em silêncio, relembrando Tudo o que comigo você passou. Nem me deixou dizer O que de mim tinha que ouvir Com um adeus lhe agradecer Por em minha vida existir. Gostaria que soubesse Que foi a melhor pessoa que encontrei. E, como adeus era o que eu queria que dissesse, Pra você esses versos dediquei.</div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Grito</title><description><![CDATA[Olá leitores, anteriormente vocês tiveram contato com o meu primeiro texto neste blog, um conto chamado O Tropeço. Agora quero compartilhar com vocês um dos meus poemas. Este se chama O Grito e eu o escrevi em um momento de grande frustração, no qual me sentia sufocada pela enxurrada de coisas que me cercavam e, bem, quem nunca se sentiu assim? Espero que o apreciem como eu, que cada vez que o leio lembro-me do momento de “crise” superado. Talvez ele os ajude a fazer o mesmo. Superar. O Grito<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_74d6ace60eeb4034b665ec75e8002a40.jpg"/>]]></description><dc:creator>Amanda Novachi</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/05/O-Grito</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/05/O-Grito</guid><pubDate>Thu, 05 May 2016 13:50:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_74d6ace60eeb4034b665ec75e8002a40.jpg"/><div>Olá leitores, anteriormente vocês tiveram contato com o meu primeiro texto neste blog, um conto chamado O Tropeço. Agora quero compartilhar com vocês um dos meus poemas. Este se chama O Grito e eu o escrevi em um momento de grande frustração, no qual me sentia sufocada pela enxurrada de coisas que me cercavam e, bem, quem nunca se sentiu assim? Espero que o apreciem como eu, que cada vez que o leio lembro-me do momento de “crise” superado. Talvez ele os ajude a fazer o mesmo. Superar.</div><div>O Grito</div><div>Dia bonito... Céu bonito... Sol bonito... Tudo bonito... Mas esperem! Estou ouvindo um grito! Olho para os lados e nada vejo, Mas ainda ouço o som alto e desesperado. O que está havendo? De onde vem esse som tão angustiado? Ei, você aí! Não está ouvindo também? Ei! Não me ignore! Por que anda mais rápido agora?  Estão com medo de mim, mas e o grito? Não conseguem ouvir esse barulho atormentador? De onde vem o grito? Nada nas ruas... Ninguém grita na avenida... Não há qualquer sinal dele nos ônibus da cidade... Grito? Onde está? Paro no meio da calçada e sinto. Sinto o grito. E descubro de onde ele vem. A única maneira de cessá-lo é encarando a realidade de que esse grito repleto de tanta agonia vem de dentro da minha alma. Do mais profundo âmago.  Como cessar o grito com a realidade?</div><div>Como encarar que não há mais liberdade?  DIGA, DIGA, DIGA A verdade! ASSUMA, ASSUMA, ASSUMA A tua identidade! Qual a minha identidade? Mas qual é a minha identidade? Sou poeta e escritora Sou romântica e sonhadora Não quero ser doutora Apenas quero que minha eterna infância não morra.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Rotina e criatividade</title><description><![CDATA[Olá leitores da Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui é o Allison RdS novamente. Para o post de hoje decidi falar um pouquinho sobre as rotinas que temos que seguir diariamente se quisermos nos aperfeiçoar na arte da escrita, sempre leio alguns comentários nas redes sociais ou vejo algumas dúvidas de leitores em perfis de alguns escritores famosos sobre as rotinas, as metas e os objetivos de cada um... E como devemos nos organizar pra chegar a um bom patamar... Claro que como um autor iniciante,<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_165f7b5f1c2347d081d462921c77bdf2.png"/>]]></description><dc:creator>Allison RDS</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/27/Rotina-e-criatividade</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/27/Rotina-e-criatividade</guid><pubDate>Wed, 04 May 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_165f7b5f1c2347d081d462921c77bdf2.png"/><div>Olá leitores da Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui é o Allison RdS novamente.</div><div>Para o post de hoje decidi falar um pouquinho sobre as rotinas que temos que seguir diariamente se quisermos nos aperfeiçoar na arte da escrita, sempre leio alguns comentários nas redes sociais ou vejo algumas dúvidas de leitores em perfis de alguns escritores famosos sobre as rotinas, as metas e os objetivos de cada um... E como devemos nos organizar pra chegar a um bom patamar...</div><div>Claro que como um autor iniciante, não tenho muita bagagem pra divagar sobre o tema, mas sempre que tenho a oportunidade de ler as dicas de grandes escritores e livros sobre o tema, aproveito bastante e acho que já posso dar a minha opinião... Como já tenho o costume de fazer, sempre comparo os pontos em comum e os pontos que divergem entre um autor e outro (se lembram do meu post sobre pontos de paridade e de diferença?). Alguns autores dizem que escrevem um determinado número de páginas por dia, outros, um número mínimo de palavras todos os dias. Muitos também dizem que reservam algumas horas do dia para se dedicarem à leitura, e assim abrem suas mentes para novos pontos de observação, já outros falam que dão uma pausa na leitura para que não se influenciarem. Mas e então, que conclusão pode tirar de tudo isso?</div><div>A única conclusão que eu consegui chegar com todas as estas informações é que só se aprende a escrever, lendo bastante e lógico, escrevendo bastante... Não tenho um número muito grande de livros (informação desnecessária, pois, acho que nunca vou chegar à conclusão que tenho livros suficientes, sempre tem “aquele” que eu ainda não comprei, mas que em breve vou querer)... Tento sempre ter contato com vários tipos de autores e todos os tipos de livros, outro dia comprei um livro de um autor norueguês... E... Confesso que foi meio estranho... Mas foi produtivo, não é um trabalho “roteirizado” como os livros que estamos acostumados a encontrar nas prateleiras, é bastante diferente.</div><div>Quanto às minhas metas, tento escrever todos os dias, sem um número mínimo de páginas ou de palavras, apenas escrevo... (E me cobro muito...) Até porque tenho uma rotina de trabalho muito cansativa, em alguns dias chego tão cansado que não tenho ânimo de escrever uma linha sequer, mas, estes dias são a grande minoria. Como eu já disse anteriormente em outro post coloco os meus fones, inicio o rock’n’roll e começo a apertar as teclas... E vocês, como fazem com a rotina? Deixem comentários...</div><div>Até mais, pessoal. É sempre um prazer escrever pra vocês, um grande abraço...</div><div>Allison RdS.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Desculpe se ofendi</title><description><![CDATA[Olá, leitores. Resolvi fazer algo diferente na minha postagem do blog. Como hoje vivemos uma situação turbulenta neste país, gostaria de compartilhar um texto que escrevi em 2011, mas que se encaixa perfeitamente na realidade atual. DESCULPE SE OFENDI Seria bem-vinda uma dose dupla de tranquilidade capaz de me convencer de que o que vejo lá fora é bom, é justo, porque na maioria dos meus longos dias (os recentes) o que vejo são tentativas alheias de encher o próprio copo, pouco se importando com<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_a3784f0494194bee86897bfa39ba9c26.jpg"/>]]></description><dc:creator>Marco de Moraes</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/03/Desculpe-se-ofendi</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/05/03/Desculpe-se-ofendi</guid><pubDate>Tue, 03 May 2016 13:11:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_a3784f0494194bee86897bfa39ba9c26.jpg"/><div>Olá, leitores.</div><div>Resolvi fazer algo diferente na minha postagem do blog. Como hoje vivemos uma situação turbulenta neste país, gostaria de compartilhar um texto que escrevi em 2011, mas que se encaixa perfeitamente na realidade atual.</div><div>DESCULPE SE OFENDI</div><div>Seria bem-vinda uma dose dupla de tranquilidade capaz de me convencer de que o que vejo lá fora é bom, é justo, porque na maioria dos meus longos dias (os recentes) o que vejo são tentativas alheias de encher o próprio copo, pouco se importando com o espaço do seu semelhante.</div><div>Ou com o que ele pensa.</div><div>Egoístas ou não, pediria favor para entenderem o quão ruim é compartilhar da ignorância de outros pelo preço barato de um nada. É uma pechincha que dispenso, dou de ombros mesmo. Que a dose me seja generosa, talvez servida com gelo, porque árduo é perceber quando querem que engulamos discursos esfarrapados de que está tudo bem quando ouvimos promessas e mais promessas por melhores condições.</div><div>O que me falta entender - e confesso, isso irrita - é ver que quem está embaixo ofende o seu semelhante no tempo em que as ofensas que mais doem vêm de cima.</div><div>Obs: não desfaçam amizades por causa de opiniões políticas. Enquanto nós brigamos, eles acham graça disso tudo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Por que tão sério?</title><description><![CDATA[Recentemente tivemos a estreia de um dos filmes mais aguardados pelo universo nerd/geek. Sim você sabe do que eu estou falando. Super Homem vs Batman levaram milhares de pessoas ao cinema, ansiosas por ver o embate de dois dos super heróis mais conhecidos em todo mundo. Estranhamente a mídia especializada teceu uma série de críticas negativas, que chegaram a chatear até mesmo o Batman (admita você assistiu aquele videozinho do Ben Affleck). Eu particularmente gostei bastante do filme, mas em<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_da6e4cabe65c4a1a81b9c455f5fa6efa.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lucas Fernandes</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/29/Por-que-t%C3%A3o-s%C3%A9rio</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/29/Por-que-t%C3%A3o-s%C3%A9rio</guid><pubDate>Fri, 29 Apr 2016 14:13:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_da6e4cabe65c4a1a81b9c455f5fa6efa.jpg"/><div>Recentemente tivemos a estreia de um dos filmes mais aguardados pelo universo nerd/geek. Sim você sabe do que eu estou falando. Super Homem vs Batman levaram milhares de pessoas ao cinema, ansiosas por ver o embate de dois dos super heróis mais conhecidos em todo mundo. Estranhamente a mídia especializada teceu uma série de críticas negativas, que chegaram a chatear até mesmo o Batman (admita você assistiu aquele videozinho do Ben Affleck).</div><div>Eu particularmente gostei bastante do filme, mas em conversa com amigos (que também gostaram do filme), o que mais ouvia é que, faltou um pouco de humor. Na contramão dos filmes produzidos pelo estúdio Marvel e do recente, e totalmente escrachado, Deadpool, a Warner preferiu produzir um filme mais denso, psicológico e tenso, com pitadas muito leves de humor. Não há um núcleo cômico neste filme.</div><div>É essa a questão que trago neste artigo. Qual a importância de umas boas risadas numa historia? Escrever tem muito a ver com despertar emoções e criar empatia com seu público alvo. Você terá a certeza que seu livro foi marcante, quando conseguir fazer seu leitor chorar, ainda que seja aquela lágrima solitária que alguns homens se recusam a deixar cair ou uma marejar discreto nos olhos.</div><div>Você pode ter essa mesma certeza quando fizer seu leitor rir, sejam muitas ou poucas risadas. O personagem cômico ilumina a cena. Seja por seus trejeitos, suas falas marcantes, sua total falta de noção, ele está lá para aliviar a tensão e nos oferecer o melhor remédio.</div><div>Para quem acha que livros são chatos, saiba que temos ótimos exemplares capazes de provocar uma explosão de gargalhadas e fazer você passar vergonha numa aula chata (sim aconteceu comigo). Apenas para citar os mais conhecidos, tente ler qualquer obra de Douglas Adams ou Terry Pratchett.</div><div>Mas é claro que histórias engraçadas precisam de personagens, acontecimentos e diálogos engraçados. E as historias que não tem seu cerne no humor? Precisam realmente de um alivio cômico?</div><div>Preste bastante atenção em todos os filmes, livros e series que você assiste. Em alguns deles fica fácil encontrar nosso pícaro. Em outros, o humor aparece em todos os personagens, nem que seja uma pitada. Breaking Bad é um seriado que pauta por um forte tom dramático. No entanto nós temos um núcleo cômico (Saul) e, diversas situações, onde os personagens principais nos fazem rir, mesmo que se trate de um traficante com câncer.</div><div>Muitos não sabem, mas o personagem de Aaron Paul deveria ter morrido na primeira temporada, porém a química com Bryan Cranston, e o óbvio desempenho sensacional do ator, permitiu que ele permanecesse na série. E adivinhem o que as discussões e interações entre esses personagens nos rendiam? Boas risadas.</div><div>Mesmo num cenário de terror o alivio cômico se faz necessário. Tem que ser algo bem dosado. Alivie demais e ninguém vai sentir medo. Você não precisa de um palhaço para fazer os outros rirem. Stephen King faz isso de forma brilhante. Enquanto cria a tensão e o pano de fundo, ele te faz rir com alguns personagens hilários ou diálogos bem construídos. Uma vez que a tensão está estabelecida, ele te faz suar.</div><div>É e claro, como todos sabem, trata-se de uma lei universal nos filmes de terror que personagens engraçados morram. É a forma de o autor dizer que as brincadeiras acabaram, que o monstro superou o riso e que você leitor não tem mais permissão para rir do que acontecerá dali para frente. Sim, personagens cômicos em livros de terror são muito uteis. Fazem o leitor rir e ainda servem de vítima.</div><div>Não importa se, ao produzir uma obra, sua intenção é pressionar o público de tal forma que até curvem os ombros, sentindo o peso psicológico da sua trama. Uma história densa não precisa dispensar o humor e vice-versa. Trate-se apenas de mais um artificio, dentre tantos que podem ser utilizados ao construir uma historia, mas que eu acredito que seja indispensável, pois colabora com o ritmo da narrativa. É sempre bom lembrar um fato importante. Se seu público está rindo ele está se divertindo, e é o primeiro passo que devemos procurar ao escrever uma historia. Entreter.</div><div>Uma narrativa carregada de humor é mais fluida e menos cansativa. Os livros do Rick Riordan são prova viva disso. No entanto, você pode substituir humor por sarcasmo, e ainda preservar um tom sério. Thrillers policiais utilizam muito esse recurso.</div><div>Resumindo, correndo o risco de fazer um trocadilho infame, um livro sem humor pode tornar-se um tanto sem graça. Não se trata de uma regra geral, como sempre. Você vai encontrar ótimas obras sem qualquer traço cômico, mas com grande possibilidade de terem agradado apenas um grupo seleto.</div><div>Porque todos sabem neste mundo sombrio em que vivemos, a importância de uma boa risada. A vida sempre vai bater com muita força e sua atitude frente a essas pancadas é que vai definir como seus problemas realmente o atingiram.</div><div>Você pode cair, você pode revidar ou você pode sorrir.</div><div>E seguir em frente.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Tropeço</title><description><![CDATA[O céu estava azul, poucas nuvens, ensolarado. A grama era verde e ao longe, nos vales, era possível ver as plantações onde alguns trabalhavam algumas poucas horas por dia, quando o sol não castigava suas fracas peles tão delicadas quanto o pelo de um filhote de gato. Caminhava descalço pela trilha de terra mole e fértil. Cumprimentava todos ao redor, mesmo sem conhecer ninguém. Não importava se era conhecido ou não. Levava uma cesta de maçãs do amor no braço direito, e no esquerdo, uma pequena<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_7e80fe59fce546a898a898f7771f7da4.jpg"/>]]></description><dc:creator>Amanda Novachi</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/28/O-Trope%C3%A7o</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/28/O-Trope%C3%A7o</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2016 14:00:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_7e80fe59fce546a898a898f7771f7da4.jpg"/><div>O céu estava azul, poucas nuvens, ensolarado. A grama era verde e ao longe, nos vales, era possível ver as plantações onde alguns trabalhavam algumas poucas horas por dia, quando o sol não castigava suas fracas peles tão delicadas quanto o pelo de um filhote de gato.</div><div>Caminhava descalço pela trilha de terra mole e fértil. Cumprimentava todos ao redor, mesmo sem conhecer ninguém. Não importava se era conhecido ou não. Levava uma cesta de maçãs do amor no braço direito, e no esquerdo, uma pequena gaiola com uma ave branca.</div><div>Andou muito além dos campos; as menininhas discutiam fervorosamente, pareciam maritacas. Os menininhos berravam como papagaios, repetindo o que os mais velhos diziam. Mas apenas o que diziam de ruim.</div><div>Alguns jovens estudavam em busca do conhecimento, outros, como filhotes de ratos no deserto, se aventuravam no mundo para desbravá-lo. Quase sempre quebravam a cara.</div><div>A única salvação na vida era a sorte. Ou a fé. Era só pagar ao padre ou ao pastor um valor de 500 reais na missa semanal e você teria uma vida abençoada. Onde será que Deus guardava todo esse dinheiro? Investia em anjos da guarda?</div><div>Todos viviam sobre excelente proteção. Os Poderosos tinham canhões e bombas e armas. Bastava alguém ameaçar a perfeição e ir contra o que assistia em seus aparelhinos tecnológicos… pronto. Caía estirado no chão e era comido por bactérias e fungos, isso quando os carniceiros não faziam antes sua refeição.</div><div>Era um mundo maravilhoso!</div><div>Joões, Marias , Matildas, Ronaldos, Robertas, Anas, Pedros… Todos amavam seu mundo como abelhas amam sua rainha. Aquela que as mantêm na condição de operarias e não faz mais nada na vida além gerar filhos para outras operarias sustentarem.</div><div>Mas foi sempre assim, não foi? Humanos se espelham na natureza. Seus comportamentos são apenas reflexos do ambiente.</div><div>Em certo ponto do trecho tropeçou e caiu, as maçãs do amor se quebraram… a gaiola abriu e a pequena ave branca fugiu. Era uma pomba. Uma pomba branca.</div><div>Andar com essas cestas era um crime. Só ouviram o som alto do tropeço causado pelo tiro dos Poderosos.</div><div>Adeus amor. Adeus paz. Adeus esperança.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ser escritor</title><description><![CDATA[Um escritor nasce ou ele encontra o caminho de escrever? Essa é uma pergunta que muitas vezes eu me faço, desde quando eu me arrisquei pela primeira vez a escrever um romance. Eu era leitora voraz de Pedro Bandeira e apaixonada pela série "Harry Potter" quando comecei a escrever meu primeiro livro, "As Canetas Mágicas - O Mistério do Xadrez". Era uma coisa simples, no começo, não sei nem se era pra ser um livro (como a maior parte das minhas criações nasce). Uma história sobre quatro<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_b8d0ceea57664a85a63e6a61c04963da.jpg"/>]]></description><dc:creator>Déborah Felipe</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/27/Ser-escritor</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/27/Ser-escritor</guid><pubDate>Wed, 27 Apr 2016 14:43:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_b8d0ceea57664a85a63e6a61c04963da.jpg"/><div>Um escritor nasce ou ele encontra o caminho de escrever? Essa é uma pergunta que muitas vezes eu me faço, desde quando eu me arrisquei pela primeira vez a escrever um romance.</div><div>Eu era leitora voraz de Pedro Bandeira e apaixonada pela série &quot;Harry Potter&quot; quando comecei a escrever meu primeiro livro, &quot;As Canetas Mágicas - O Mistério do Xadrez&quot;. Era uma coisa simples, no começo, não sei nem se era pra ser um livro (como a maior parte das minhas criações nasce). Uma história sobre quatro adolescentes (como os Karas), que encontram um baú com canetas fora do comum (uma coisa ligada ao universo de um escritor, não é? Quem não desejaria uma caneta mágica?). Este é o cenário que nasceu logo no começo, mas eu ainda não era muito escritora nesse período para conseguir transpor as barreiras do enredo e deixei a história parada por 4 anos até me sentir pronta para continuá-la. Quando consegui novamente me debruçar sobre ele, percebi o que estava faltando: meus quatro protagonistas eram jovens demais para solucionar um problema tão grande sozinhos, assim como eu... eles precisavam de um guia, alguém que os levasse a encontrar as respostas e os tornasse heróis de uma saga... alguém que nos guiasse pelo caminho até o fim da história.</div><div> Ainda hoje, eu sei que tem muitas coisas que eu tenho de arrumar nas &quot;Canetas Mágicas&quot;, mas eu tenho ideias para pelo menos mais dois livros com elas que estão só me esperando para ficar pronta para eles: &quot;O Detetive Misterioso e O Amor de Carolina...&quot;. Eu espero conseguir escrevê-los logo... Ser escritor é viver dessa incerta inspiração que pode nunca chegar...</div><div>Mas isso é assunto pra outro dia...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Animismo - A espiritualidade antes da religião</title><description><![CDATA[Animismo é uma prática quem vem de uma época (cerca de 40 mil anos atrás) onde praticamente todos, senão todos, os seres humanos compartilhavam de uma mesma crença, mesmo que esta tivesse formas ritualísticas variasse de tribo para a tribo. Muitos se referem a esse fenômeno humanístico como a primeira religião da humanidade, mas nesse período da história humana o homem ainda não havia criado sistemas de crenças mais organizados e a vida se baseava por meio do pensamento mítico que mais tarde<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_aece9a0d05cc4615bd4be07b02528b6f.png"/>]]></description><dc:creator>Lucas Barbosa</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/25/Animismo-A-espiritualidade-antes-da-religi%C3%A3o</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/25/Animismo-A-espiritualidade-antes-da-religi%C3%A3o</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2016 13:02:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_aece9a0d05cc4615bd4be07b02528b6f.png"/><div> Animismo é uma prática quem vem de uma época (cerca de 40 mil anos atrás) onde praticamente todos, senão todos, os seres humanos compartilhavam de uma mesma crença, mesmo que esta tivesse formas ritualísticas variasse de tribo para a tribo. Muitos se referem a esse fenômeno humanístico como a primeira religião da humanidade, mas nesse período da história humana o homem ainda não havia criado sistemas de crenças mais organizados e a vida se baseava por meio do pensamento mítico que mais tarde evoluiu para o religioso.</div><div> Resumidamente o animismo é a crença de que tudo possui alma, e é tudo mesmo, diferente do egocentrismo das religiões monoteístas e do dualismo cartesiano, esta diz que todos os seres inanimados possuem alma. E estes seres vão desde elementos da natureza como rochas e plantas, até seres cósmicos como a lua e estrelas, e sem deixar de lado fenômenos naturais como trovões e ventos. Tudo tem vida, e uma vida não diferente da do ser humano, já que esse conceito de pensamento diz que tudo, além de ter uma alma, possui também inteligência e sentimentos, e não há separação entre o mundo físico e espiritual.</div><div> Apesar deste termo criado pelo antropólogo inglês Sir Edward B. Tyler ter perdido força na década de 50, justamente por ser algo muito genérico, pois, muitas religiões atuais como budismo e o paganismo possuem elementos desse pensamento tribal, e podemos ver que com o declínio das religiões fundamentalistas pelo mundo ocidental (isto que por hora é mais frequente nos países desenvolvidos), resultado do materialismo, as pessoas cada vez mais começam a se interessar pelo espiritualismo ancestral.</div><div>Regras do Animismo</div><div> O animismo possui três regras básicas:</div><div>1) Tudo no cosmo tem &quot;ânima&quot;, ou seja possui alma;</div><div>2) Todo o ânima é transferível, isso quer dizer que mais de uma alma pode habitar um corpo, e atualmente vemos isso em religiões como o espiritismo que falarei logo abaixo;</div><div>3) Tudo ou todo que transfere ânima não perde sua totalidade, mas quem recebe perde a sua (ânima) a qual será tomada pelo doador. Simplificando, é como se o espaço de sua consciência tivesse um tamanho específico onde só cabe um, e com isso quando alguém insere sua ânima em sua consciência, a sua sai de cena.</div><div>Animismo no Brasil e seu significado</div><div> No Brasil dado sua grande pluralidade cultural e étnica existe muitas formas de animismo, que vão desde os ritos indígenas ate os cultos nórdicos. No entanto, existem duas religiões que usam o termo animismo de uma forma bem particular, mas sem perder sua essência.</div><div>Animismo na Umbanda</div><div> Na umbanda e pelo que sabemos todas as religiões de terreiro, o animismo está muito presente, ele consiste no ato do adepto receber uma entidade e com isso esta o influenciar no campo físico e psíquico durante aquele momento, fazendo assim com que a pessoa comece a agir como o ser espiritual age.</div><div>Animismo no Espiritismo</div><div> No espiritismo o animismo é um conjunto de fenômenos psíquicos produzidos com a cooperação consciente e inconsciente dos médiuns em ação. Os fenômenos psíquicos são classificados em anímicos e mediúnicos. Nos anímicos onde está fenômenos como telepatia, clarividência, regressão de memória, leitura de pensamentos entre outros, o agente produtor é o espirito encarnado, em estado de transe. Nos mediúnicos as manifestações são induzidas pelo espirito utilizando as energias psíquicas do médium.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Vilões também vendem livros (Parte 2)</title><description><![CDATA[Oi pessoas!!! E aí, pensaram muito sobre seus vilões? Não? Pois então pense um pouco aí sobre os vilões que você já leu ou viu em filme e me diga se eles não se enquadram em tudo o que temos conversado... Pois bem, hoje vamos tratar de um tema que provoca alguma polêmica, pois ainda existem pessoas (autores e leitores) que o vilão – aquele cara que representa o lado mal da eterna batalha entre bem e mal - não pode ser bonzinho. Sempre penso muito sobre isso quando leio livros em que o vilão é<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_cb55357ac73d41a6abc2b71e808aebd7.png"/>]]></description><dc:creator>Graci Rocha</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/21/Vil%C3%B5es-tamb%C3%A9m-vendem-livros-Parte-2</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/21/Vil%C3%B5es-tamb%C3%A9m-vendem-livros-Parte-2</guid><pubDate>Thu, 21 Apr 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_cb55357ac73d41a6abc2b71e808aebd7.png"/><div>Oi pessoas!!!</div><div>E aí, pensaram muito sobre seus vilões? Não? Pois então pense um pouco aí sobre os vilões que você já leu ou viu em filme e me diga se eles não se enquadram em tudo o que temos conversado...</div><div>Pois bem, hoje vamos tratar de um tema que provoca alguma polêmica, pois ainda existem pessoas (autores e leitores) que o vilão – aquele cara que representa o lado mal da eterna batalha entre bem e mal - não pode ser bonzinho. Sempre penso muito sobre isso quando leio livros em que o vilão é frio e calculista a ponto de nem parecer humano.</div><div>Isso me intriga muito, não intriga vocês?</div><div>Imagino que sim, pois uma das coisas mais importantes na criação de um personagem é que mesmo ele sendo ficção, ele precisa ser real, verossímil. (falaremos mais sobre isso no decorrer do diário), parece confuso, mas na verdade é bem simples.</div><div>Desde pequena ouvi falar que o bem sempre vence, mas aí é que está, ninguém é 100% do bem e não me diga que você é porque estará enganando a si mesmo, ou vai dizer que nunca, nunquinha na vida você não riu daquela cena em que a pessoa caía num dia de chuva, ou batia distraída num poste por estar mexendo no celular? Se não riu foi porque segurou o riso.</div><div>Não? Tudo bem, então você é perfeito ou perfeita.</div><div>Eu não sou e poderia apostar um dedinho que muitaaaaa, mas muitaaaaa gente aí deve estar pensando que também não é...</div><div>O que eu quero dizer é que por pior que o vilão seja, por mais que ele seja obcecado por dominar o mundo, destruir o heróis e todas as pessoas do nosso planeta, ele também é “supostamente” humano.</div><div>Imagine uma vilã, uma mulher bem malvada que quer destruir alguém que a feriu no passado.</div><div>Só aí nesse pequeno trechinho já encontramos a motivação do nosso vilão (vingança) que é uma coisa muito humana e ainda abrimos precedente para outras coisas, tais como TPM. Imagine que a vilã já é má, e bem no dia da grande vingança ela está de TPM...</div><div>Esse tipo de coisa, por mais que fique esquecido por uma grande maioria de autores, os vilões que enfrentam dilemas mais humanos, do tipo gente igual a gente, são os mais cativantes. Ele pode até ser um cara maligno, mas ao enfrentar situações de gente comum, ao ter motivos de gente comum e ao ser capaz de pelo menos um gesto de bondade, ele se torna um ser completo, com camadas.</div><div>Vejo muitos autores falando para que a gente crie camadas para os personagens e concordo que isso é realmente fundamental. Mas sobre isso a gente fala mais outro dia, pois é pano pra manga, bota pano pra manga.</div><div>E por que eu to falando tudo isso em relação aos vilões?</div><div>Porque vilões vendem livros minha gente.</div><div>Vou dar alguns motivos por que os vilões vendem livros. Para quem tem o hábito de ler vai ser possível perceber com mais facilidade nas próximas leituras e vai ver também que podemos nos apaixonar pelo vilão, que ele é peça chave para a movimentação da história e para quem escreve vai ajudar a estruturar suas próximas obras, dando camadas ao personagem:</div><div>Motivo 1: Vilões são personagens marcantes, quanto mais eles desafiam os heróis, mais o herói precisa ralar para vencer a batalha, portanto, mesmo que o vilão seja muito malvado, ele vai basicamente ferver a história, a aventura.</div><div>Dica: Procure identificar ações do vilão que obrigam o herói a existir e se mexer, lutar.</div><div>Motivo 2: Vilões fazem o que tem de fazer, ou seja, são capazes de tudo, de ir até as últimas consequências para conseguir seus objetivos e normalmente nos identificamos com isso, pois sonhamos em realizar grandes coisas, alcançar nossas metas e sonhos de vida, e nos imaginamos conseguindo, ou simplesmente porque eles criam as cenas mais inesperadas e mais desafiadoras para nós como leitores.</div><div>Dica: Descubra qual o objetivo de vida do vilão, seu maior sonho, aquilo que faz com que ele esqueça a ideia de ser um cara legal e se lance com todas as forças em busca da realização.</div><div>Motivo 3: O vilão tem sempre um motivo – gente, vilão não nasce vilão, não nasce malvadão querendo destruir o mundo, ele tem um motivo e quando conhecemos esses motivos, nos apaixonamos por ele, mesmo que esse amor seja amarrado ao odio que sentimos por suas ações. Veja o Caso da Scarlet de E o vento levou. Pra mim, ela parecia uma vilã, uma garota mimada e birrenta que queria, a qualquer custo, conseguir o amor de um certo fulano.</div><div>Dica: Se seu vilão quer se vingar de alguém, ou odeia alguém, descubra porquê, desvende-o.</div><div>Motivo 4: Vilão pode amar e ser amado. Personagens se tornam memoráveis não por suas ações simplesmente, mas pelo que as pessoas seriam capazes de fazer por ele ou ele por tais pessoas. Como disse, o vilão precisa parecer com um ser humano, no sentido de ter sentimentos, mesmo que distorcidos.</div><div>Dica: Descubra se o vilão da história que você está lendo ou escrevendo, tem alguém, algum amor em seu passado, ou no agora, algo que o faz repensar seus planos maléficos.</div><div>Motivo 5: Dilemas. Não só o herói tem dilemas, não só o herói acorda um dia e se vê na maior confusão da sua vida com um vilão louco o perseguindo, ou tramando o fim do mundo. os vilões também precisam de dilemas.</div><div>No meu primeiro livro, Solitud – Um amor de Cinema, o vilão é amado pela filha e pela secretária que o vê como um mestre, pela filha ele daria a vida, e faz o que pode para ajudar a secretária doidinha, mesmo assim ele – impelido por seus problemas financeiros – trama algumas mortes. Outra vez só mata mesmo para sobreviver. Ele foi um vilão que movimentou a história, que fez com que tudo fosse pra frente e o publico que o leu, adorou.</div><div>Dica: Se você é autor faça uma biografia do seu vilão pensando em tudo o que já falamos até agora e ainda acrescente: medos, manias, uma pessoa por quem ele seria capaz de dar a vida, crie pequenos problemas diários que vão transformando ele no produto final, o vilão em si. Se você é leitor, nunca mais se deixe enganar, faça o livro convencer você, destrinche a história, investigue, descubra se o autor foi capaz de criar um vilão que realmente faz a história valer.</div><div>Por hoje é isso...</div><div>Se você gostou muito desse assunto, ou quer mais informações, me mande recado, faço o possível para responder e adoro ajudar as pessoas. Juntos, faremos uma literatura nacional de peso.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pontos de paridade e pontos de diferença</title><description><![CDATA[Olá leitores da Editora Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui novamente é o Allison RdS... No post de hoje resolvi falar sobre um tema que assisti em várias palestras, tanto de profissionais liberais como de músicos e escritores e ele começa com uma pergunta: Quais os seus objetivos e metas profissionais? Na minha opinião, este é um tema que se aplica a qualquer tipo de profissionais, o que nos inclui, autores e apaixonados por livros. Para falarmos de metas e objetivos, temos que pensar em dois<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_5eee61e494ec4b3781fc82fe64e1a1c3.png"/>]]></description><dc:creator>Allison RDS</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/20/Pontos-de-paridade-e-pontos-de-diferen%C3%A7a</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/20/Pontos-de-paridade-e-pontos-de-diferen%C3%A7a</guid><pubDate>Wed, 20 Apr 2016 14:25:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_5eee61e494ec4b3781fc82fe64e1a1c3.png"/><div>Olá leitores da Editora Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui novamente é o Allison RdS... No post de hoje resolvi falar sobre um tema que assisti em várias palestras, tanto de profissionais liberais como de músicos e escritores e ele começa com uma pergunta:</div><div>Quais os seus objetivos e metas profissionais?</div><div>Na minha opinião, este é um tema que se aplica a qualquer tipo de profissionais, o que nos inclui, autores e apaixonados por livros. Para falarmos de metas e objetivos, temos que pensar em dois tópicos: Pontos de paridade e pontos de diferença... Mas o que são estes benditos pontos?</div><div>Bom... O princípio é simples, na área da saúde e em empresas que passam por processos de qualidade e acreditação, também temos esses pontos, mas com outro nome, são chamados de indicadores de qualidade e metas. Mas como definimos quais serão estes indicadores? É bem simples...</div><div>Comparamos os nossos resultados à qualidade do que queremos nos aproximar. Vou dar um exemplo: Se vamos abrir uma livraria temos que ter um referencial... Se tocamos um instrumento, como quem queremos tocar? Quer ser igual o “mocinho que toca violão no barzinho” ou quer ser como um Steve Vai?... É lógico que você deve comparar o seu trabalho aos melhores, afinal, quem pensa pequeno, morre pequeno... (Vi essa frase no Fantástico e achei genial).</div><div>Mas e na escrita isso também se aplica? Claro! Para você, qual é o melhor escritor? Quem é o seu referencial? Como escreve um grande escritor? Que pontos ele precisa para se tornar um grande escritor?</div><div> Eu sempre tento traçar um comparativo entre o que escrevo e os pontos que acho importante em um grande livro. E então, conseguimos alcançar os tais pontos de paridade? </div><div>E agora vem a parte mais IMPORTANTE, os pontos de DIFERENÇA, afinal você não quer ser mais uma cópia de um grande escritor, ou quer?</div><div>Ultimamente estamos cercados por trilogias e quadrilogias de livros e filmes baseados em livros, mas até que ponto eles são originais? Até que ponto elas prendem o leitor? Pra mim, a maioria são cópias descaradas de franquias que venderam, com pouquíssimos pontos de diferença...</div><div>Como leitor, a pior sensação é começar a ler um livro e pensar: Nossa, parece aquele outro que eu já li... E isso meus amigos, é algo muito ruim!!!</div><div>Os pontos de diferença devem ser tantos quantos os pontos de paridade, aliás, devem ser maiores que os pontos de paridade. O seu trabalho deve ser bom, bem escrito e com uma narrativa interessante, mas diferente dos demais... Se o Etéreo fosse igual à maioria dos livros que estão por ai no mercado, será que a Pen Dragon aceitaria publicá-lo? Bom... Eu acho que não... Eles buscariam alguém mais original. E vocês, o que acham? Concordam? Deixem seus comentários e me respondam...</div><div>Um grande abraço e até a próxima...</div><div>Allison RdS.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Egoísmo Cerebral</title><description><![CDATA[A claridade do sol incidindo em seu rosto não o incomoda, a luz é revigorante e parece fazer parte do seu corpo e de todo aquele cenário bucólico. Árvores, flores e uma variedade de animais pequenos e médios que brincavam próximos a um riacho que dividia aquele lugar tão amistoso de outra paisagem misteriosa e densa. Tudo ali parecia emanar um brilho próprio que se misturava com o do sol e juntos criavam uma energia capaz de transcender a própria matéria, permitindo assim que aquele homem<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_6c7f21bee5ee45c1996b6c7e4b8d7978.png"/>]]></description><dc:creator>Lucas Barbosa</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/17/Ego%C3%ADsmo-Cerebral</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/17/Ego%C3%ADsmo-Cerebral</guid><pubDate>Sun, 17 Apr 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_6c7f21bee5ee45c1996b6c7e4b8d7978.png"/><div>A claridade do sol incidindo em seu rosto não o incomoda, a luz é revigorante e parece fazer parte do seu corpo e de todo aquele cenário bucólico. Árvores, flores e uma variedade de animais pequenos e médios que brincavam próximos a um riacho que dividia aquele lugar tão amistoso de outra paisagem misteriosa e densa.</div><div>Tudo ali parecia emanar um brilho próprio que se misturava com o do sol e juntos criavam uma energia capaz de transcender a própria matéria, permitindo assim que aquele homem flutuasse pelo jardim luminoso.</div><div>Sombras escondidas pelas árvores do outro lado do riacho correm sorrateiramente, o homem assustado tenta ignorá-las flutuando sobre a grama luminosa. Tentando esquecer as sombras, volta a sua visão aos animais que harmoniosamente correm ao seu redor.</div><div>Um grande cervo parado chama sua atenção, o animal parecia assustado, não para de encarar as sombras, em suas pupilas é possível ver as silhuetas que andam entre as árvores, o homem mesmo temoroso resolve olhar, vira-se com cuidado e não vê o outro lado do rio e nem o mesmo, então olha para frente e volta a enxergar as árvores frondosas do outro lado, onde as sombras mexiam-se cada vez mais rápido.</div><div>Ao chegar perto do riacho o homem olha seu reflexo na água, assusta-se ao notar que se tornou o cervo que antes admirava. Após levantar a cabeça se depara com as árvores bem a sua frente, agora ele estava do outro lado do rio, o jardim luminoso parecia cada vez mais distante. </div><div>Sentindo as sombras o rodearem, ele corre para a beira do rio, encara seu reflexo e percebe que voltou à forma humana, pensa em mergulhar e fugir das sombras, mas aquele pequeno riacho se transforma em um mar, não é possível mais ver o jardim e nem o fundo daquelas águas, apenas outras sombras gigantes nadando naquele azul intimidador.</div><div>O homem se afasta rapidamente do oceano, bate suas costas em uma árvore, as sombras o cercam, todas têm forma humana, as duas mais à esquerda são de crianças, a do meio lembra uma mulher e à direta desta assemelha-se a de um idoso.</div><div>Cada vez mais outras sombras humanoides aparecem para ele que se desespera ao ver a luz do sol ser bloqueada aos poucos.</div><div>Em meio à total escuridão, perdido no vácuo do espaço, várias vozes falam coisas que para aquele homem não fazem nenhum sentido.</div><div>― Pareceu que o procedimento falhou...</div><div>― O quê? Como assim?!</div><div>― Veja o leitor ao lado dele, sua consciência está voltando...</div><div>― Mas que merda! É a terceira falha só essa semana... Vamos! Acorde-o.</div><div>― Você que sabe...</div><div>Acima do homem imerso em trevas, um pequeno ponto de luz aparece, as vozes cessam, é possível ouvir um bipe tocando em intervalos regulares. O som ecoa na cabeça daquele jovem senhor que aos poucos começa a notar o ponto luminoso aumentando e ganhando uma forma que, mesmo ainda embaçada, é possível perceber ser de um rosto.</div><div>Ele se esforça para enxergar com clareza a imagem a sua frente, arregala os olhos e pisca repetidas vezes para tentar focar, mesmo assim é inútil. Tenta coçar os olhos, mas seus braços estão presos por alguma coisa, sua percepção espacial se altera, percebe que está deitado e preso, mexe-se compulsivamente tentando se soltar, mas a escuridão novamente o toma, e uma descarga elétrica passa por seu corpo, abruptamente seus olhos são abertos.</div><div> Ainda sem conseguir falar, observa apavorado o ambiente que o cerca, verifica que está um consultório médico, tenta se lembrar do motivo de estar ali, mas nenhum pensamento coerente lhe vem à mente, olha para cima e a luz da sala faz seus olhos lacrimejarem. Diferente da luz do jardim que o confortava, essa o deixa incomodado. Dois médicos andam de um lado para o outro, e um se aproxima.</div><div>― Parece que nosso amigo acordou.</div><div>― Se não tivesse acordado com aquela dose de adrenalina não acordaria com nada. ― Ri.</div><div>O homem tenta falar, porém sua boca ainda está dormente.</div><div>― Não se esforce para falar, o efeito dos medicamentos passará em alguns instantes.</div><div>― Sim, não se preocupe, sua mente deve estar confusa, mas logo as coisas farão sentido, ainda não lembra, mas você é um cliente da Eternal Dream, que é o local onde você está, somos os médicos que irão fazer seu procedimento... Na verdade refazer...</div><div>O médico olha os computadores ao redor da maca do paciente que já demonstra um semblante mais calmo, porém ainda confuso.</div><div>O outro médico começa a imprimir um relatório e com um olhar desanimado diz para seu parceiro:</div><div>― Pelo visto ocorreu o mesmo erro da última vez... ― O médico olha para o paciente e pergunta. ― Por acaso o senhor começou a ver sombras durante sua indução?</div><div>O paciente assente. O outro médico puxa uma cadeira e senta. Seu auxiliar lhe entrega os relatórios e começa a explicar o ocorrido ao paciente.</div><div>― Bom senhor Harold, essas sombras costumam aparecer como uma defesa do corpo tentando impedir o coma auto induzido e acordar o paciente, ainda não sabemos explicar como isso acontece, mas é possível ver que nesse momento o lado direito do cérebro fica em intensa atividade, todo o cenário que criamos em nossos computadores e tentamos assimilar através de pequenos impulsos elétricos são invadidos por essas manchas que a meu ver tentam alertar sobre a falsa realidade que tentamos lhe inserir...</div><div>Harold apesar de não entender muito bem a explicação do médico, começa a lembrar do que estava fazendo ali, um sentimento de culpa o toma.</div><div>O médico sentado na cadeira percebe o descontentamento do paciente e resolve dar sua opinião.</div><div>― Bom... muitos dizem que essas manchas são uma espécie de culpa ou medo que o paciente está sentindo, mas a verdade é que nesse setor usamos os equipamentos mais velhos da clínica. ― Sorri. ― Geralmente mandam para cá as pessoas que pagam pelos nossos planos mais básicos... Para ser sincero nunca ouvi um caso de erro no processo no setor A. ― Os médicos se encaram e o auxiliar assente. ― Enfim, como aqui deu defeito o jeito é te mandar para lá.</div><div>O auxiliar começar a desatar Harold, que sente todas as suas funções corporais voltarem. </div><div>― Pegue esse papel e entregue na recepção, meu assistente lhe acompanhará. Não se preocupe mais com nada, a partir de agora você receberá nosso melhor e mais caro procedimento.</div><div>O médico pisca para Harold que após sair da maca, com a ajuda do médico auxiliar, senta-se em uma cadeira de rodas.</div><div>Pelos corredores brancos daquela grande clínica o auxiliar resolve puxar assunto com o paciente.</div><div>― E aí? O que você viu lá? ― Harold ainda estava tentando assimilar a realidade com o sonho, vários pensamentos e sentimentos o deixam confuso, pelo silêncio do paciente o auxiliar resolve apenas prosseguir seu caminho.</div><div>― Eu estava em um jardim...</div><div>― É a nossa configuração básica! ― O auxiliar empolga-se, adorava explicar o procedimento para as pessoas. ― Começamos com aquele cenário e de acordo com a aceitação do paciente começamos a criar cada vez mais cenários, mas nosso ponto alto é quando conseguimos modificar as noções cerebrais de tempo, você pode morrer depois de um segundo ou cem anos, tudo depois que finalizamos nosso processo se torna eterno... Mas de uma maneira boa é claro.</div><div>― Eu sei... Eu vi os comerciais de sua empresa na TV...</div><div>― Ah sim, entendo.</div><div>Os dois entram em um elevador, o auxiliar médico aciona o penúltimo andar do prédio, por longos cinco minutos nenhuma palavra é dita, Harold fica com o olhar perdido. O médico que aparentava não ter mais de vinte e cinco anos lembra-se da chegada do paciente ao hospital, parecia nervoso e ansioso, trêmulo assinou o formulário na recepção, quando chamado a ver o vídeo explicativo recusou-se, mostrando sua pressa em receber o procedimento. Geralmente as pessoas passavam cerca de um mês para fazer o processo, mas no caso de Harold algum motivo particular tornava sua psicocirurgia uma urgência.</div><div>Chegando ao último andar, o médico acompanha o paciente até a recepção, e volta ao elevador ainda pensativo sobre os motivos de Harold.</div><div>― Bom dia senhor, em que posso ajudá-lo?</div><div>Harold entrega o papel para a recepcionista.</div><div>― Meu procedimento deu errado no laboratório E-1...</div><div>― Ah sim, aquelas máquinas já estão ficando obsoletas, mas não se preocupe, o lema da nossa empresa é: O paraíso foi feito para todos. E a Eternal Dream te leva até ele.</div><div>Harold assente e tenta esboçar um sorriso enquanto lê essa frase atrás da secretária. Esse lema ficava espalhado por todas as salas daquele prédio, também havia um aspecto sereno naquele hospital, pinturas de paisagens que transmitiam felicidade podiam ser vistas de todos os lados.</div><div>Harold encosta-se à parede junto a uma fileira de cadeiras ocupada por vários idosos que estavam mexendo em seus computadores portáteis, era perceptível que naquele andar apenas os mais ricos recebiam o tratamento privilegiado. Ao seu lado um senhor se interessa pelo rapaz e resolve puxar assunto.</div><div>― O que alguém tão jovem faz aqui?</div><div>Harold o olha da cabeça aos pés, o senhor tem uma aparência frágil e doente. Diferente dos outros velhos, este está apenas segurando um folheto da Eternal Dream, lendo sobre todas as possibilidades de aventura dentro dos sonhos induzidos em realidade virtual.</div><div>― Vim fazer o que todos fazem aqui, não é mesmo? ― Ri constrangido.</div><div>― Entendo... Sabe? ― O velho joga o folheto na mesa e se aproxima de Harold. ― Quando eu tinha sua idade dedicava todo o meu tempo para os negócios da minha família, trabalhava exaustivamente e fazia cada vez mais nosso império industrial crescer, meus filhos e esposa sempre me acusaram de ser alguém ausente e egoísta, mas tudo que fiz foi por eles... Agora estou velho, e não vejo salvação para a minha alma, meus dias estão em seu fim, por isso decidi optar por esse caminho, sabe? É uma esperança de recomeçar, esquecer tudo que precisei fazer e ter paz, mesmo assim meus familiares não entendem e me chamam de egoísta. Vejo que você está perturbado, com certeza há muita pressão para que você não faça esse procedimento, mas digo meu rapaz, no final sempre estamos sós, e ninguém se importa conosco, pelo menos nesse momento se dê a liberdade de pensar em si próprio.</div><div>― Sim, desde que perdi meu emprego há uns dois anos mudei minha perspectiva de vida, percebi que as pessoas só te valorizam quando você pode dar algo em troca... Não acredito em doutrinas coletivistas, sempre estive só e nunca ninguém me ajudou, tudo que consegui foi pelo meu esforço, e agora apenas a minha mente me basta... Você estava certo, a culpa queria me tomar, mas depois de suas palavras percebi que não há maior prioridade do que nós mesmos! E que se foda a sociedade. ― Riem.</div><div>― Exato! Sociedade é uma mentira que inventam para tirar seu dinheiro, como uma ilustre mulher uma vez falou “Não existe essa coisa de sociedade. Existem indivíduos, homens e mulheres, e existem as famílias”, mas cá pra nós, família também não passa de sanguessugas. ― Riem.</div><div>Naquele mesmo instante fora do prédio.</div><div>O médico auxiliar aproveita seu horário de almoço para fumar um cigarro sentado em um banco em frente ao hospital. Percebe um movimento estranho perto da portaria e vai ver do que se trata.</div><div>― O que está acontecendo aqui?</div><div>Uma família composta por uma mulher, um idoso e duas meninas tentavam entrar no hospital.</div><div>― Senhor, estou tentando explicar que apenas pacientes e funcionários têm acesso ao hospital.</div><div>― Por favor, nos deixem ver meu marido!</div><div>― A senhora por acaso é esposa do de Harold Smith?</div><div>― Sim! Sim, você viu meu marido? ―Todos olham para o médico, ansiosos.</div><div>― Eu o vi sim, se vocês forem rápidos ainda poderão se despedir.</div><div>Determinada, a esposa junto a sua família vira-se, o guarda fica na frente, mas o médico faz sinal para que os deixe passar e os acompanha até o elevador.</div><div>― Sei que o momento é delicado... mas qual é a situação aqui? Ele não avisou que faria o procedimento?</div><div>― Não! Harold sempre foi um egoísta inescrupuloso! ― O senhor responde com raiva. ― Foi capaz de roubar as economias da família para se internar nessa aberração mental.</div><div>― John, o dinheiro era dele, não fale do Harold assim na frente das crianças...</div><div>O médico olha para as duas meninas que não pareciam ter mais de seis anos de idade, estavam assustadas.</div><div>― Pobres crianças, na verdade, pobre família, esse prédio está lotado de covardes egoístas e de aproveitadores... iguais a mim. ― pensa o médico.</div><div>― De qualquer forma, aquele imbecil não merece nosso respeito, um ser tão egoísta que matou a própria mãe ao nascer! ― O velho senhor começa a chorar ao lembrar-se da esposa que morreu ao dar à luz.</div><div>Dentro da sala de espera.</div><div>A enfermeira informa que Harold deve ir à sala de psicocirurgia.</div><div>― Senhor Harold é a sua vez. ― Vira a cadeira de rodas e se despede do novo amigo.</div><div>― Não falei meu nome, me chamo Harold Smith. ―Segura a mão do velho que o responde.</div><div>― Me chamo Ludwig Thatcher. ― Sorri gentilmente para Harold, que sem palavras prossegue lentamente para a sala onde um médico o esperava na porta.</div><div>Ludwig era o acionista majoritário e presidente da empresa onde Harold trabalhava. O mesmo senhor que aprovou a demissão de mais de 100 mil funcionários com o objetivo de cortar gastos desnecessários, e que semanas depois foi na TV falando sobre os recordes de lucro da empresa.</div><div>A porta do elevador abre.</div><div>― Pai!</div><div>Harold reconhece aquela voz, as crianças tentam correr em direção ao pai, mas a mãe as segura, a secretária percebendo o tumulto já ativa a segurança.</div><div>― Seja pelo menos homem para se despedir de suas filhas! ― O pai de Harold grita, fazendo todos ali se assustarem.</div><div>Harold olha para trás e vê sua esposa e filhas chorando, seu pai enfurecido não consegue mais esconder as lágrimas. Harold olha para Ludwig que sadicamente sorri e faz sinal com a mão para que ele prossiga. Depois de pensar um pouco, Harold olha para o médico em frente à porta e assente, o médico sai de seu caminho e ele entra na sala.</div><div>Sua esposa cai no chão de joelhos e as crianças a abraçam. Antes que John pudesse invadir a sala, guardas puxam todos ali, o médico tenta lutar contra eles e depois de alguns segundos os convence de que ele mesmo iria retirar a família do local.</div><div>Na recepção do prédio a família conta sua história ao médico auxiliar, que indignado propõe uma vingança.</div><div>― Eu posso invadir o laboratório a noite e mudar os cenários virtuais para que Harold viva um verdadeiro inferno mental. E quanto ao dinheiro, não se preocupem, irei repor o que ele tirou das suas economias.</div><div>― Não! Não queremos vingança, e quanto ao dinheiro, desde que ele perdeu o emprego venho sustentando a casa com meu trabalho, não necessitamos de ajuda, mas mesmo assim muito obrigada, falar com você e entender o que vai acontecer com ele nos ajudou compreender melhor o lado dele... Não podemos obrigar ninguém a nada, nem mesmo a viver a realidade.</div><div>Ela se levanta. E todos acompanham.</div><div>― Muito obrigado doutor, nós não iremos mais atrapalhar seu trabalho. ― Sorri.</div><div>― Pode me chamar de Alex, e não foi nenhum transtorno, há tempos penso em largar esse serviço, sou apenas um auxiliar aqui, mas quando me formar pretendo ajudar as pessoas de verdade, não as afundando em um mundo falso.</div><div>O velho que todo o momento ficou calado resolve falar.</div><div>― Todos sempre procuram algum subterfúgio para escapar da realidade... Na minha época não havia uma empresa capaz de criar uma Matrix pessoal para cada pessoa que pudesse pagar por isso... mas já havia todos os tipos de fuga da realidade, desde drogas até religiões e filosofias vazias. O ser humano em seu egoísmo procura apenas o seu prazer, mas depois de todos esses anos, aprendi que só podemos aproveitar de fato a vida enfrentando a realidade.</div><div>Todos assentem e o médico os acompanha até a saída.</div><div>Dez horas depois. Subsolo da empresa Eternal Dream.</div><div>― Nossa, como é frio aqui embaixo. ― Diz o médico assistente ao seu parceiro.</div><div>― Sim, aqui nessa área como parte do pacote Gold, congelamos as pessoas para que seus corpos fiquem conservados... Alguns aqui nos pediram para acordá-los daqui uns anos.</div><div>― Entendo. ― O assistente encara todo aquele cemitério de tubos de criogenia, o lugar parecia ter cerca de 10mil metros quadrados. ― Esse lugar é bem grande, como vamos encontrar o nosso querido Harold?</div><div>― Vamos ao computador central perto da parede, lá tem todas as informações dos pacientes, mas lembre-se, viemos aqui apenas verificar as anomalias que vimos no computador central, não podemos sabotar a mente de ninguém.</div><div>― Não é meu plano fazer isso, apesar de querer. ― Ri.</div><div>Os dois se aproximam, o computador era apenas uma película na parede onde diversas informações binárias eram exibidas, além e ter um teclado fixado logo abaixo. O médico insere alguns códigos correspondentes às informações de Harold, logo toda sua ficha é exibida, mas a imagem do córtex cerebral apavora o doutor.</div><div>― Alex! Olha isso.</div><div>Alex olha e também se assusta.</div><div>― É o mesmo padrão do Harold. ― Se aproxima. ― Mas cem vezes maior.</div><div>― Não é o mesmo padrão de hoje mais cedo... ― O médico insere códigos e acessas os padrões mentais do paciente. ― Veja!</div><div>― Pelo visto agora não são apenas sombras...</div><div>― Mas olhe como isso é impressionante ― O médico muda de tela e acessa outro paciente.</div><div>― Caramba! O mesmo fenômeno de Harold foi para a senhora Gonzalez.</div><div>O médico continua passando a tela.</div><div>― Não apenas para ela, como pode ver todos os pacientes estão infectados pelas memórias alheias, e digo, as piores memórias... Parece que criamos uma espécie de inferno aqui. ― Sorri.</div><div>― Mas como isso é possível?</div><div>― Há tempos alertei os engenheiros de software sobre essa possibilidade, nossas informações cerebrais podem parecer apenas impulsos elétricos e reações químicas, coisas observáveis e manipuláveis, os engenheiros criam padrões, regras, mas a única regra que existe em biologia é que sempre há exceções, e pelo visto o senhor Harold é a nossa exceção, um vírus egoísta que provocou uma profunda crise empática em todos os nossos pacientes...</div><div>― E o que vamos fazer?</div><div>― Provavelmente nada. Nossa empresa está apenas preocupada em fazer boa publicidade e ganhar novos clientes. Quanto a essas pessoas, como você mesmo contou a história de Harold, ele não se importava com os outros, e agora os outros não se importarão com ele. Esse é o preço do egoísmo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A MAIOR VIAGEM</title><description><![CDATA[Certo. Acho que anteriormente eu já falei sobre sonhos e coisas parecidas. Se não falei, preste bem atenção porque este texto se tratará deles. Quem nunca teve um sonho de viajar? Sair por ai pelo mundo, ou até mesmo pelo Brasil? Pelos mais diversos motivos desde realização pessoal ou até mesmo autodescoberta. Aqueles mais jovens que tem aquela fúria e curiosidade dentro de si, querem sair de norte a sul com apenas uma mochila e alguns trocados, vivendo experiências que a mais tradicional pessoa<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_ae4202dac1804a07bdb1f7de0205d863.jpg"/>]]></description><dc:creator>Jéssica Albino</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/16/A-MAIOR-VIAGEM</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/16/A-MAIOR-VIAGEM</guid><pubDate>Sat, 16 Apr 2016 13:17:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_ae4202dac1804a07bdb1f7de0205d863.jpg"/><div>Certo. Acho que anteriormente eu já falei sobre sonhos e coisas parecidas. Se não falei, preste bem atenção porque este texto se tratará deles.</div><div>Quem nunca teve um sonho de viajar? Sair por ai pelo mundo, ou até mesmo pelo Brasil? Pelos mais diversos motivos desde realização pessoal ou até mesmo autodescoberta.</div><div>Aqueles mais jovens que tem aquela fúria e curiosidade dentro de si, querem sair de norte a sul com apenas uma mochila e alguns trocados, vivendo experiências que a mais tradicional pessoa jamais ousaria em se imaginar vivendo. Adquirindo conhecimento por experiência, aprendo traços novos de culturas distintas e descobrindo as belezas e horrores do mundo. Esses são os espíritos livres.</div><div>Tem também os mais velhos que viajam mesmo pelo lazer. Para ter seus quinze minutos de descanso das correrias e preocupações do dia-a-dia. Aqueles que viajam por conta da saúde, para buscar novos tratamentos ou até mesmo a cura para doenças.</div><div>Tem também aquelas pessoas mais velhas que possuem o espírito jovem e estão sempre buscando e ansiando pelo novo. Aqueles que também só viajam pra dizer “Eu viajei” para os amigos e familiares.</div><div>E tem também aqueles que viajam sem sair de dentro de casa. Que vão á mundos extraordinários e conhecem personagens fantásticos sem sair do lugar. Esses, são os cativos da criatividade.</div><div>Agora, você que leu até aqui e até agora não viu finalidade nesse texto, eu te faço uma pergunta: Qual a finalidade da viagem? Independente se sair ou não de casa, porque é tão importante?</div><div>Não é só questão de lazer. Independente se você saiu e fez um mochilão, foi conhecer á Disney, ás pirâmides de Gizé ou a qualquer outro lugar, mesmo se você apenas teve uma viagem imaginária, se imaginou derrotando monstros ou lutando ao lado de personagens incríveis, uma viagem sempre desperta uma sensação única que as pessoas não percebem, mas necessitam muito dela.</div><div>A finalidade deste texto é mostrar que, todos devemos nos permitir viajar porque a viagem traz a sensação de ser livre.</div><div>Viajar significa se libertar.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Torcendo a Trama</title><description><![CDATA[Toda história possui começo, meio e fim, não necessariamente nesta ordem. Nem toda história possui um “plot twist”, literalmente falando, uma reviravolta, muito embora a maioria dos autores anseie por isso. É sempre gratificante quando, mesmo nas últimas paginas de nosso livro, nos conseguimos surpreender o leitor. É disso que se trata uma reviravolta. Prender a atenção, seguir o rumo em uma linha reta e, subitamente, torcer a trama de tal forma, que obriga o espectador a volta algumas paginas,<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_b4887ca25d10410f97ed1b83705f95b2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lucas Fernandes</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/16/Torcendo-a-Trama</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/16/Torcendo-a-Trama</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2016 14:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_b4887ca25d10410f97ed1b83705f95b2.jpg"/><div>Toda história possui começo, meio e fim, não necessariamente nesta ordem. Nem toda história possui um “plot twist”, literalmente falando, uma reviravolta, muito embora a maioria dos autores anseie por isso. É sempre gratificante quando, mesmo nas últimas paginas de nosso livro, nos conseguimos surpreender o leitor.</div><div>É disso que se trata uma reviravolta. Prender a atenção, seguir o rumo em uma linha reta e, subitamente, torcer a trama de tal forma, que obriga o espectador a volta algumas paginas, retroceder cenas do DVD ou simplesmente começar a raciocinar consigo mesmo como não havia percebido aquilo desde o inicio?</div><div>Sim, desde o início, é lá onde seu “plot twist” está escondido, em pequenas dicas e detalhes, porque são os detalhes que fazem toda diferença. Assim como num show de mágica, seu início é a primeira cortina de fumaça para esconder o truque. O desenrolar da historia, será a assistente de palco de roupa colorida ou a teatralidade do ilusionista, chamando a atenção do público para o óbvio, buscando esconder o espetáculo principal.</div><div>Numa narrativa fortemente baseada em reviravoltas (sim, podemos ter mais de uma), aquele momento de poucos segundos é o ponto chave, o objetivo do autor, o coup de grace da trama e onde ela se sustenta. O autor investiu todo seu potencial criativo para surpreendê-lo e se não conseguir, o coelho terá pulado da cartola antes da hora, e a plateia ficará decepcionada.</div><div>Reviravoltas não são esperadas, então para um “plot twist” funcionar, ele deve permanecer bem escondido até o momento de ser revelado. Por isso os despiste são importantes, mas é igualmente relevante detalhes que nos demonstrem que, a dupla personalidade, o planeta desconhecido que na verdade é a Terra, os vivos que na verdade estão mortos, sempre estiveram ali. Nós apenas não conseguimos perceber.</div><div>Eu não vou dar exemplos de “plot twist” famosos para não dar spoilers, mas tenho certeza que, enquanto leem esse texto, todos tem um exemplo em mente e lembram com carinho (talvez com um pouco de raiva), aquele instante em que foram totalmente enganados pela historia e se permitiram ficar boquiabertos por alguns segundos.</div><div>A verdade é que uma trama que se torce, gera mais ansiedade e expectativa, mesmo quando não percebemos que haverá uma reviravolta. Não é por acaso que narrativas que focam suspense ou terror, normalmente tem mais reviravoltas que historias de drama ou comédia (mas obviamente isso não é uma regra geral).</div><div>Contos de terror costumam sempre ter um “plot twist” ao final, normalmente quando o sobrenatural pula na nossa cara, gritando sua existência, ou simplesmente quando os segredos perniciosos de uma mente homicida são revelados. Eu particularmente gosto de contos de terror, tanto de ler quanto de escrevê-los. São enredos curtos, com imenso potencial.</div><div>É claro que não há nada de errado com uma história sem reviravoltas. Nós temos ótimas narrativas sem esse recurso, que na verdade deve ser utilizado com muito cuidado. Torça muito sua trama e seu leitor ficará tonto, tentando acompanhar as mudanças de foco. É importante lembrar que uma reviravolta pode ser tão surpreendente quanto decepcionante. (em ambos os casos ela costuma gerar fúria em diferentes graus de intensidade).</div><div>Não importa se você conseguiu esconder bem as cartas na manga, chegará o momento de mostrar o truque, e talvez seus espectadores não gostem de saber que tudo não passou de um sonho ou que estamos diante de mais um caso de esquizofrenia. Vejamos os filmes de M. Night Shyamalan (Não se preocupem, não irei dar spoilers).</div><div>Este diretor é conhecido por “plot twist”. Quando você assiste a um filme de Shyamalan fica tenso igual a uma corda de violino, esperando pelo momento em que será surpreendido. A reviravolta de O Sexto Sentido agradou de uma forma geral. Não se pode dizer o mesmo de A Vila, pois sua mudança radical de foco gerou discussões e decepcionou muitas pessoas. Em ambos os casos o “plot twist” ficou bem guardado até dar as caras, mas obteve recepções diferentes do público.</div><div>É impossível agradar gregos e troianos, mas é importante agradar ao menos a maioria da Grécia, então é necessário estar atento ao aplicar uma reviravolta, pois, em regra, ela implica em quebrar as expectativas do leitor. Em suma, você tem que esperar que seu público aprecie ter sido enganado.</div><div>Alguns “plot twist” torcem a trama menos do que outros e são esteios mais seguros, para sustentar uma história. Reviravoltas radicais são apostas arriscadas, que podem sempre despertar emoções conflitantes. (Você agora já está trincando os dentes ao lembrar-se de uma, que particularmente não lhe agradou). No final das contas a diferença entra o veneno e o antídoto é a dosagem, mas tudo bem se você estiver portando um veneno. Basta saber aplicá-lo.</div><div>Mesmo sendo um recurso por vezes polêmico, o “plot twist” pode tornar uma narrativa memorável. Por isso, não tenha medo das reviravoltas. Surpreenda seu público. Torça sua trama com sabedoria.</div><div>E ouça o barulho dos dentes rilhando.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Vilões também vendem livros  (Parte 1)</title><description><![CDATA[Diário de uma escritora Parte 1 Oi gente, e aí? Hoje, antes de começar nosso diário, quero contar uma histórinha antiga que aconteceu comigo. Prometo que vai ser rápido e você vai compreender perfeitamente no que ela se encaixa aqui na coluna. Desde pequena, mesmo antes de saber ler, eu sempre li histórias quando lia as imagens dos livrinhos (lia e não via, porque a criança é capaz de ler uma história através de uma imagem), depois passei a criar minhas próprias histórias no espellho do banheiro<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_cb55357ac73d41a6abc2b71e808aebd7.png"/>]]></description><dc:creator>Graci Rocha</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/14/Vil%C3%B5es-tamb%C3%A9m-vendem-livros-Parte-1</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/14/Vil%C3%B5es-tamb%C3%A9m-vendem-livros-Parte-1</guid><pubDate>Thu, 14 Apr 2016 14:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_cb55357ac73d41a6abc2b71e808aebd7.png"/><div>Diário de uma escritora</div><div>Parte 1</div><div>Oi gente, e aí?</div><div>Hoje, antes de começar nosso diário, quero contar uma histórinha antiga que aconteceu comigo. Prometo que vai ser rápido e você vai compreender perfeitamente no que ela se encaixa aqui na coluna.</div><div>Desde pequena, mesmo antes de saber ler, eu sempre li histórias quando lia as imagens dos livrinhos (lia e não via, porque a criança é capaz de ler uma história através de uma imagem), depois passei a criar minhas próprias histórias no espellho do banheiro da casa da minha avó. E assim, um belo dia eu estava criando enormes histórias, escrevendo-as nos cadernos de aula e tomando castigos chatos por estragar meu material escolar. Minha mãe queria me levar para o médico (psicólogo) porque eu dava muita ênfase aos vilões. Nem eu mesma entendia o porque disso. </div><div>Sempre tive aquele “Clic” quando lia um livro, eu devorava os personagens e sempre sentia que os vilões não podiam simplesmente ser apenas os malvadões da história, o Lex Lutor que obrigada o superman a ser um herói abdicado. Para mim, os heróis (aqueles 100% bonzinhos e abnegados) eram chatos e cansativos porque eu não era assim, eu ajudo o próximo, mas tenho um limite e acho que não conseguiria, por exemplo, deixar um ente querido morrer para salvar o planeta, simplesmente o planeta ia dançar... Eu e meu ente morreríamos lutando é claro, mas ainda assim o planeta não tinha a menor chance de eu abrir mão do meu ente querido por ele. Você pode estar me considerando uma vilã, mas pense cá comigo: faço caridade sempre que posso, não julgo as pessoas, ajudo todos que precisam de mim, sou honesta, dou duro no trabalho, faço o bem de maneira geral. Como posso ser chamada de vilã? Estão conseguindo captar o dilema?</div><div>Enfim, deixa eu explicar melhor.</div><div>Sempre vi no vilão um potencial incrível, uma pessoa ou criatura que era má sim, que queria dominar o mundo, mas que ao mesmo tempo podia fazer algum bem dentro de sua visão louca sobre certo e errado. Sempre me apaixonei por vilões, Steban Trueba (A Casa dos Espíritos de Isabel Allende) ainda mora no meu coração, mesmo ele tendo arrancado alguns dentes da mocinha (que não consigo lembrar o nome agora) e mesmo ele tendo “deitado na relva” muitas mocinhas inocentes.</div><div>Às vezes nem percebemos, mas nos apaixonamos pelos vilões, pela forma como eles desafiam os herois, os obrigam a agir e fazer a coisa certa pelo mundo e pelos indefesos.</div><div>Quando comecei a estudar as técnicas literárias descobri muito sobre isso. Acho que foi Albert Zuckerman quem disse que os personagens que realmente conquistam os leitores são chamados de memoráveis e que todo livro de sucesso precisa de pelo menos um personagem memorável. A época imaginei que os heróis deveriam ser esses tais personagens memoráveis, mas conforme fui lendo muitos livros bons e mesmo vendo filmes, descobri que o vilão está mais para memorável do que o herói em si. Digo isso pois, os vilões são aqueles caras que não tem medo de fazer o necessário, de encarar o medo de falhar, de lutar por seus objetivos a qualquer custo, mesmo que seja o de dominar o mundo.</div><div>No final das contas é o vilão (e pode não ser uma pessoa) que movimenta a trama, ele que nos obrigada a ver o heroi se ralar todo, rs.</div><div>E aí, gostou do diário de hoje?</div><div>No nosso próximo encontro aqui na coluna, vamos discutir os motivos de o vilão vender livros quase tanto quanto o herói, ou mesmo mais. Vou falar alguns pontos que vai ajudar você autor a criar personagens memoráveis e você leitor a percebê-los melhor em suas leituras.</div><div>Vejo vocês em breve.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Soneto da Culpa</title><description><![CDATA[Estou de volta e escolhi mais uma poesia minha para dividir aqui com vocês, é uma poesia bem velha (eu gosto de colocar as datas, porque vai dar pra ver as modificações que eu tive ao longo dos anos na minha produção) e foi o primeiro soneto que eu escrevi na minha vida. Não é uma forma que eu tenha muito domínio (e eu admiro MUITO mesmo quem domina!), porque não é fácil. Poesia é muito complexa de escrever, eu realmente tenho mais facilidade em escrever prosa, o que pode até parecer estranho,<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_21285ba1edca44b998c4b9e6d3162234.jpg"/>]]></description><dc:creator>Déborah Felipe</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/13/Soneto-da-Culpa</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/13/Soneto-da-Culpa</guid><pubDate>Wed, 13 Apr 2016 12:55:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_21285ba1edca44b998c4b9e6d3162234.jpg"/><div>Estou de volta e escolhi mais uma poesia minha para dividir aqui com vocês, é uma poesia bem velha (eu gosto de colocar as datas, porque vai dar pra ver as modificações que eu tive ao longo dos anos na minha produção) e foi o primeiro soneto que eu escrevi na minha vida. Não é uma forma que eu tenha muito domínio (e eu admiro MUITO mesmo quem domina!), porque não é fácil.</div><div>Poesia é muito complexa de escrever, eu realmente tenho mais facilidade em escrever prosa, o que pode até parecer estranho, já que costuma ser bem mais longo, mas eu acho que aquela fórmula de 10% inspiração e 90% transpiração foi exatamente pensado em poesia... E ao mesmo tempo, quando eu tive mais facilidade em escrever poemas, foi quando eu só me debruçava sobre o papel de deixava as palavras correrem até o fim.</div><div>Viu? Escrever infelizmente não tem mesmo uma fórmula...</div><div>Bom, vamos ao soneto.</div><div> Poesia de 04 de março de 2004 (quinta feira)</div><div>Soneto da Culpa<div>Por mais que venha a vontade Por mais que eu queira ajudar Sempre me falta coragem E é o que me faz recuar. Há tanta gente esperando Que eu tenha, nós tenhamos solução Então, eu me vejo chorando Por não responder a questão. Até me sinto culpada Por realmente não dar atenção. Viver de alma lavada, Vivendo de extrema ilusão, Vivendo de forma apagada, Enquanto outros, em intensa escuridão.</div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O que é felicidade?</title><description><![CDATA[Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_70eb7f234db246308a9a0a79b6c401a8.png"/>]]></description><dc:creator>Alexsandra Figueiredo</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/12/O-que-%C3%A9-felicidade</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/12/O-que-%C3%A9-felicidade</guid><pubDate>Tue, 12 Apr 2016 13:18:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_70eb7f234db246308a9a0a79b6c401a8.png"/><div>Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.</div><div>Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.</div><div>Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.</div><div>Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.</div><div>- Augusto Cury</div><div>Muitas pessoas se permitem questionar: “O que é felicidade?” e “Como uma palavra tão pura e genuína pode ter tantos significados?”</div><div>Para muitos ser feliz é conseguir encontrar o grande amor verdadeiro, é estar contentes e amar si próprio sendo do que jeito que é. Mas para outros ser feliz está muito mais presente em “Ter” do que “Ser”. Para estas pessoas, ser feliz é ter uma vida financeira sempre crescente, é ter muitos patrimônios, mulheres, carros, roupas, sapatos, bolsas, viagens, etc. Mas tudo que o dinheiro compra para ás pessoas é barato, e a paz de espírito de um ser não tem preço.</div><div>O dinheiro não proporciona felicidade para ninguém. Ele é um meio para que ás pessoas consigam se manter socialmente e para que possam então proporcionar a si mesmos momentos extraordinários.</div><div>Para algumas pessoas, ser feliz é apenas acordar de manhã e sentir o cheiro da grama molhada, é ouvir o cantarolar dos pássaros, sentir a brisa no rosto vendo o sol da manhã. É caminhar sobre ás ondas, e ouvir seu som. É colocar um sorriso no rosto de outra pessoa, mesmo que esta por si só não lhe retribua o ato.</div><div>Ás vezes ser feliz é amar ao próximo, mais do que amas a ti mesmo.</div><div>Ser feliz é brincar e rir muito como uma pequena e ingênua criança, que ainda não cresceu e não conhece metade da maldade sobre o mundo ou sobre a própria sociedade em que vive.</div><div>Alguns ás vezes se perguntam qual é o segredo da felicidade, e eu lhes respondo que o segredo da felicidade não pode ser buscado ou encontrado apenas em outras situações ou em outras pessoas, mas em si mesmo.</div><div>A Felicidade é estar em paz consigo mesmo, não vivendo em função apenas dos problemas e aflições do próprio cotidiano. E que pessoa melhor para nos fazer feliz se não nós mesmos?</div><div>Para sermos felizes, precisamos contribuir não apenas com o próximo, com nossa cidade, com nosso país, ou nossa família, mas com nós também. Somos capazes de nos proporcionar momentos extremamente felizes em nossa estrada, e não precisamos que outra pessoa venha e faça isso por nós, já que nós mesmos podemos e somos capazes de fazer isso.</div><div>No momento em que encontrarmos o equilíbrio dentro de nosso espírito e de nosso ser interior, neste momento estaremos caminhando em função da felicidade. No momento que deixarmos de nos preocupar tanto com aqueles fatores inválidos e sem importância em nosso caminho, e passarmos a progredir e evoluir como seres humanos, neste momento a sociedade estará marchando em caminho ao rumo da felicidade.</div><div>Descobrirão então que a felicidade não esteve este tempo todo em outro lugar, esperando que seja descoberta, mas que na verdade a felicidade sempre existiu dentro de cada vida, dentro de cada ser.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_f822071861244eb28e804e4cc935d10c.png"/><div>“A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre.”</div><div>- Clarice Lispector</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Discordianismo - A Religião do Caos</title><description><![CDATA[As religiões e filosofias de todo o mundo sempre buscam a compreensão de tudo, ou pelo menos o bastante para que se sintam aliviados das questões existenciais que cercam o ser humano por diversos motivos, sejam estes por simples curiosidade ou até mesmo o medo. No entanto, em meio a ser esse mar de questionamento que existe desde o início da humanidade, eis que surge uma religião no fim dos anos 50 com uma proposta diferente do que se entende por religião.Religião esta que tinha como proposta o<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_100ec4d5beb242e99a3d5b3ff46e5671.png"/>]]></description><dc:creator>Lucas Barbosa</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/11/Discordianismo-A-Religi%C3%A3o-do-Caos</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/11/Discordianismo-A-Religi%C3%A3o-do-Caos</guid><pubDate>Mon, 11 Apr 2016 14:24:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>As religiões e filosofias de todo o mundo sempre buscam a compreensão de tudo, ou pelo menos o bastante para que se sintam aliviados das questões existenciais que cercam o ser humano por diversos motivos, sejam estes por simples curiosidade ou até mesmo o medo. No entanto, em meio a ser esse mar de questionamento que existe desde o início da humanidade, eis que surge uma religião no fim dos anos 50 com uma proposta diferente do que se entende por religião.</div><div>Religião esta que tinha como proposta o Caos, uma seita baseada em que nada é verdadeiro, o sentido e ordem não existe e a melhor maneira de se viver é por meio da confusão.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_100ec4d5beb242e99a3d5b3ff46e5671.png"/><div>Origem e outras explicações</div><div>Discordianismo é uma religião baseada na adoração de Eris (também conhecida como Discórdia), a deusa greco-romana do caos. Essa seita foi fundada em algum momento entre 1958 e 1959, após a publicação do seu primeiro livro sagrado, o Principia Discordia, escrito por Malaclypse the Younger e Omar Khayyam Ravenhurst, depois de uma série de alucinações compartilhadas em uma pista de boliche. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_e5e0d19a2e0c4bd995d2a66ae36c3e23.png"/><div>A religião já foi relacionada ao Zen, baseada em similaridades com interpretações absurdistas da escola Rinzai. O discordianismo é centrado na ideia de que ordem e desordem são ambas ilusões impostas no Universo pelo sistema nervoso humano, e que nenhuma dessas ilusões de aparente ordem e desordem é mais acurada ou objetivamente verdadeira do que outra.</div><div>O discordianismo é por vezes considerado uma religião paródia (muitos conspirólogos chamam o discordianismo de piada disfarça de organização, mas os discordialistas contra argumentam e dizem que se trata de uma organização disfarçada de piada). Embora exista disputa sobre a que grau isso é verdade. Discordialistas usam humor subversivas para divulgar sua filosofia e evitar que suas crenças se tornem dogmáticas. É difícil estimar o número de discordialistas porque não lhes é exigido ter discordianismo como único sistema de crenças, e porque há incentivo a criar cismas e cabalas. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_dd05a0afe97647418af36678875884e4.png"/><div>Simbolo da Seita</div><div>Não há consenso entre os membros, na verdade a maioria não se conhece, pois, para eles qualquer pessoa pode ser um discordialista, até mesmo você. Sim, muitas pessoas não sabem que são, mas para fazer parte dessa seita basta apenas você compartilhar desse sentimento confuso de alguma forma, como por exemplo, semeando discórdia entre seus amigos, ou até mesmo desorganizando os livros de sua sala. Claro que um discordialista leva isso a proporções maiores, mas em defesa do culto, eles tentam abster-se de propagar suas crenças após serem pegos, por exemplo, depois de um atentado terrorista. Mas, a maioria dos membros é pacífica atendo-se apenas a telefonar para sua casa a fim de causar alguma intriga entre os familiares.</div><div>Organização</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_7ce36c5c9f1b48689b4cd8ca67f8d45f.png"/><div>Introdução da quinta edição dos Principia Discórdia:</div><div>&quot;Se religiões organizadas são o ópio do povo, então religiões desorganizadas são a maconha da turba lunática&quot;. — Kerry Thornley.</div><div>A mera ideia de uma organização Discordiana é uma contradição. Ainda assim, alguma estrutura é indicada no Principia Discordia. O grupo mais geral, presumivelmente incluindo todos os Discordialistas (e potencialmente outros também), é a Sociedade Discordiana, cuja definição é &quot;A Sociedade Discordiana não tem definição&quot; (Principia Discordia, página 00032). Dentro da sociedade existem sectos do Discordianismo, cada um sob a direção de um &quot;Episkopos&quot; (&quot;supervisor&quot; em Grego), que recebe direções diretamente de Eris, presumidamente via sua glândula pineal.</div><div>&quot;Algumas Episkoposes têm uma cabala de uma pessoa.</div><div>Algumas trabalham juntas.</div><div>Algumas nunca explicam.&quot; — marginália dos Principia Discordia, página 00032.</div><div>Discordialistas que não formam seu próprio secto, quer participem do secto de outra pessoa ou não, fazem parte da Legião da Discórdia Dinâmica, e podem ser chamados de Legionários. Os que querem ser Discordialistas são informados na página 00032,</div><div>Se você quer entrar para a Sociedade Discordiana</div><div>então declare você próprio o que deseja</div><div>faça o que quiser</div><div>e conte-nos sobre isso</div><div>ou</div><div>se preferir</div><div>não.</div><div>Não existem regras em lugar algum.</div><div>A deusa Prevalece. </div><div>POEE</div><div>O secto do Discordianismo fundado por Malaclypse The Younger e Omar Khayyam Ravenhurst é conhecido como o Paratheo-anametamystikhood Of Eris Esoteric (POEE), uma Desorganização Não-Profética Irreligiosa, e os Principia Discordia nos fala muito sobre a POEE em particular, assim como do Discordianismo em geral.</div><div>Por Exemplo, página 00022 contém — junto com uma citação copiada a mão por Lichtenberg: &quot;Este livro é um espelho. Quando um macaco olha, não vê um apóstolo do outro lado.&quot; — alguns detalhes sobre a estrutura da POEE. Em particular:</div><div>a POEE tem 5 DEGRAUS:</div><div>O Neófito, ou DISCÍPULO LEGIONÁRIO.</div><div>O DIÁCONO LEGIONÁRIO, que está aprendendo.</div><div>Um PADRE/MADRE ordenado ou CAPELÃO da POEE.</div><div>O SUMO-SACERDOTE, O Polipadre.</div><div>E POEE =PAPA=.</div><div>&quot;Discípulos Legionários da POEE estão autorizados a iniciar outros como Legionários da Sociedade Discordiana. Padres escolhem seus próprios diáconos. O polipadre ordena Padres. Eu não sei sobre os papas.&quot; — Malaclypse the Younger, Principia Discordia, página 00022.</div><div>De acordo com os Principia Discordia, POEE é &quot;uma tribo de filósofos, teólogos, mágicos, cientistas, artistas, palhaços e maníacos similares que estão intrigados com Eris deusa da confusão e suas travessuras.&quot; Além disso, diz que &quot;POEE aceita a Lei dos Cinco do secto de Omar&quot; e &quot;POEE também reconhece o número sagrado 23.&quot;</div><div>Paratheo-anametamystikhood pode ser traduzido como &quot;deidade equivalente, revertendo além-místico&quot;, que pode ser interpretado como &quot;todas as deidades são equivalentes, não há grande mistério nisso.&quot;</div><div>Papas no Discordianismo</div><div>De acordo com a página 00036 dos Principia Discordia, um papa é &quot;cada homem, mulher e criança na Terra.&quot;</div><div>Incluído nos Principia Discordia há um &quot;cartão de PAPA oficial&quot; (página 00036) que pode ser reproduzido e distribuído livremente. Porém, o Papado não é dado através da possessão desse cartão — ele serve simplesmente para informar às pessoas que alguém é um Papa da Discórdia genuíno e autorizado.</div><div>Apesar de os poderes de um Papa não serem necessariamente enumerados nos Principia, podemos ter alguma ideia disso a partir de uma nota no cartão que diz, &quot;Um PAPA é alguém que não está debaixo da autoridade das autoridades.&quot; Alguns Discordialistas se deram ao trabalho de elaborar mais sobre os poderes de um Papa. Atrás de alguns cartões Papais, a seguinte mensagem pode ser encontrada:</div><div>&quot;Os direitos de um PAPA incluem, mas não se limitam a:</div><div>1. Invocar infalibilidade a qualquer momento, inclusive retroativamente.</div><div>2. Reformar completamente a igreja Erisiana.</div><div>3. Batizar, enterrar, e casar (com a permissão do falecido nos últimos dois casos).</div><div>4. Excomungar, desexcomungar, reexcomungar, e desreexcomungar tanto a si mesmo quanto a outros.</div><div>5. Efetuar qualquer rito e função considerada inapropriada para um Papa de Discórdia.&quot;</div><div>O terceiro direito (precisar de permissão do falecido em casos de enterro ou casamento, mas não de batismo) pode ser uma referência à prática da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias de batismo dos mortos. Também pode ser uma referência de que casamento é equivalente a morte.</div><div>Esse entendimento da noção de Papa tem grandes consequências no Discordianismo. Por exemplo, a introdução dos Principia Discordia diz que &quot;Só um Papa pode canonizar um Santo. […] Então você pode ordenar a si próprio — e qualquer um ou qualquer coisa — um Santo.&quot; O último dos direitos enumerados de um PAPA pode ser uma alusão ao &quot;necessary and proper clause&quot; da constituição dos EUA.</div><div>Uma versão feminina, com a palavra Mama em vez de &quot;Papa&quot;, também foi promulgada; porém a versão neutra ainda não foi escrita. Sexos alternativos vão precisar de modificações adicionais das regras imaleáveis.</div><div>Conclusão</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_969543ed153b4924850c0709ae9bcb51.png"/><div>O discordianismo é impossível de ser explicado, aliás se fosse possível seria apenas mais uma seita sobre a compreensão do mundo, muitos afirmam que ele veio a se contrapor a esse pensamento. Logo qualquer coisa que você ler sobre esse tema, até mesmo esse texto, não será de grande relevância, e como diz o segundo mandamento do Princípio Discórdia: &quot;Um discordialista é proibido de acreditar naquilo que lê&quot;.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dilúvio: Uma Tragédia Global</title><description><![CDATA[Durante quarenta dias permaneceu o Dilúvio sobre a terra; cresceram as águas e ergueram a arca, que ficou elevada acima da terra. – Gênesis VII, 17 Muitas pessoas conhecem a história bíblica sobre o dilúvio. Mas poucos sabem que essa história não é algo exclusivo das escrituras judaico-cristãs, mas sim um relato que aparece em diversas outras civilizações e culturas, até mais antigas que esta. E claro a ciência também tem suas hipóteses sobre o assunto. Aquele que deve viver! Segundo o velho<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_3fcec6576ed04304b6e8ce6158393fd9.png"/>]]></description><dc:creator>Lucas Barbosa</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/03/Dil%C3%BAvio-Uma-Trag%C3%A9dia-Global</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/03/Dil%C3%BAvio-Uma-Trag%C3%A9dia-Global</guid><pubDate>Sun, 03 Apr 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_f260010f4c834e03977b376773fc7276.png"/><div>Durante quarenta dias permaneceu o Dilúvio sobre a terra; cresceram as águas e ergueram a arca, que ficou elevada acima da terra. – Gênesis VII, 17</div><div> Muitas pessoas conhecem a história bíblica sobre o dilúvio. Mas poucos sabem que essa história não é algo exclusivo das escrituras judaico-cristãs, mas sim um relato que aparece em diversas outras civilizações e culturas, até mais antigas que esta. E claro a ciência também tem suas hipóteses sobre o assunto.</div><div>Aquele que deve viver!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_6ca3b5ce111848878bf2438dad6da90b.png"/><div> Segundo o velho testamento Deus estava descontente com a humanidade e decide</div><div>aniquila-la, no entanto, resolve poupar o único homem bom da terra, Noé, e para isso o manda construir uma arca para que se salve do dilúvio. Além de salvar um casal de cada animal.</div><div> Em alguns livros sagrados indianos encontramos a história de Manu um asceta, que recebe a visita do Deus Vishnu que aparece para ele em forma de peixe e o avisa sobre a iminência de um dilúvio. Após o aviso manda-o construir uma embarcação e que além de se salvar ele colocaria todas as espécies de animais que habitam a superfície. Também vale ressaltar que em algumas versões Manu solta uma ave que volta com um ramo no bico...</div><div> Os relatos não acabam por aí, muitos antropólogos e historiadores atribuem à versão bíblica a fusão de dois textos, um sumério e outro babilônico. Onde na versão suméria Noé se chama Zjusudra e na babilônica ele é Utanapishtim (uma coisa é certa, Noé é bem mais fácil de falar, talvez por isso essa versão seja a mais conhecida...)</div><div>A visão científica</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_156658e82b024c0d8eef5882105b2859.png"/><div> Nós sabemos que cada povo, em cada tempo, sempre interpretou as coisas a sua forma, utilizando seus recursos e seus conhecimentos, atualmente fica fácil julgar a ignorância de certos povos antigos, mas também devemos saber que a explicação mística e religiosa tem seu valor cultural. E por meio dela muitas pessoas, principalmente arqueólogos, se inspiraram para suas pesquisas. Em 1929 o Dr. Leornard Wooley durante escavações no sítio arqueológico na antiga cidade de Ur na Suméria encontrou uma camada argilosa de mais de dois metros de espessura e depois de análises concluiu que aquilo se deu por causa de um grande acúmulo de água. E fora isso em cidades babilônicas durante outras escavações revelaram essa mesma camada sedimentar que mostra a ocorrência de uma possível inundação.</div><div> Mas diferente dos relatos místicos que falam de um único dilúvio global, os cientistas acreditam que além de não ter existido apenas um dilúvio este também não foi global, já que seria algo totalmente irreal o mundo inteiro inundado. E a hipótese mais aceita é a dos dilúvios cíclicos variando de região e de tempos, estes que poderiam ser causados por fenômenos meteorológicos, elevações de rios, tremores ou ao aquecimento das geleiras que aconteceram cerca de 10mil e 5mil anos antes de Cristo. </div><div>Conclusão</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_3fcec6576ed04304b6e8ce6158393fd9.png"/><div>Lembre-se, o dilúvio não foi algo exclusivo de uma cultura e nem mesmo apenas do Oriente Médio e Índia, há vários relatos na Ásia, Oceania e América. Ou seja, todas as pessoas interpretam o mundo a sua forma, e por isso não devemos discriminar ninguém por suas crenças, filosofia, modo de vida e etc. Com tanto que todos vivam em paz, não há motivos para a intolerância.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>One Piece: o maior mangá do mundo e cinco motivos para conhecer e acompanhar</title><description><![CDATA[Quem está antenado na cultura pop sabe o que é anime. Os mais preguiçosos (ou não) chamam de desenho japonês, mas a realidade inegável é que eles são bons, fazem sucesso e vendem. Os nascidos no final da década de 80 e início de 90 se lembram do grande BOOM que foi quando a extinta e saudosa Rede Manchete iniciou a transmissão do que é ainda hoje chamado melhor anime de todos os tempos pelos fãs mais xiitas; Saint Seiya, ou Os Cavaleiros do Zodíaco. Em sua esteira vieram clássicos como Yu Yu<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_9afde44f2c004975a55fb566bce8ce2d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Diego Medeiros</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/02/One-Piece-o-maior-mang%C3%A1-do-mundo-e-cinco-motivos-para-conhecer-e-acompanhar</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/02/One-Piece-o-maior-mang%C3%A1-do-mundo-e-cinco-motivos-para-conhecer-e-acompanhar</guid><pubDate>Sat, 02 Apr 2016 12:25:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_9afde44f2c004975a55fb566bce8ce2d.jpg"/><div> Quem está antenado na cultura pop sabe o que é anime. Os mais preguiçosos (ou não) chamam de desenho japonês, mas a realidade inegável é que eles são bons, fazem sucesso e vendem. Os nascidos no final da década de 80 e início de 90 se lembram do grande BOOM que foi quando a extinta e saudosa Rede Manchete iniciou a transmissão do que é ainda hoje chamado melhor anime de todos os tempos pelos fãs mais xiitas; Saint Seiya, ou Os Cavaleiros do Zodíaco. Em sua esteira vieram clássicos como Yu Yu Hakusho, Shurato, Samurai Warriors, dentre outros na própria emissora ou em rivais, como Dragon Ball, Fly, Pokemon e Digimon.</div><div> Dragon Ball, aliás, vive na disputa entre os mais velhos de melhor anime, principalmente pelo sucesso que fez nas tardes da Band Kids e na TV Globinho em seguida. Porém, ali mesmo no início dos anos 2000, mal sabiam eles que um anime estava surgindo para quebrar todos os recordes antes alcançados e que ainda estavam por vir; One Piece.</div><div> Criado pelo jovem Eiichiro Oda, a trama a princípio é bem simples. Um garoto chamado Monkey D. Luffy deseja ser o Rei dos Piratas em um mundo coberto pelo mar e ilhas. Para se tornar o rei, que é um desejo não só dele mas de todos os piratas, ele deve encontrar o One Piece, o lendário tesouro deixado pelo lendário pirata Gol D. Roger, executado pela marinha anos antes, na lendária ilha que fica no final do mar. Ao seu lado ele conta com companheiros que vai fazendo pelo caminho, como Roronoa Zoro, um espadachim que luta com três espadas, Nami, uma bela navegadora viciada em dinheiro e Usopp, um excelente atirador tão mentiroso que seu enorme nariz lembra o próprio pinóquio. Além disso, Luffy possui o poder da Gommu Gommu no Mi, a Fruta da Borracha, uma Akuma no Mi, ou fruta do Diabo, que tornou seu corpo em borracha, mas que o impede de nadar. Akumas no Mi estão espalhadas pelo mundo, dando a seus usuários os mais diversos e bizarros poderes.</div><div> One Piece pode não ter feito um sucesso inicial no Brasil devido a fracassada primeira tentativa de passar na TV aberta. Apesar da dublagem até razoável, a versão nos apresentada foi censurada pela 4Kids nos Estados Unidos, que retalhou o desenho de maneira absurda. Por exemplo, as armas de fogo dos marinheiros foram substituidas por armas de rolha, o cigarro de Sanji, um lutador que mais tarde se tornaria o cozinheiro do bando, foi substituído por um pirulito, dentre outras bizarrices. Mesmo assim, a internet, o torrent e os fansubs trataram de trazer para o país de forma extra oficial o anime que hoje já é considerado, com razão, o maior de todos os tempos. E após essa introdução longa, irei listar X motivos para ler ou assistir One Piece.</div><div>1 – É a HQ (ou mangá) mais publicada no mundo: Em 2015, já eram mais de 300 milhões de exemplares e 77 volumes desde sua estreia, em 1997.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_60945dc565594224931628711cef6cca.jpg"/><div>2 – Amizade: Para quem acompanha, o capitão do navio dos Chapéus de Palha, Luffy, preza muito a amizade. Ele sempre arrisca a própria vida em nome de seus companheiros de tripulação, amigos e até mesmo alguns inimigos.</div><div>3 – Comédia e Drama: A personalidade dos personagens nos brindam com situação de extrema comédia, como o vício de Luffy por carne, o desejo de Sanji por mulheres e a incapacidade de Zoro de não se perder. Mas também nos faz cair em lágrimas quando os flashbacks são apresentados, como a tragédia da mãe adotiva de Nami, da tripulação de Brook, a terra natal de Robin e até mesmo no funeral de um membro não vivo da tripulação.</div><div>4 – Longe do Fim: Alguns acham isso algo ruim, pois a história está longe do final. São mais de 800 capítulos do mangá e 700 episódio do anime até o momento, e muitos tem preguiça de inciar por conta disso. Porém devem pensar que, como a história só melhora, irá demorar para as pessoas terem aquele sentimento de desespero quando o fim está próximo.</div><div>5 – Assuntos Polêmicos: Como dito anteriormente, a trama a princípio é simples, porém a medida que a história avança, vai se tornando muito mais complexa. Os piratas não devem simpleste avançar em alto mar e navegar em determinada direção para achar o One Piece, o segredo está muito bem guardado e a marinha possui comandantes ferozes. E em cada arco, assuntos polêmicos e comuns em nosso mundo real são abordados; guerra, revolução, fome, miséria, crime organizado, tráfico de armas, escravidão, homofobia, dentre outros.</div><div> Então, o que estão esperando? Larguem o preconceito de lado e mergulhem na maior aventura já escrita e desenhada na terra do sol nascente. Aprecie One Piece.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Elimine de sua vida tudo que te faça infeliz</title><description><![CDATA[Disponha-se a dar um passo a frente, eliminando tudo que te faça infeliz. Exclua de seus pensamentos todo o mal que impede o seu caminhar. Solte a sua imaginação, extermine o que te faz retroceder. Não tem nada nesse mundo que impeça a sua felicidade a não ser o seu pessimismo. Esse sim pode lhe jogar dentro de um vazio muito grande. Sinta alegria em viver primeiramente. O que mais interessa aqui é o bem-viver. Mas pode parecer utópico, diante das circunstâncias atuais da vida, que de fato<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_fb26213d0ba3490e8d08f04e8af3ca28.jpg"/>]]></description><dc:creator>Cristiane Vilarinho</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/01/Elimine-de-sua-vida-tudo-que-te-fa%C3%A7a-infeliz</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/04/01/Elimine-de-sua-vida-tudo-que-te-fa%C3%A7a-infeliz</guid><pubDate>Fri, 01 Apr 2016 14:06:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_fb26213d0ba3490e8d08f04e8af3ca28.jpg"/><div>Disponha-se a dar um passo a frente, eliminando tudo que te faça infeliz. Exclua de seus pensamentos todo o mal que impede o seu caminhar. Solte a sua imaginação, extermine o que te faz retroceder. Não tem nada nesse mundo que impeça a sua felicidade a não ser o seu pessimismo.</div><div>Esse sim pode lhe jogar dentro de um vazio muito grande. Sinta alegria em viver primeiramente. O que mais interessa aqui é o bem-viver. Mas pode parecer utópico, diante das circunstâncias atuais da vida, que de fato ninguém consegue ficar o tempo todo em estado de graça. Porém, se você quiser começar a reverter esse quadro e sentir essa força positiva dominar sua vida, reserve alguns momentos para si.</div><div>Saiba que através da prática diária de meditação, você estimula cada vez mais essa sintonia de bem-estar. Só se é feliz de fato quando entramos nesse sincronismo de paz, liberamos alegria e boa vontade, como um único propósito: ser feliz. Lembre-se, tudo aquilo que você idealiza pode se tornar realidade concreta. Sim, é a sua vontade que determinará a força vibratória ao seu redor. E tudo à sua volta fluirá. </div><div>Esse é o poder do &quot;eu quero, eu posso e eu consigo&quot;. O grande segredo está trancado a sete chaves dentro de sua mente. E é chamada de &quot;força vibratória&quot;. Ela nos guiará para o esperado. Pois eu acredito que tudo aquilo que desejamos é absorvido e nós podemos magnetizar através do amor e fazer, não só à nossa vida, mas também daqueles que estão à nossa volta, uma maneira prazerosa de viver. Vamos já transformar tudo que não é necessário para o nosso convívio.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A obstinação e a resiliência...</title><description><![CDATA[Em certo dia, à hora, à hora Da meia-noite que apavora; Eu, caindo de sono e exausto de fadiga, Ao pé de muita lauda antiga; De uma velha doutrina, agora morta, Ia pensando, quando ouvi à porta do meu quarto um soar devagarinho, E disse estas palavras tais: "É alguém que me bate à porta de mansinho; Há de ser isso e nada mais." O corvo. Edgard Allan Poe. Tradução: Machado de Assis. Olá leitores da Editora Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui novamente quem vos fala é o Allison RdS... No post de<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_7dd9a06adf064514ada9e37ef3fc1494.png"/>]]></description><dc:creator>Allison RDS</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/30/A-obstina%C3%A7%C3%A3o-e-a-resili%C3%AAncia</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/30/A-obstina%C3%A7%C3%A3o-e-a-resili%C3%AAncia</guid><pubDate>Wed, 30 Mar 2016 14:26:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_7dd9a06adf064514ada9e37ef3fc1494.png"/><div>Em certo dia, à hora, à hora Da meia-noite que apavora; Eu, caindo de sono e exausto de fadiga, Ao pé de muita lauda antiga; De uma velha doutrina, agora morta, Ia pensando, quando ouvi à porta do meu quarto um soar devagarinho, E disse estas palavras tais: &quot;É alguém que me bate à porta de mansinho; Há de ser isso e nada mais.&quot;</div><div>O corvo. Edgard Allan Poe. Tradução: Machado de Assis.</div><div>Olá leitores da Editora Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui novamente quem vos fala é o Allison RdS... No post de hoje resolvi falar sobre dois substantivos/aspectos/sentimentos muito importantes: a obstinação e a resiliência... Até que ponto estes dois aspectos afetam a vida de todos os apaixonados pela escrita? Até que ponto afetam a sua vida?</div><div> As definições encontradas nos dicionários são simples, obstinação: forte apego às próprias ideias, persistência, perspicácia, teimosia, birra... Resiliência: capacidade em lidar com problemas, habilidade de recuperação após uma negativa.</div><div> O trecho citado acima é de um obstinado escritor americano, autor que criou o gênero de literatura policial durante o século XIX e que mudou a forma como as pessoas reagiam ao lerem um novo livro. “O corvo” foi conto que o consagrou como um grande escritor, mas, até conseguir</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_4106998a1d0f4c30901b90855d3c26b7.png"/><div>a consagração, o quanto Poe foi obstinado em acreditar em sua capacidade e na qualidade de seu trabalho? Quantas portas foram fechadas e quantas negativas enfrentou durante sua jornada como escritor? Alguns livros que contam a vida de Poe, dizem que foram inúmeras devoluções, inúmeros: “Sinto muito, mas não é o que estamos procurando no momento...” Até conseguir publicar pequenas colunas e contos em jornais americanos foi bastante demorado. </div><div> E se Poe tivesse desistido com o tempo? E fosse menos resiliente e não desse a famosa “volta por cima”? O que seria dos autores de romances policiais e de terror? Agatha Christie e de Arthur Conan Doyle se inspirariam em quem? Poirot e Sherlock Homes nunca teriam sido criados? O que seria de nós sem a sua referência? </div><div> Ainda bem que nunca precisaremos pensar nestas respostas, abençoados sejam a obstinação e a resiliência de Poe e de tantos outros grandes escritores que acreditaram no que faziam e principalmente na qualidade do que faziam. E assim como eles, também temos que acreditar em nossos ideais e não deixar que as dificuldades do dia a dia nos impeçam de realizarmos nossos sonhos. Se Poe e tantos outros insistiram, temos o direito de nos acovardar ante algumas dificuldades? Até mais e um grande abraço a todos...</div><div>AllisonRdS </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Liberdade</title><description><![CDATA[“Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.”- Augusto Cury. Uma pergunta um tanto casual ás vezes vem perseguir e adentrar ás cabeças de muitas pessoas em nossa sociedade: O que é ser livre? Para<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_a9c1fcfac40e456baeec02dd4365f702.png"/>]]></description><dc:creator>Alexsandra Figueiredo</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/26/Liberdade</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/26/Liberdade</guid><pubDate>Sat, 26 Mar 2016 12:25:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_a9c1fcfac40e456baeec02dd4365f702.png"/><div>“Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.”</div><div>- Augusto Cury.</div><div>Uma pergunta um tanto casual ás vezes vem perseguir e adentrar ás cabeças de muitas pessoas em nossa sociedade: O que é ser livre?</div><div>Para muitos, a palavra liberdade vem com um sentido muito amplo assim como a palavra amor. Mas ambas embarcam em apenas um sentido de si mesmas. Ambas são essenciais na vida de cada um.</div><div>Afinal, o que seria de um ser apaixonado que não pode desfrutar de sua pura e vasta liberdade?</div><div>Mas o que a sociedade entende por liberdade? Desprender-se de tudo ao seu redor? Seguir da maneira que desejam?</div><div>Ser livre é soltar-se das amarras da vida e com seu livre-arbítrio seguir e fazer tudo o que deseja em sua vida de um modo ilimitado. E desta maneira, sendo completamente livre, poder responder por seus próprios atos estando consciente de suas escolhas, ações, e medidas tomadas.</div><div>Ser livre é poder viajar para onde quiser, ser quem você quiser sem que nada em sua vida o impeça. É sonhar o mais longe possível e nenhum fator além de si mesmo e os obstáculos lhe trazerem de volta. É vagar pelo realismo e o surrealismo em diversas dimensões, e poder optar pelo que quer de uma forma que isto não prejudique seu próximo.</div><div>Ser livre é viver sobre a imensidão dos sentidos e sobre a infinidade das coisas.</div><div>Mas também há limites sobre a liberdade, ás pessoas não podem fazer o que quiserem em suas vidas de um modo que isto interfira na vida de outras pessoas. Envolvendo um pouco de Direitos Humanos, a sociedade pode desfrutar de sua liberdade sem que interfira e ultrapasse os limites do próximo.</div><div>A liberdade vem há muito tempo com um sentido de individualismo. Cada um tem sua própria liberdade. Muitos não a tem, mas a conquistam, outros que a procuram durante toda sua vida esquecem que sempre estiveram com ela.</div><div>O ser humano é completamente responsável por tudo que escolhe ser e também por tudo que cria e constrói em sua sociedade.</div><div>Liberdade é um termo amplo, principalmente por seu sentido resguardado. Por tanto todos merecem ser livres e ter esta sensação profunda de estarem envolvidos por sua própria liberdade.</div><div>“Querer ser livre é também querer livres os outros.”</div><div>- Simone de Beauvoir</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Fato ou Ficção</title><description><![CDATA[Eu cresci num mundo de fantasia. Entre animes, tokusatsus, jogos de vídeo game e quadrinhos, posso dizer que tive uma infância agitada. Meus pais nunca questionaram meus gostos, mas tiveram alguns adultos que me dirigiram olhares enviesados, onde eu podia ler claramente seus pensamentos, que diziam: “Mas que perda de tempo”. Será? Qual o papel da ficção em nossa vida? A capacidade de imaginar mundos fantásticos, de se envolver realmente com eles, é uma atividade lúdica ou estaríamos diante de<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_2dbeb0a0c5cb428d8b5c2d5d491ccaef.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lucas Fernandes</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/25/Fato-ou-Fic%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/25/Fato-ou-Fic%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Fri, 25 Mar 2016 12:30:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_2dbeb0a0c5cb428d8b5c2d5d491ccaef.jpg"/><div>Eu cresci num mundo de fantasia. Entre animes, tokusatsus, jogos de vídeo game e quadrinhos, posso dizer que tive uma infância agitada. Meus pais nunca questionaram meus gostos, mas tiveram alguns adultos que me dirigiram olhares enviesados, onde eu podia ler claramente seus pensamentos, que diziam: “Mas que perda de tempo”.</div><div>Será?</div><div>Qual o papel da ficção em nossa vida? A capacidade de imaginar mundos fantásticos, de se envolver realmente com eles, é uma atividade lúdica ou estaríamos diante de uma atividade educacional?</div><div>Eu lhes asseguro que são ambas as opções. Quando você senta diante da televisão para assistir Hora da Aventura, não está perdendo seu tempo. Está se divertindo e aprendendo. De forma inconsciente sua capacidade de imaginar está sendo aprimorada e a capacidade de imaginar foi o que nos trouxe até aqui.</div><div>Acha que uma criança perde tempo quando desenha um dragão cuspindo chamas ao invés de um helicóptero? Pense de novo. Há muito tempo atrás uma criança chamada Leonardo Da Vinci, a pedido de seu pai, pintou um quadro. Neste quadro ele pintou uma serpente cuspindo fogo. Este mesmo Leonardo Da Vinci, como todos sabem, foi um dos precursores da aviação. Então não fique chateado quando seu filho desenhar uma bola flutuante cheia de tentáculos ao invés de um carro. Carros já existem, bolas flutuantes cheias de tentáculos ainda não (neste caso, vamos torcer para que continue assim).</div><div>O fato é que a capacidade de imaginação está diretamente ligada com a capacidade de criar. Historias de ficção, principalmente as mais fantasiosas, nos levam a mundos que nos apresentam uma infinidade de tecnologias e criaturas que não existe, o que exercita nosso cérebro e estimula nossa criatividade, muito mais do que um simples jornal na televisão. Não que jornais não sejam importantes, mas acredito que hoje precisamos estar atualizados com os fatos e com a ficção. Você não deve se alienar de nenhum dos dois.</div><div>Em um mundo cada vez mais empreendedor, sua capacidade de criar, de imaginar, sempre estará sendo posta a prova. Funcionários sem criatividade podem ser muito bons em obedecer a ordens, mas terão dificuldade em tomar a iniciativa ou de improvisar. Isso aconteceu na China, descrito pelo próprio Neil Gaiman em uma de suas palestras para Reading Agency.</div><div>Basicamente a China chegou à conclusão que, seus funcionários eram muito bons em realizar as ordens que lhes eram dadas, mas incapazes de pensar ou criar por si próprios. Dispostos a reverter esse quadro, enviaram uma delegação para empresas da Apple, Microsoft e Google, e o que descobriram foi extremamente simples. Os funcionários daquelas empresas, quando crianças, leram ficção, notadamente ficção cientifica. Até então a ficção era reprovada na China, mas foi recebida de braços abertos após essa descoberta. Esse é o poder da ficção. Ela quebra barreiras, justamente por não ter nenhuma.</div><div>Hoje em dia escreve-se cada vez mais sobre ficção (científica, fantasia medieval, distópica, terror, etc...), mas parece que ainda temos muitos adultos com seus olhares enviesados que nos dizem: “Mas que perda de tempo”.</div><div>Eu acredito que escritores de ficção são insatisfeitos por natureza o que é bom. Pessoas conformadas não mudam o mundo. É necessária uma dose saudável de inconformismo. Quando você escreve sobre algo que não existe, expressa de forma velada que não está satisfeito com o que existe. E é o que nossa atualidade está gritando.</div><div>Estamos na era do empreendedorismo, com cada vez mais pessoas tentando criar ideias novas para problemas antigos ou simplesmente criando algo que nunca existiu. Estamos na era digital, onde é cada vez mais fácil criar algo que não existe. Advinha qual o combustível dessa galera inovadora?</div><div>Eu confesso que não sei quais livros o ensino fundamental tem obrigado nossas crianças e adolescentes a lerem. Acho importante a leitura dos clássicos de Machado de Assis e José de Alencar, por exemplo, mas também é preciso destacar a importância de obras de ficção fantasiosa. Todos nós tivemos aula de literatura. As minhas, ao menos, não me ensinaram nada sobre Senhor dos Anéis, Duna, Drácula ou mesmo Admirável Mundo Novo. Eu gostaria muito que tivessem ensinado.</div><div>A verdade é que temos um ensino fundamental muito preocupado em nos ensinar matemática, física, química, português, geografia, história e até mesmo outra língua e que não está realmente preocupado em exercitar nossa imaginação. Sim eu sei, o colégio tem a função de nos ensinar o básico, entretanto imaginar, hoje, já pode ser considerado básico.</div><div>Não há nada de errado em ter um pouco de fantasia em sua vida. Não é uma perda de tempo. Para aqueles que leem é um alimento saudável para o cérebro, capaz de despertar novos horizontes. Para aqueles que escrevem, é a imaginação dando vida ao nosso inconformismo.</div><div>Nas palavras de Terry Pratchett:</div><div>“Fantasia é como álcool – em excesso faz mal a você, mas um pouco torna o mundo um lugar melhor”.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A observação e sua importância na escrita...</title><description><![CDATA[Olá leitores da Pen Dragon, tudo bem? Aqui é o Allison RdS mais uma vez... Lembram-se do meu ultimo post? Falei sobre as minhas influências literárias, grandes autores e grandes histórias, mas qual é a verdadeira inspiração para a criatividade? Alguns acham que temos que ficar sozinhos e isolados, só assim a verdadeira inspiração aparece (quem nunca assistiu algum filme americano que pinta os escritores dessa maneira? Eles mudam para o campo ou alguma cabana no meio da neve...) Rsrsrs... Outros<img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_51d1330d5fd94270900ad88dd449b7fb.png"/>]]></description><dc:creator>Allison RDS</dc:creator><link>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/24/A-observa%C3%A7%C3%A3o-e-sua-import%C3%A2ncia-na-escrita</link><guid>https://www.editorapendragon.com.br/single-post/2016/03/24/A-observa%C3%A7%C3%A3o-e-sua-import%C3%A2ncia-na-escrita</guid><pubDate>Wed, 23 Mar 2016 13:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_51d1330d5fd94270900ad88dd449b7fb.png"/><div>Olá leitores da Pen Dragon, tudo bem? Aqui é o Allison RdS mais uma vez...</div><div>Lembram-se do meu ultimo post? Falei sobre as minhas influências literárias, grandes autores e grandes histórias, mas qual é a verdadeira inspiração para a criatividade? Alguns acham que temos que ficar sozinhos e isolados, só assim a verdadeira inspiração aparece (quem nunca assistiu algum filme americano que pinta os escritores dessa maneira? Eles mudam para o campo ou alguma cabana no meio da neve...) Rsrsrs... Outros colocam a observação como a chave da criatividade... E é exatamente isso o que eu acho... A observação é essencial.</div><div>Como iremos escrever histórias sobre relacionamentos e como descreveremos os sentimentos das pessoas se não as observarmos? Para mim não faz sentido algum ficar isolado... Ou pra você faz?</div><div>Em relação a isso eu acredito que tenho bastante sorte, antes de escrever (o que é minha verdadeira paixão) eu sou um enfermeiro e isso me proporciona bastante facilidade em observar... Sabem o motivo? Fui treinado para observar as pessoas e as situações que elas vivem... Por isso as pessoas são sempre a minha maior fonte de inspiração...</div><div>E uma coisa sempre me intrigou nestes anos de profissão... A relação das pessoas com doenças e principalmente as suas relações com a morte. Eu gosto de escrever sobre a morte... (Quem leu meu conto Primum Solstitium na coletânea Contos Macabros, Mortes Demoníacas) sabe disso... E em alguns anos de experiência e de observações me trouxeram uma visão muito particular destas relações, principalmente da relação das pessoas com a morte...</div><div>Em algumas vezes a morte vem como uma serpente traiçoeira, ceifando o “tudo o que ele tinha pela frente” e o “era tão jovem”... Mas em muitas vezes (e não são poucas estas vezes), a morte é até desejada...</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2e2165_3cc7f8ae10ce4ee5ab81cfe791529cf2.png"/><div>E agora você deve estar se perguntando... A morte é desejada? O Allison deve estar ficando louco... Mas eu digo a vocês, ela é desejada quando liberta as pessoas de um grande sofrimento e de toda a indignidade humana... Quem já teve um familiar em uma situação crítica e sem perspectivas de cura em algum hospital sabe do que estou falando... E em hospitais meus amigos, existem histórias assustadoras e isso também é bastante inspirador...</div><div>Vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos...</div><div>Eu estava de plantão no CTI em um sábado de 2013, a noite seguia normalmente e havia cerca de quinze pacientes nos leitos, quase todos respirando através de ventiladores e sob o efeito de sedações e drogas vasoativas (um tipo de medicações que servem para manter a pressão arterial em níveis normais).</div><div>Antes das duas da manhã, mesmo sob o efeito de todas as drogas e manobras médicas, uma garota começou a “instabilizar”, sua pressão despencou e seus batimentos cardíacos aceleravam-se, a garota estava entrando em choque... Sim, este é o termo mesmo: Choque...</div><div>O clima começou a mudar no CTI, e as previsões de todos que estavam no plantão aconteceu... A garota entrou em parada cardiorrespiratória... O atendimento começou de forma precisa e correta, foi impecável, todos se revezavam nas massagens cardíacas e na aplicação das drogas necessárias ao atendimento, mas... Infelizmente a garota não respondia...</div><div>Quando saí do ciclo de massagens para revezar com outro colega, uma das enfermeiras do hospital entrou no CTI, pálida e quase sem fôlego, sentou-se em uma das cadeiras do setor e quando olhou pra paciente quase desmaiou...</div><div>“Meu Deus... Eu não acredito.”</div><div>“O que foi?” Quase todos perguntaram e ficamos sem resposta, ela não se mexia, parecia paralisada...</div><div>A garota infelizmente não resistiu e morreu meia hora depois...</div><div>O clima do plantão muda drasticamente após a perda de um paciente, mesmo todos sabendo que fizeram o máximo, o clima fica ruim, é um sentimento de derrota, nos esquecemos da enfermeira que permanecia sentada em frente ao monitor do computador, olhando incredulamente em nossa direção...</div><div>Após certificarem o óbito, fizemos tudo o que tinha que ser feito... Chamamos os familiares da garota para comunicar-lhes e providenciamos todos os papéis, só então me sentei ao lado da enfermeira ainda pálida...</div><div>- O que aconteceu com você? Não está bem, quer que eu chame um médico pra te avaliar?</div><div>- Não preciso de médico.</div><div>- O que aconteceu com então?</div><div>- Uma moça me encontrou no corredor e pediu chorando que eu a ajudasse, estava com um vestido branco e tinha sangue do lado esquerdo do rosto, também me parecia estar com braço esquerdo fraturado... Tentei acalma-la, mas ela saiu correndo e entrou no depósito da farmácia... Fui correndo atrás dela... Mas não tinha ninguém lá dentro, me assustei e vim pra cá...</div><div>- Você ligou na recepção e viu se algum paciente da emergência sumiu?</div><div>- Não preciso falar com a emergência... Vocês acabaram de encaminhar o corpo dela pro necrotério...</div><div>Até hoje nunca esqueci esse dia, a menina tinha sofrido um trauma do lado esquerdo da cabeça e seu curativo sangrava bastante, o seu braço esquerdo estava fraturado em três lugares...</div><div>Sim, era ela no corredor... Como uma enfermeira de outro setor saberia? Como explicar essa situação?</div><div>Existem muitas outras histórias como esta. Fantasmas de pacientes, médicos e enfermeiros que ainda frequentam os hospitais onde passaram boa parte de seu tempo, será que sabem que estão mortos? Será que estão realmente ali? Afinal, quem sabe?</div><div>Se quiserem vou contando pra vocês nas próximas postagens algumas histórias que vivenciei ou que me foram contadas ao longo dos anos... Deixem sugestões nos comentários e não deixem de seguir o blog dos Dragões Guerreiros... Um abraço...</div><div>AllisonRdS</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>