Influências...

February 24, 2016

 

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Hoje vou falar um pouco mais sobre as minhas influências literárias, como eu já disse na postagem anterior, o primeiro livro que eu li, não foi nenhum livro infantil, claro que me contaram as clássicas fábulas e tal... Mas comecei efetivamente com um livro da Agatha Christie, depois disso vieram muitos outros autores, como J. R. R. Tolkien, Sydney Sheldon, Paulo Coelho e os grandes Stephen King e Edgard Alan Poe... Sabem o porquê disso?

 

Quando criança, meu irmão e eu passávamos todas as tardes na casa dos meus avós e o meu avô Arsênio tinha uma enorme coleção de livros em sua sala, como qualquer criança normal, eu brincava na rua, jogava futebol e andava de carrinho de rolimã, mas as tardes sempre terminavam lendo alguma coisa, não há um dia sequer que não tenha visto meu avô lendo, influência é tudo na vida, não?

 

            A música também me influencia bastante, não consigo escrever decentemente sequer uma linha se meus fones de ouvido não estiverem ligados, quase sempre uso a musica para criar o ambiente necessário e então visualizar as cenas que quero colocar no papel, pra mim é muito mais fácil. Mas não pode ser qualquer música, tem que ter distorção e um baixo pesado, afinal, fui baixista profissional por muito tempo.

 

            Mas, estava falando de escritores, não é mesmo? Uma vez um livro chamado “O buraco da agulha”, de um autor inglês chamado Ken Follet me apresentou um novo conceito em literatura, não era só uma história, não era apenas um romance entre dois personagens ambientado em um cenário real, também não era uma complexa nova mitologia criada pelo autor...

Era a história real, eram cenários reais. De tudo o que está no livro, uma parte muito grande aconteceu de verdade. Personagens fictícios e personagens reais interagiam entre si e os acontecimentos históricos iam passando em frente aos meus olhos paralelamente a história dos personagens criados pelo autor. E tenho que confessar a vocês, uma hora o que real e o que é inventado começam a misturar-se na minha percepção.

 

O livro conta a história de um espião alemão durante a segunda guerra e o autor que escreveu esta história se tornou um mestre neste tipo de romance, tinha todos em formato digital, e todos eles me fascinam...

 

Pilares da Terra é certamente o livro que eu mais gosto, já o indiquei a muita gente, aliás, se você ainda não o leu... É uma experiência fantástica, chegaram a fazer os filmes, mas... Não chegam nem perto do que o livro consegue passar, nem ao menos chutaram em direção ao gol...

 

Na minha humilde opinião, Ken Follet é um gênio! Será que um dia eu vou conseguir escrever ao menos com a qualidade que ele consegue? Não sei, pois busquei um caminho diferente de escrita, mas acho que não... Ele com certeza é uma das minhas maiores influências, mas, quais foram as influências dele? Isso é o que faz toda a diferença...

 

Entre a literatura brasileira, admito que os “livros obrigatórios” do colégio eram um saco... Mas entendo o propósito, quem não consegue enxergar a lição de língua portuguesa que os clássicos passam não é um bom leitor. Alguns, claro que me surpreenderam... Grande Sertão Veredas, do João Guimarães Rosa é... Incrível, fascinante, além de ser, em minha opinião, um livro obrigatório pra quem deseja escrever para o publico brasileiro...

 

Ainda sobre o colégio, ainda bem que na biblioteca tinha a coleção vagalume completa... Escaravelho do diabo, Tonico, Cabra das Rocas... Entre outros, foi uma boa época, uma época produtiva, certamente quando eu for pai, vou querer que meus filhos também leiam estes livros e aprendam com eles o tanto quanto aprendi...

 

Nos falamos em breve, um grande abraço...

 

AllisonRdS.

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