Minha arte de compor

February 25, 2016

 

 

Esse é o meu primeiro post no Blog da Editora, então, resolvi falar sobre o que me inspira a fazer o que eu amo, que é escrever.

 

Quem me conhece, sabe que não sou ninguém sem música. Tenho playlist para tudo: para cozinhar, banho, correr, trabalho, dormir e para os meus humores.

 

 A música é parte essencial de mim e de tudo que escrevo, assim, como os meus sentimentos. Sou movida a música, e ela me faz ficar conectada com algo mágico, fazendo com que a minha inspiração venha rápido e sem rodeios.

 

Sendo sincera comigo e com vocês também, minhas maiores inspirações vem quando estou no banho (rsrs). É algo que não consigo controlar, estou lá, escutando minha playlist intitulada “banho” e as coisas surgem na minha cabeça.

 

Na verdade, eu sou tão amalucada de um jeito, que até olhando para o meu cachorro, consigo pensar em algo legal e “touché”, anoto no meu bloquinho de anotações, que sempre tenho dentro da minha bolsa.

 

Muitas vezes já me peguei olhando para um estranho na rua, imaginando uma história para ele, ou colocando um pouquinho dos meus personagens no mesmo, e lá vou eu, com mil ideias na cabeça.

 

Não tenho uma hora certa para escrever, e quem não entende a maneira como eu funciono, costuma dizer que sou desorganizada. E para quem tem TOC, olhar a pasta “documentos” do meu computador é pedir para ter um ataque cardíaco.

 

O problema, ou não, é que eu me acho assim, no meio da minha bagunça (rsrs). Sou muito impulsiva, e escrevo por impulso mesmo, mas com muito amor.

 

Quase nunca consigo escrever algo pelo “começo”, e seguir a ordem natural das coisas, como “começo, meio e fim”. Geralmente, vai tudo surgindo com o fim mesmo. E aos poucos, vou montando o resto. Não sei o que acontece, mas é bem mais fácil para mim.

E sempre, sempre, sempre que paro para escrever no computador, estou escutando música, e costumo dizer que os meus dedos se movem conforme o ritmo que escuto, no caso, o meu humor.

 

Minhas músicas são de acordo com o meu estado emocional, e assim, tudo que escrevo. Os meus sentimentos interferem na minha maneira de escrever, mas são eles que sempre me levaram/levam e me ligam à escrita.

 

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