Entrevista com Allison RDS

July 7, 2016

 

Falar de livros é sempre muito bom, mas é claro que uma obra ao chegar para o leitor já passou por muitas etapas. Surgindo na imaginação do autor e percorrendo um caminho longo de muita dedicação e trabalho, para finalmente poder transportar o leitor ao seu mundo e sua trama.

 

A editora Pendragon traz hoje uma entrevista para que possamos conhecer um pouco melhor um de nossos talentosos autores e seu processo criativo. Allison RDS.

 

Que tal descobrirmos um pouco mais desse mundo misterioso e mágico da literatura através do Allison e sua escrita maravilhosa?

 

Vamos nessa...

 

EP – Conte-nos um pouco sobre você.

 

Olá, tudo bem? Bom... Vamos lá, o meu nome é Allison, tenho 35 anos, sou enfermeiro de um grande hospital de Ribeirão Preto, cidade onde nasci e vivo até hoje, sou casado há 1 ano e meio com uma moça muito linda chamada Jacqueline, também enfermeira... Escrevo há dois anos e agora faço parte da família da editora PenDragon, onde o meu livro novo foi lançado no final de Junho...

 

EP – Como a literatura se tornou parte da sua vida?

 

A literatura sempre fez parte da minha vida, desde muito pequeno sou um leitor assíduo, tive bons exemplos na família, meu avô sempre estava com algum livro em mãos e tinha em sua casa uma vasta biblioteca, na qual eu podia ler qualquer um, desde que o colocasse no exato lugar de onde o tirei... Rsrsrs... Aprendi desde cedo a ler Agatha Christie, Tom Clancy e Sidney Sheldon, entre muitos outros... No colégio li praticamente toda a coleção Vagalume (Pra quem não conhece, a coleção trazia somente livros nacionais e eram excelentes...). A paixão pelos livros fez naturalmente com que a vontade de escrever aparecesse.

 

EP- O que a escrita significa para você?

 

Pra mim a escrita é uma grande terapia, quando fico dois dias sem escrever é como deixasse de comer... Preciso escrever ou as vozes que ficam em minha cabeça não me deixam em paz, rsrsrs...

 

EP – Conte um pouco sobre seu processo criativo, seus hábitos, manias e como você desenvolve personagens e histórias.

 

Normalmente o tema da história “aparece” do nada, quando eu menos espero tenho uma nova idéia, acho que sopram no meu ouvido... Rsrsrs... Como os meus horários no hospital não são fixos e tenho muitos compromissos, procuro reservar pelo menos uma hora por dia para escrever, não sigo uma meta de numero de paginas ou palavras, apenas me sento em frente ao computador, coloco os meus fones de ouvido e escrevo... A música é uma necessidade para escrever bem, não consigo escrever uma frase sequer sem os fones de ouvido. Já os personagens não necessariamente começam de forma complexa, alguns são baseados em alguém que conheço, outros são uma mistura de personalidades com as quais tive contato, tenho muita sorte neste aspecto, pois trabalhei e continuo trabalhando com pacientes e profissionais da saúde muito complexos e cheios de histórias pra contar...

 

EP – O que te inspira no momento da construção de suas obras?

 

Nossa... Várias coisas, um filme, uma imagem, uma música, algo que vi no trabalho, alguma história que ouvi de alguma pessoa, enfim... Infinitas fontes. Já no momento de escrever a música que estou ouvindo influencia diretamente, se quero escrever alguma cena mais enigmática, ouço Nightwish, algo mais tenso ouço Sepultura ou Slipknot, algo mais divertido sempre ouço AC/DC... Mas sempre ouço rock...  Acho que é basicamente isso.

 

EP – Quais são suas influências literárias?

 

Várias, de Julio Verne à Machado de Assis, mas as principais sem dúvidas são: Ken Follet (pra mim o melhor autor do mundo), J.R.R.Tolkien, não preciso explicar sobre esse e toda a sua genialidade, não é? Rsrsrs... Stephen King, Tom Clancy e André Vianco...

 

EP – Algum outro tipo de influência como pessoas reais, locais, músicas?

 

Sempre, como disse a minha profissão me leva ao encontro de histórias e personalidades incríveis, tenho muita sorte neste aspecto.

 

EP – Existe alguma mensagem específica que você tenta transmitir aos leitores?

Não necessariamente específica, acho que talvez a resiliência seja um aspecto comum em tudo que eu faço. Em quase tudo o que escrevo, os personagens tem uma grande capacidade de adaptação e superação de problemas, mas coloco isso de forma inconsciente, não escrevo uma história já pensando em uma mensagem específica.

 

EP – Agora conte-nos mais sobre seu livro e personagens.

 

Etéreo se passa em três momentos, a primeira parte acontece em 2012 com eventos entre o Brasil e a Antártica, onde uma pirâmide é encontrada por dois pesquisadores brasileiros e todo o potencial de pesquisa de uma nova civilização se torna incrível, o problema é que uma poderosa organização procura por esta pirâmide há muitos séculos e por todo o poder contido nesta pirâmide. A segunda parte acontece na guerra entre o Egito e o império persa no ano de 525 AC, onde eu explico a origem desta organização e de todos os personagens milenares, o motivo pelo qual a organização é formada, também coloco algumas alianças entre homens comuns e deuses e claro, falo sobre a guerra entre o Egito e a Pérsia, que pra muitos é totalmente desconhecida e quase acabou com civilização egípcia. Para concluir a história volta ao Brasil no ano de 2015, onde se encerram as alianças e as últimas batalhas são travadas. Os personagens principais são Darius, Iaret, Layla e Naviid, mas se contar o que cada um é, acabo dando spoilers de todo o universo do Etéreo, então é melhor não contar essa parte... Rsrsrs...

 

EP – Deixe um recadinho para seus leitores.

 

Bom... Primeiro eu gostaria de agradecê-los... Obrigado por lerem meus trabalhos e espero que gostem do Etéreo, espero que a história de Iaret e Darius os encante e que eu possa passar um pouquinho de informação com livro, espero vê-los nos próximos trabalhos...

 

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Allison RdS

 

Etéreo

 

Instagram: @allisonrds 

 

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